Médiuns somos todos nós

“Vemos a mediunidade em todos os tempos e em todos os lugares da massa humana. (…) Médiuns somos todos nós, nas linhas de atividade em que nos situamos. A força psíquica, nesse ou naquele teor de expressão, é peculiar a todos os seres humanos, mas não existe aperfeiçoamento mediúnico sem acrisolamento da individualidade.

METALURGIA
Acrisolar: tirar as impurezas de (metal precioso), purificar no crisol; copelar.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 11-18.

Mundo mental do agente recipiente

“… examinando, pois, os valores anímicos como faculdades de comunicação entre os espíritos, qualquer que seja o plano em que se encontrem, não podemos perder de vista o mundo mental do agente do recipiente, porquanto, em qualquer posição mediúnica, a inteligência receptiva está sujeita as possibilidades e a coloração dos pensamentos em que vive, a inteligência emissora jaz submetida aos limites e as interpretações dos pensamentos que é capaz de produzir.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 11-18.

Psiquismo dinâmico

“… Todos os seres vivos respiram na onda de psiquismo dinâmico que lhe é peculiar, dentro das dimensões que lhes são características ou na frequência que lhes é própria. Esse psiquismo independe dos centros nervosos, uma vez que, fluindo da mente, é ele que condiciona todos os fenômenos da vida orgânica em si mesma.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 11-18.

Pensamento-Realidade

Nossa mente é um núcleo de forças inteligentes gerando plasma sutil que, a exteriorizar-se incessantemente de nós, oferece recursos de objetividade as figuras de nossa imaginação, sob o comando dos nossos próprios desígnios.

“A ideia é um ‘ser’ organizado por nosso espírito,  a que o pensamento da forma e ao qual a vontade imprime movimento e direção. Do conjunto de nossas ideias resulta nossa própria existência.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 11-18.

Hálito Mental

“cada mundo possui o campo de tensão eletromagnética que lhe é próprio, no teor da força gravítica em que se equilibra, e cada alma se envolve no círculo de forças vivas que lhe transpiram ‘hálito’ mental, na esfera de criaturas a que se imana, em obediência às suas necessidades de ajuste ou crescimento para a imortalidade

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 11-18.

Mergulhados em Deus

“da superestrutura dos astros a infraestrutura subatômica, tudo está mergulhado na substância viva da mente de Deus, como os peixes e as plantas da água estão contidos no oceano imenso.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 11-18.

A mente é a base

“… A mente permanece na base de todos os fenômenos mediúnicos.

“Não ignoramos que o universo, a estender-se no Infinito, por milhões e milhões de sóis, é a exteriorização do pensamento Divino, de cuja essência partilhamos, em nossa condição de raios conscientes da eterna Sabedoria, dentro do limite de nossa evolução espiritual.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 11-18.

Todos somos médiuns

Na grande romagem, todos somos instrumentos das forças com as quais estamos em sintonia. Todos somos médiuns, dentro do campo mental que nos é próprio, associando-nos as energias edificantes, se o nosso pensamento flui na direção da vida superior, ou as forças perturbadoras e deprimentes, se ainda nos escravizamos a sombras da vida primitivista o torturada.

Prefácio de Emmanuel. Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 7-10.

O prazer e o sabor de redescobrir o simples

Nós, como seres humanos complicados, gostamos de complicar tudo.

Parece um talento de nossa espécie projetar em nossas relações, sejam elas consigo mesmo, com o outro, com o meio ou com o mundo externo, uma carga pessoal de medos e armadilhas de nossa psiquê, de tal sorte que tudo reflete a complicada mente do homem.

Sorrir é simples, gargalhar é descomplicado.

A natureza, livre das tragédias psíquicas típicas do ser humano, flui com leveza.

Simplificar é a palavra de ordem. Manter simples, o caminho para conquista dos novos patamares que os aguardam.

Meu abraço apertado,

General