Grande sonho

“(…) Acordo abruptamente, com a sensação de que alguém batera com força na porta. Para meu espanto, o apartamento está completamente quieto e vazio.

Na linguagem dos povos primitivos, esse é um “grande sonho” ou, na linguagem de Jung, um sonho arquetípico, que encerra um significado humano suprapessoal, universal.

(…) Se alguma coisa vem de cima, significa, na linguagem mítica, que deriva da esfera espiritual desconhecida do inconsciente coletivo. Assim, desde a Antiguidade, os meteo-

(…) feitos de pão, ou seja, algo que podemos comer, ou, em termos psicológicos, integrar.

(…) Na verdade no pai-nosso, não pedimos o “pão de cada dia”, segundo a traducão errada habitual. No texto grego, encontramos hyperousion, “pão supersubstancial”.

As pessoas frequentemente dizem: “Ontem à noite eu tive um sonho ridiculamente bobo e absurdo”. Elas permanecem presas à superficie do sonho, à combinacão verdadeiro significado. Jung com frequência respondia de imagens absurdas, sem serem capazes de penetrar no nesses casos: “Não existem sonhos bobos, apenas pessoas bobas que não os compreendem”.

FRANZ, Marie-Louise von.Psicoterapia.São Paulo: Paulus, 2021, pág. 16-18.

A autorealização na terapia individual de C.G. Jung

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