Idealizar e Criar

“Não bastará, portanto, meditar a grandeza de nosso idealismo superior. É preciso substancializar-lhe a excelsitude em nossas manifestações de cada dia.

(…) Nossos pensamentos geram nossos atos e nossos atos geram pensamentos nos outros.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 115-123.

7 Veículos (Corpos) de Manifestação do Homem-Espírito

ATMA ou ESPIRITUAL (Eu Sou, Centelha Divina)
Conexão com todas as realidades do Universo (ao Divino e suas leis). Onde estão guardadas as estruturas monádicas que dão sustentação a nossa vida terrena -códigos de DNA e programas originais de cada espírito. Coordena todos os outros corpos.

BUDDHI (Alma consciencial, intuitiva, moral)
Armazena os registros/memórias de todas as nossas vivências/experiências encarnacionais, sejam elas boas ou ruins. Planeja e supervisiona o programa encarnatório. Recebe informações de todo agregado.

MENTAL SUPERIOR
Guarda os pensamentos, conceitos e ideias abstratas (tudo que está em nosso inconsciente).Guarda informações de todas as experiências que necessitam correções.

ASTRAL
Aqui residem as emoções e paixões ligadas ao Ego. Informações/impressões de caráter emocional se fixam neste corpo – relacionamentos familiares/amorosos, descontrole emocional, sentimento negativos, apegos não resolvidos, vícios. Ligado ao nosso estado psico-emocional – afeta nosso sistema imunológico. IMPORTANTE NO PROCESSO DE CURA E LIBERTAÇÃO.

MENTAL INFERIOR
Alberga a manifestação da MENTE – inteligência, raciocínio, consciência – pensamentos “mais corriqueiros”. As percepções e sensações (sentidos) se fixam neste corpo. Apego à riqueza, poder e prazeres mundanos aí permanecerão até que se abra mão deles em benefício próprio.

DUPLO ETÉRICO
Sede dos Chakras. Órgãos têm seus duplos luminosos.

FÍSICO (SOMA)

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 95-103.

Vida Universal

“Essa morte à lógica e aos compromissos emocionais do fugaz momento em que estamos no mundo do espaço e do tempo, esse reconhecimento e essa mudança da nossa ênfase para a vida universal que palpita e celebra sua vitória no próprio beijo da nossa aniquilação, esse amor fati (“amor ao destino”), que é inevitavelmente a morte, constitui a experiência da arte trágica; aí reside o prazer que ela traz, seu êxtase redentor”.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 33.