“Certo tipo de imaginação ativa pode ser realizado como uma conversa com partes internamente examinadas do nosso corpo, na qual também escutamos o que elas dizem (…) Essa técnica é às vezes favorável no caso de um sintoma físico psicogênico. Sempre que a matéria está envolvida, seja dentro seja fora do corpo, podemos esperar fenômenos sincrônicos, o que demonstra que essa forma de imaginação ativa é especialmente “carregada de energia”.
4. Chegamos agora a quarta fase, a fase decisiva aquela está ausente em quase todas as técnicas de imaginação a confrontação moral com o material produzido. (…) Trata-se do erro de entrarmos nos eventos internos com um ego fictício em vez do de com o verdadeiro ego.
FRANZ, Marie-Louise von. Psicoterapia.São Paulo: Paulus, 2021, pág. 206-207.
A imaginação ativa
