“Embora tenha sido extinta, a heresia gnóstica perdurou por toda a Idade Média, sob uma forma de que ela própria não tinha consciência, isto é, sob o disfarce da alquimia. (…) Os pontos de vista dos tempos posteriores giravam em torno da seguinte idéia central: a anima mundi (a alma do mundo), o Demiurgo ou o espírito divino que fecundava as águas do caos inicial permanecceu em estado potencial dentro da matéria e, com isto, se conservou também o estado católico inicial”.
JUNG, C.G. Psicologia e Religião.Psicologia e Religião Ocidental e Oriental ,OC. Editora Vozes. 2012. Pág.121.
III. História e psicologia de um símbolo natural
