Harmonia com Princípios

“Se o homem vive em perfeita harmonia com a operação desses princípios, ele permanece como um ser espiritual comandando seu corpo e sua mente. O pecado é aquilo que compromete esse perfeito autodomínio.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 517.

Capítulo 27: Cumprir da Lei. O Sermão da Montanha, Parte II.

Beatificar é Tornar Supremamente Feliz

Enquanto ensinava, Jesus fez com que suas sagradas vibrações e divina força vital emanassem através de sua voz e de seus olhos e se difundissem sobre os discípulos, tornando-os tranquilamente sintonizados e magnetizados, capazes de receber a plena medida de sua sabedoria por meio da compreensão intuitiva.

(…) Beatificar é tornar supremamente feliz; beatitude significa a felicidade, a bem-aventurança, do céu. *(…) princípios morais e espirituais cujo eco jamais decresceu ao longo dos tempos – princípios por meio dos quais a vida do homem se torna abençoada, repleta de bem-aven turança celestial.

A palavra “pobres”, utilizada na primeira Beatitude, significa estar destituído de qualquer refinamento superficial e exterior de riqueza espiritual. (…) Ser “pobre de espírito” é despojar o ser interior, o espírito, do desejo e apego por objetos materiais, posses terrenas, amigos materialistas e o amor humano egoísta.

*Nota:  “Beatificar” deriva do latim: beatus, feliz + facere, tornar. O termo utilizado para “bem-aventurados (…)” no texto original grego dos Evangelhos é makarios, que em latim corresponde a beati, do qual deriva beatitude em português, estado de bem -aventurança ou suprema alegria.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 480.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.

Reencarnação de Auxiliares do Bem

“Apesar dos numerosos desvios da Igreja Romana, que esquecera os princípios cristãos tão logo que chamada aos gabinetes da política do mundo, nunca o Catolicismo foi de todo abandonado pelas potências do bem, no mundo
espiritual.”

(…)

“Os Apóstolos do divino Mestre, nas claridades do Infinito, deploram semelhantes espetáculos de indigência espiritual e promovem a reencarnação de numerosos auxiliares da tarefa remissora, nas hostes da regra de São Bento.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 143-144.

Dever e Necessidade

“O dever define a submissão que nos cabe a certos princípios estabelecidos como leis pela Sabedoria divina, para o desenvolvimento de nossas faculdades.

Para viver em segurança, ninguém desprezará a disciplina.

Obedecem as partículas elementares no mundo atômico, obedece a constelação na glória da imensidade.

O homem viajará pelo firmamento, a longas distâncias do lar em que se lhe vincula o corpo físico; no entanto, não logrará fazê-lo sem obediência aos princípios que vigem para os movimentos da máquina que o transporta.

Dessa forma, simbolizar o dever como sendo a faixa de ação no bem que o supremo Senhor nos traça à responsabilidade, para a sustentação da ordem e da evolução em sua obra divina, no encalço de nosso próprio aperfeiçoamento.

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. Pensamento e Vida. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 87.

O Todo, O Princípio e a Existência

“O lado oposto deste aspecto é o aspecto de EXISTÊNCIA, no qual todas as Leis perdem-se na LEI, todos os Princípios imergem no PRINCÍPIO; e o TODO, O PRINCÍPIO, a EXISTÊNCIA, SÃO IDENTICOS ENTRE SI (uns aos outros). Por isso, as especulações metafísicas sobre este ponto são fúteis. Entramos aqui no assunto, simplesmente para mostrar que conhecemos a pergunta e também o absurdo das respostas ordinárias das metafísicas e teologias.”

Três Iniciados. O Caibalion: Estudo da Filosofia Hermética do Antigo Egito e da Grécia. Editora Pensamento: São Paulo, 2018, pág. 65.

Doutrina Máxima

“A doutrina máxima da Bruxaria, a Rede Wiccana, é: “Faça o que quiser, mas não prejudique ninguém.

Buckland, Raymond. Livro completo de bruxaria de Raymond Buckland: tradição, rituais, crenças, história e prática. Editora Pensamento Cultrix, São Paulo, 2019, p. 47.