Conhecemos Nosso Rei, César e Não Jesus

“E os judeus clamaram, dizendo: Conhecemos nosso rei, César e não Jesus. Pois, de fato, os sábios trouxeram presentes do leste para ele como para um rei, e quando Herodes ouviu dos sábios que um rei nasceu, ele tentou matá-lo; quando seu pai José soube disso, ele o levou e sua mãe e eles fugiram para o Egito. E quando Herodes ouviu isso, destruiu os filhos dos hebreus que nasceram em Belém.”

Nascimento, Peterson do. O Evangelho Segundo Nicodemos (Coleção Apócrifos do Cristianismo Livro XI) – Versão Kindle, Posição 355.

A Descida Milenária

“Quando Moisés terminou sua missão combativa, e por vezes até cruel, no seu compromisso de codificar a ideia de um Deus único entre o povo hebreu retirado do Egito, Jesus então estabeleceu os planos para a sua descida messiânica à Terra, a fim de reajustar os ensinamentos dos seus predecessores. O profeta Isaías, tocado pela graça do Senhor e pressentindo essa “descida vibratória” do Mestre Cristão, então anuncia o seguinte: “Já um pequenino se acha nascido para nós, e um filho foi dado a nós, e o nome com que se apelidará será Deus forte, Pai do futuro século, Príncipe de Paz. O seu império se estenderá cada vez mais e a Paz não terá fim” (Isaías, 9:5,6) (…) “E tu, Belém, tu és pequenina entre os milhares de Judá, mas de ti é que há de sair aquele que há de reinar em Israel, e cuja geração é desde o principio, desde os dias da eternidade (Miquéias, 5:1).”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 43.

As Grutas

“Os registros Rosacruzes e Essênios sempre contiveram a afirmação de que o filho de José e Maria nascera numa gruta essênia na estrada próxima a Belém.

(…)

Essas grutas eram em parte naturais e em parte artificiais; é sabido que as grutas deste tipo eram bastante comuns na Palestina e terras adjacentes, pois nos primeiros tempos do cristianismo era melhor e mais seguro construir grutas que grandes estruturas na superfície (…)”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 105.