Contemplando Deus

“Deus é percebido com a visão da alma. Em seu estado natural, toda alma é onisciente, contemplando diretamente a Deus ou a Verdade por meio da intuição.

O restabelecimento da perdida clareza da visão divina é o significado dessa Bem-aventurança.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 487.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.

Dentro de mim

Em meditação | Dia VII

Me vi recolhido e pequeno, dentro de mim mesmo, num aconchego suave e acolhedor, difícil de descrever. Pequeno, dentro de mim, vi que as paredes internas do meu ser eram feitas do cosmo. Não tenho em mim limites porque o Todo não tem limites. Dentro de mim estou dentro do Todo.

Me vi então crescendo, vestindo outra vez meu próporio corpo, mas ultrapassando em seguida seus limites. Inchei-me para além de mim e me descobri maior. O Todo que cabe em mim, revela meu pobre eu do tamanho do Todo. Quem sou eu no Todo? Quem é o Todo em mim? Doce mistério.

Revigorante energia, no topo e no centro da testa.

Agora estou emocionadamente Satisfeito

Agora estou emocionadamente satisfeito e nunca mais exigirei provas dessa natureza.”

“Verifiquei que, depois disso, a faculdade ainda mais se desenvolveu, se ampliou e se aclarou, modificando-se evidentemente para melhor, de vez que foi complementada por uma espécie de visão hiperespacial, conjunto esse – telepatia – visão hiperespacial– que possibilitou tudo o que se seguiu e que constitui a razão de ser deste livro.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 63.

Gods and Miserables

“The nature of Jesus Christ is, indeed, the very same nature of humanity. His divinity embraces our humanity as our humanity has the divinity inner with in. We are gods, in our potential, but miserables in our perspective. Ascending our consciousness, we realise how beautiful is the eternal plan of the Father of all.

It is very important to keep building the community that will support the movement. Give them tools, freedom and leadership, multiplying the project vision in people with good will.

We will advance ten years in one again. Because it is necessary. And be prepared for change, because we will change. It is time! Today is the right time.

With my love and support, always around.

Pe. Robert DeGrandis

(…)

A natureza de Jesus Cristo é, de fato, a mesma natureza da humanidade. Sua divindade abraça nossa humanidade como nossa humanidade tem a divindade interior. Somos deuses, em nosso potencial, mas miseráveis em nossa perspectiva. Subindo nossa consciência, percebemos o quão belo é o plano eterno do Pai de todos.

É muito importante continuar construindo a comunidade que apoiará o movimento. Dê a eles ferramentas, liberdade e liderança, multiplicando a visão do projeto em pessoas de boa vontade.

Vamos avançar dez anos em um novamente. Porque é necessário. E esteja preparado para a mudança, porque vamos mudar. Está na hora! Hoje é a hora certa.

Com meu amor e apoio, sempre por perto.

Pe. Robert DeGrandis

Homem Cósmico

“O discípulo foi abençoado pela visão que transcende o alcance do destino humano normal, equivalente a um vislumbre da natureza essencial do cosmos. Não seu destino pessoal, mas o da humanidade, da vida como um todo, do átomo e de todos os sistemas solares, foi posto diante dos seus olhos; e em termos passíveis de apreensão humana, isto é, em termos de uma visão antropomórfica: o Homem Cósmico.

(…) De modo correspondente, o Homem Cósmico manifestou-se, na Palestina, como judeu; na Alemanha antiga, como alemão, entre os Basutos, como negro no Japão, como japonês. A raça e a estatura da imagem que simboliza Universal imanente transcendente tem alcance histórico, e não semântico; o mesmo ocorre com o sexo: a Mulher Cósmica, que aparece na iconografia dos jainistas, É um símbolo tão eloquente quanto Homem Cósmico.”

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, pp. 229-230.