(…) hominum homo, um verdadeiro “filho do homem”
(…)Era uma figura humilde e seu status social o de um professor primário, fez-me lembrar vivamente o sapateiro de Alexandria que foi apresentado (na descrição de Anatole France) a Santo Antão, pelo anjo, como um modelo de santo muito mais perfeito do que ele. (…) esta contradição me fascinou, pois de outro modo como se poderia ver a luz sem a sombra, sentir o silêncio sem o barulho, alcançar a sabedoria sem a estultícia? Não há dúvida de que a mais dolorosa experiência é a da santidade.”
JUNG, C.G. Psicologia e Religião Oriental,OC. Editora Vozes. 2011. Pág.120-121.
O Santo Hindu( Introdução à obra de H.Zimmer: O Caminho que Leva ao si-mesmo)
