Na recepção da psicóloga

Em meditação | Dia XXIX

29° dia meditando ininterruptamente. E hoje, na recepção da psicóloga do Lorenzo. DeiDei está em tudo, em todas as coisas, e sendo assim, jamais o perco de vista.

Hoje registrei uma curiosa perda do tato pela imobilidade dos braços. A ausência do movimento me permitiu observar, dentro de mim, meus braços espirituais livres, e a completa perda do sentido do tato nas mãos e braços físicos. Era como se eles não existissem de fato, apenas o corpo

Pai nosso

Em meditação | Dia XXVI

Em meditação em casa. Hoje encerramos o ciclo da primeira turma do curso de Iniciação à Exoconsciência. Muito felizes.

Durante a meditação me ocorreu de reconstruir o “Pai-Nosso” com frases que façam sentido e driblem o hábito da ladainha repetitiva.

O Valor do Sal

“(…) o sal era considerado valioso.

(…)

Foi para adquirir esse precioso bem que se estabeleceram as primeiras rotas comerciais nas civilizações antigas. Em algumas regiões, uma medida de sal tinha o mesmo valor que o peso equivalente em ouro, o que se considerava um preço justo. Os legionários romanos recebiam um salarium, ou custeamento de sal – de onde deriva o termo moderno “salário”.

(…)

Por isso o homem é a luz do mundo. Nenhuma outra criatura viva, só a consciência humana, é dotada com a candeia plenamente reveladora de uma inteligência potencialmente ilimitada.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 497-498.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.

Os Sinais Distintivos do Sábio

“(Os sinais distintivos do sábio são:) humildade, ausência de hipocrisia, inofensividade, capacidade de perdoar, retidão, serviço ao guru, pureza de mente e de corpo, firmeza, autocontrole;

Indiferença aos objetos dos sentidos; ausência de egotismo, compreensão das dores e dos males (intrínsecos à vida mortal): nascimento, doença, velhice e morte;

Desapego, não identificação do Eu com filhos, esposa e casa, por exemplo; equanimidade ininterrupta em circunstâncias de sejáveis ou indesejáveis;

Inabalável devoção a Mim pela yoga que nega a separatividade, busca de lugares solitários, rejeição da companhia de homens mundanos;

Perseverança no Autoconhecimento; e percepção, por meio da meditação, do objeto de toda a aprendizagem: a verdadeira essência ou significado. Todas essas qualidades constituem sabedoria; as qualidades opostas a elas constituem ignorância.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 497.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.

Estado de Bem-aventurança Meditativa

O celestial estado de bem-aventurança meditativa experimentado nesta vida é um antegozo da alegria sempre-nova sentida pela alma imortalizada no estado após a morte. A alma leva consigo essa alegria às sublimes regiões astrais de A bem-aventurança e beleza celestial, onde as flores vitatrônicas fazem beleza celestiais do desabrochar suas pétalas iridescentes no jardim do éter e onde o clima, a atmosfera, o alimento e os habitantes são feitos de diferentes vibrações de luz multicolorida – um reino de manifestações refinadas que estão, mais do que as rudes imperfeições da Terra, em harmonia com a essência da alma.

Pessoas virtuosas que resistem às tentações na Terra mas não reino astral se libertam totalmente da ilusão – são recompensadas após a morte com um descanso revigorante nesse reino astral, entre os numerosos semianjos e almas semirredimidas que levam uma vida muito superior àquela na Terra. Lá, elas desfrutam dos resultados de seu bom karma astral por um período carmicamente predeterminado; passado esse tempo, seu karma terreno remanescente as atrai de volta à reencar nação em um corpo físico. Seu “grande galardão” no céu astral as capacita a manifestar à vontade condições desejáveis, lidando inteiramente com vibrações e energia, e não com as propriedades fixas das substâncias sólidas, líquidas e gasosas encontradas durante sua jor nada terrena. No céu astral, todos os móveis, propriedades, condições climáticas e de transporte estão sujeitos ao poder de vontade dos seres astrais, que são capazes de materializar, manipular e desmaterializar a substância vitatrônica desse mundo mais sutil de acordo com sua preferência.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 495-496.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.

Céu portátil

“Almas adiantadas – que são capazes de experimentar em meditação o estado de alegria sempre-nova, próprio da Autorrealização, e que podem permanecer constantemente nessa bem-aventurança celestial interior em que Deus habita – levam consigo um céu portátil aonde quer que vão.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 494.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.

Coragem

“A natureza mesquinha do ego faz o homem indisciplinado sentir-se desconfortável e com uma disposição maldosa para com aqueles que moral e espiritualmente diferem dele. (…) Jesus encorajou seus seguidores a não ficarem desanimados ou intimidados se, ao tentar viver espiritualmente, descobrirem que as pessoas com mente materialista não os compreendem.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 492.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.

Deles é o Reino dos Céus

“O reino da Consciência Cósmica pertence ao Rei da Bem-aventurança Celestial e às almas elevadas que Nele imergem. Daí se dizer dos devotos que unem seu ego a Deus, tornando-se unos com o Rei do Universo: “Deles é o reino dos céus“.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 491.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.