Transparência

“O Psicoscópio, só por si, da margem a preciosas reflexões. Imaginemos uma sociedade humana que pudesse retratar a vida interior dos seus membros… Isso economizaria grandes cotas de tempo na solução de inúmeros problemas psicológicos.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 19-26.

A função psicológica do mito

Não pode haver dúvida: os perigos psicológicos pelos quais passarem as gerações anteriores, com a orientação oferecida pelos símbolos e exercícios espirituais de sua herança mitológica e religiosa, nós hoje (…) enfrentar sozinhos ou, na melhor das hipóteses, com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito efetiva. Eis o nosso problema, na qualidade de indivíduos modernos, “esclarecidos”, que foram privados da existência de todos os deuses e demônios por meio da racionalização. Não obstante, ainda podemos ver, na multiplicidade de mitos e lendas, que chegaram até nós ou que tem que tem sido registrados pelos confins da terra, o esboço de alguns elementos do nosso destino mais humano.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p.