Fausto e Zaratustra

“Como, porém, Fausto e Zaratustra são duas obras que apesar de seu alto conceito estão no limite do preensível para o europeu, dificilmente poderíamos esperar que um público culto, mas que somente há pouco começou a ouvir falar do obscuro mundo da alma, estivesse apto para formar uma ideia adequada da condição espiritual de um homem que caiu nas malhas confusas do processo de individuação; designo a este processo como a via de “tornar-se um todo”.

JUNG, C.G. Psicologia e Religião Oriental,OC. Editora Vozes. 2011. Pág. 98.

Prefácio à obra de Suzuki: A Grande Libertação

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