Não Confunda Natural com Habitual

“Para muitos pais, esse modo de comunicação é tão diferente que pensam: “Não me parece natural falar dessa maneira”. Por uma incrível coincidência, um escrito de Gandhi me caiu nas mãos na hora exata: “Não confunda o que é natural com o que é habitual”.

(…)

Aprendi que é muito mais natural as pessoas se conectarem de modo amoroso, respeitoso, e fazerem as coisas pela alegria de estar com o outro, ao invés de usar punições e recompensas, ou culpa e acusações, como instrumentos de coerção. Mas uma transformação dessa natureza exige muita e esforço.

ROSENBERG, Marshall. Criar Filhos Compassivamente: Maternagem e Paternagem na Perspectiva da Comunicação Não Violenta. São Paulo: Palas Athenas, 2020, pág. 24.

Não Crie

“A primeira instrução de prática que Rinpoche me deu foi: “Não crie”. Ele me disse: “Deixe sua mente em seu estado natural – não faça nada. Quando pensamentos e sensações surgirem, apenas deixe que surjam. Quando eles se forem, apenas os deixe ir. Não tente manipulá-los“. E depois partiu para o Tibete por seis meses…”

MATTIS-NAMGYEL, Elizabeth. O Poder de uma Pergunta Aberta: o caminho do Buda para a liberdade. Teresópolis, RJ: Lúcida Letra,  2018, p. 148.

Estado de Ignorância

Sabemos das dificuldades para nos fazermos acreditados, da natural ênfase com que pessoas esclarecidas, notadamente psicólogos, investigadores científicos, físicos, químicos, biologistas, filósofos de natureza vária e teólogos dogmáticos subestimarão experiências dessa natureza, reduzindo-as, como aliás será natural, à medida de seus conhecimentos especializados, convicções e preconceitos. Sabemos que nos arriscamos à zombaria da cósmica ignorância em que a maioria das pessoas alfabetizadas, apesar de lerem, ainda tristemente se encontram nesse campo, que é tão novo, apesar de ser tão velho, intrinsecamente afim, se não idêntico, ao da parapsicologia já investigada e proclamada em respeitáveis ambientes universitários.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 68.