Observação da Estrela Simbólica

“O fato de que os Magos observaram a estrela simbólica e perceberam sua significação foi uma coisa natural. Mas não devemos pensar que eles avistaram a estrela poucas horas antes do nascimento de Jesus e que abandonaram apressadamente seus santuários ou locais de trabalho para viajar rapidamente até o local do evento. Segundo os antigos registros que estão em nosso poder, vemos que, como em todos os outros casos sempre que surgia a estrela simbólica, seu movimento havia sido observado muitos meses antes do nascimento da Criança Divina: Cuidadosas tabulações do movimento da estrela eram feitas semanas antes de nascimento, e também o tempo provável do evento e seu significado final.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 111-112.

A Estrela que Anunciou os Nascimentos

“(…) quando nasceu a Divina criança chamada Chrishna, uma grande estrela proclamou o fato nos céus e Chrishna foi imediatamente venerado e honrado pelos Magos que lhe trouxeram oferendas. Os registros dizem que os presentes consistiam de sândalo e perfumes.

Por ocasião do nascimento do Buda, uma grande estrela movimentava-se no céu proclamando sua divindade, e homens sábios visitaram o local do advento para prestar homenagens e trazer oferendas.

O nascimento de Confúcio em 551 a.C. foi anunciado por uma grande estrela cruzando os céus, que foi observada pelos sábios, os quais encontraram o local onde estava a criança pelos movimentos da estrela, para lá se dirigindo e ali prestando suas homenagens. A mesma história existe com relação a Mitra, o Salvador persa, a Sócrates, Esculápio, Baco, Rômulo e muitos outros.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p.110.

Missões e Armas de Defesa sob Controle da Luz

“O que vira em outra nave, de painéis e dispositivos de comando e controle, como também estranhas cartas de navegação sideral, aqui se ampliava, sugerindo possível aperfeiçoamento, ou então, indicação apenas de flexibilidade maior, permitindo possíveis outros destinos operacionais para aquela nave! Logo após, assim o confirmava o Comandante Yusef, indicando numa carta em que ao centro se representava a nossa galáxia, com vários sistemas e estrelas assinalados, bem como algumas constelações mais próximas, extragalácticas, em cujos mundos já haviam cumprido outras missões. Salientou aliás, que essas missões têm sido sempre de cordialidade e transcendental colaboração, todas na tónica da promoção amizade, visando a um conhecimento sempre maior e mais perfeito do Universo. Mesmo no nosso sistema solar, onde têm encontrado, algumas vezes, hostilidades e desentendimentos, jamais se afastaram da cordialidade do ideal de ajudar. Esse seria sempre o dever de irmãos mais velhos, mais experientes! Logo a seguir na lógica do assunto de que tratava, não se esquivou de indicar e mostrar alguns “aparatus”, armas de grande e, inimaginável poder, sempre, porém, empregadas para fins defensivos. O que mais me impressionou então foi que todas elas decorrem do excepcional controle que exercem sobre a luz. Usam-na para uma enorme multiplicidade de fins e, particularmente, para essa arma ou armas defensivas, conforme assim explicou o comandante (…)”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 132.

O Universo Existe e Não Existe

E se o Homem, devido à falsa sabedoria, considerar as ações, vidas e pensamentos do Universo, como um mero sonho (semelhante aos seus próprios sonhos finitos), então ele o faz tão conveniente para si, e, como um dormidor que está passeando, tropeça sempre num círculo vicioso, sem fazer progresso algum, sendo, por fim, despertado por uma queda terrível, proveniente das Leis Naturais que ele ignora. Conservai sempre a vossa mente nas Estrelas, mas deixai os vossos olhos verem os vossos passos para não cairdes na lama, por causa da vossa contemplação de cima. Lembrai-vos do Paradoxo Divino, que ao mesmo tempo que o Universo NÃO EXISTE, ELE EXISTE. Lembrai-vos sempre dos dois Pólos da Verdade: o Absoluto e o Relativo. Tomai cuidado com as Meias-Verdades.”

Três Iniciados. O Caibalion: Estudo da Filosofia Hermética do Antigo Egito e da Grécia. Editora Pensamento: São Paulo, 2018, pág. 49.