Timóteo e Tito

“TIMÓTEO, oriundo de Listra, na Lacaônia, é filho de pai grego e de mãe judia. É discípulo de Paulo e seu companheiro de viagem. A seguir é colocado à frente da comunidade de Éfeso.”

(…)

“TITO é também um grego, colaborador de Paulo. Este lhe escreve para lhe dar conselhos sobre a organização das comunidades da ilha de Creta. Esses conselhos são semelhantes aos da Primeira Carta a Timóteo.”

(…)

“Enfim, a Segunda a Timóteo é uma carta em que o apóstolo, novamente prisioneiro e pressentindo já o martírio, dá aos seus discípulos suas últimas recomendações. É quase um adeus; tudo respira uma profunda emoção nessa
carta.”

Bíblia Sagrada Ave-Maria: Edição revista e ampliada. Edição Claretiana Editora Ave-Maria, Editora Ave-Maria, 2012. Versão Kindle, Posição 1250 -1257.

Os Escritos da Boanova

“A palavra Evangelho é de origem grega e significa a Boa-nova. Os Evangelhos são escritos que contam a boanova da vinda entre os homens daquele que se fez “filho do homem”, a fim de que nos possamos tornar “filhos de Deus”.

Bíblia Sagrada Ave-Maria: Edição revista e ampliada. Edição Claretiana Editora Ave-Maria, Editora Ave-Maria, 2012. Versão Kindle, Posição 1155.

Cristo, a Luz do Cristianismo

“O pensamento gnóstico é muito parecido com a religião hindu. A própria idéia do Cristo, do Grego Χριστός, que significa “Ungido” tem o mesmo sentido da palavra Buda, do Sânscrito बुद्ध (Buddha), que significa “Desperto”, o Iluminado. Quem é Cristo senão a própria Luz do cristianismo, ou segundo o gnosticismo: despertando a consciência pode-se conhecer a verdade e conhecendo a verdade teremos a libertação, ou seja, a Iluminação.”

Nascimento, Peterson do. Evangelho Copta dos Egípcios (Coleção Apócrifos do
Cristianismo Livro XVI) – Versão Kindle, Posição 635.

Presença – A Segunda Vinda de Cristo

“(…) palavra parousia, do Grego Antigo παρουσία, significando “presença”, é usada no cristianismo para explicar a doutrina que ensina sobre a Segunda Vinda de Jesus Cristo (…)”

Nascimento, Peterson do. Evangelho Copta dos Egípcios (Coleção Apócrifos do
Cristianismo Livro XVI) – Versão Kindle, Posição 611.

O Evangelho Copta dos Egípcios

“O Evangelho Copta dos Egípcios ou Livro Sagrado do Grande Espírito Invisível é um dos textos que compõem a Biblioteca de Nag Hammadi.

(…)

O texto encontrado em Nag Hammadi está escrito em Copta, provavelmente uma cópia de um original em Grego. Este texto Grego original, segundo Ron Cameron (1951), pela forma que foi composto data do primeiro século do cristianismo, quando circulavam tradições de ditos. Alguma coisa entre os anos 80 d.C e 150 d.C. A técnica de composição do texto, de expansão de ditados para breves diálogos, é análoga ao que é encontrado no Evangelho Segundo Tomé e no Diálogo do Salvador, tanto no assunto quanto na estrutura dos textos.”

Nascimento, Peterson do. Evangelho Copta dos Egípcios (Coleção Apócrifos do
Cristianismo Livro XVI) – Versão Kindle, Posição 40-43.

Fontes Históricas e a Personalidade Jesus

“Alguns estudiosos confiaram na referência feita por Josefo, na sua obra “Antiguidade dos Judeus” 93 anos depois de Cristo, aceitando como relato histórico da autenticidade do Mestre Galileu a seguinte passagem: “Nesse tempo viveu Jesus, um homem santo, se homem pode ser chamado, porque fez coisas admiráveis, que ensinou aos homens; e inspirado recebeu a Verdade. Era seguido por muitos judeus e muitos gregos. Foi o Messias”.

Mas, a nosso ver, as provas mais autênticas da vida de Jesus são as referências à perseguição aos “cristãos”, isto é, os seguidores do Cristo. Havendo cristãos martirizados por se recusarem a abandonar a doutrina do seu líder Jesus, cujos fatos foram registrados pela História, conclui-se que o Mestre Jesus não foi um mito, mas uma figura real, malgrado a ausência de apontamentos históricos.

(…) a carta enviada a Tibério, pelo senador Públio Lentulo, quando presidente da Judéia, narrando a existência de “um homem de grandes virtudes chamado Jesus, pelo povo inculcado de profeta da verdade e pelos seus discípulos de filho de Deus. É um homem de justa estatura, muito belo no aspecto; e há tanta majestade no seu rosto, obrigando os que o veem a amá-lo ou a temê-lo. Tem os cabelos cor de amêndoa madura, são distendidos até as orelhas; e das orelhas, até as espáduas; são da cor da terra, porém, reluzentes. Ao meio da sua fronte, uma linha separando os cabelos, na forma em uso pelos nazarenos. Seu rosto é cheio, de aspecto muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face; o nariz e a boca são irrepreensíveis. A barba é espessa, semelhante aos cabelos, não muito longa e separada pelo meio; seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olhos expressivos e claros, resplandecendo no seu rosto como os raios do sol, porém, ninguém pode olhar fixo o seu semblante, pois se resplandece, subjuga; e quando ameniza, comove até às lágrimas. Faz-se amar e é alegre; porém, com gravidade. Nunca alguém o viu rir, mas, antes, chorar.

(…)

É inadmissível que no curto espaço de uma geração, homens ignorantes, rudes e iletrados, pudessem inventar uma personalidade tão viva e inconfundível em sua contextura moral, como foi Jesus.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 24-27.

Jesus, Salvador

“A palavra “Jesus” tem a mesma interpretação. A antiga forma hebraica da palavra, tal como é encontrada no Antigo Testamento, é Joshua, ou Jeshua, muitas vezes abreviada para Jesu. A forma grega é responsável pelo acréscimo do S final A forma hebraica de Jeshua significava, originariamente, ajudado por Jeová, e a forma hebraica mais moderna significa “libertar” ou “salvar”. A palavra Jesus, portanto, veio a ter o significado de “salvador”.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 142.

Os Vários Idiomas que Falou Jesus

“Nossos registros também mostram que, ao tempo do nascimento de Jesus, os galileus falavam uma língua que não era o hebraico. Já é sabido há muitos séculos, pelos estudantes de literatura sacra, que o Mestre Jesus falava outra língua além do hebraico, havendo indicações de que falava vários idiomas. Estas indicações vêm intrigando bastante os estudiosos da literatura sacra, havendo muitas especulações sobre o assunto entre as autoridades. O consenso entre estas autoridades é o de que Jesus apresentou a maioria de Suas parábolas e ensinamentos ao povo em aramaico, e também acreditam ter Ele usado alguma outra que não era o hebraico. Nossos registros indicam claramente que Ele usava o grego e o aramaico em discursos e conversas gerais, só usando o hebraico quando falava com pessoas que não entendiam as outras línguas. A maioria de Suas belas e poéticas parábolas e seus discursos foram feitos ou em aramaico ou em grego. Mais tarde revelaremos de que forma Jesus aprendeu a língua grega. Encontramos o emprego de expressões estrangeiras nas palavras de Jesus, em versículos da Bíblia como os de Marcos V:41, Marcos VII:34, Marcos e em muitas outras passagens.

O dialeto galileu era uma fonte inesgotável de caçoadas para os judeus. Pedro também era da Galileia e de raça gentia; em Mateus XXVI:73, verificamos que alguém disse a Pedro: “Tu certamente és também um deles, pois, de fato, o teu dialeto te trai.” Muitas anotações históricas indicam que os judeus sabiam quem era galileu, porque esses gentios não conseguiam pronunciar corretamente os sons guturais semíticos.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 55.