Arrependimentos…

(…) (Bronnie) Ware Passou muitos anos cuidando de gente que enfrentava a própria mortalidade. Quando perguntava as pessoas sobre seus arrependimentos, ou sobre algo que fariam diferente, descobriu temas similares em todas. Em ordem decrescente, os cinco mais comuns eram estes: gostaria de ter me deixado ser mais feliz – Demoraram muito a descobrir que a felicidade é uma escolha: gostaria de ter mantido contato com meus amigos – Falharam muito constantemente em dar-lhes o tempo e atenção que mereciam; gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos – frequentemente foi pesado demais lidar com bocas caladas e sentimentos presos, gostaria de não ter trabalhado tanto – causou muito remorso tempo demais gasto como ganhar a vida em vez de construí-lá.

Por mais duros que sejam estes arrependimentos, um outro ocupa o primeiro lugar: Gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse. Sonhos semirrealizados e esperanças não concretizadas: Esse foi o arrependimento número um expresso por quem estava prestes a morrer. Como Ware colocou: “A maioria das pessoas não honrou nem metade dos sonhos e teve de morrer sabendo que isso foi causado pelas escolhas que fizeram, ou que deixaram de fazer”.

Livro de Bronnie Ware citado por Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, pp. 189-190.

Impacto da rede social

As pessoas com as quais você sai também causam sérias implicações do seu zapp dos de saúde. O prof. Dr. Nicholas A. Christakis de Harvard e o professor associado James H. Fowler, da Universidade da Califórnia, em San Diego, escreveram um livro que trata de como nossa rede social gera impacto e revogável em nosso bem-estar. O livro Conneceted: The Surprising Power of Our Social Networks and How They Shape Our Lives Ligar os pontinhos entre os nossos relacionamentos e uso de drogas, a falta de sono, tabagismo, o consumo de álcool, alimentação e até a felicidade. Por exemplo, o estudo de 2007 sobre obesidade revelou que, se um dos seus amigos mais próximos se tornou beijo, você tem 57% mais de chance de seguir o mesmo caminho. Por quê? As pessoas com as quais mais convivemos tendem a estabelecer padrões do que consideramos apropriados.

Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, p. 181.

Acolha o caos

Quando trabalhamos sem descanso dentro do nosso bloco de tempo, o entulho vai se acumulando ao redor automaticamente. É inevitável fazer bagunça quando você foca em uma coisa só. Enquanto você se concentre em sua função mais importante, o mundo não se senta e espera.

Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, p. 174.

Simplicidade

No fim das contas, o melhor jeito de se ter sucesso é ser simples. E quando você simplifica, diz não – muitos nãos. Muito mais do que já havia pensado em dizer.

Ninguém sabia ser simples tão bem quanto Steve Jobs. Sua fama propagandear Ava tanto os produtos aos quais ele não deu atenção quantos produtos transformadores que a Apple criou. Nos dois anos após o retorno dele a companhia, em 1997, os produtos passaram de 350 para 10.

Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, p. 172.

Blocos de tempo

A última coisa que pode derrubar você do bloco de tempo e não conseguir liberar a mente. Dia sim, dia não, o maior desafio a ser superado pode ser sua própria necessidade de fazer outras coisas em vez de sua “única coisa”. A vida não se simplifica no momento em que você simplifica o seu foco; a sempre outras coisas gritando para serem feitas. Sempre. Então, quando as coisas pipocarem na sua mente, apenas escrevo uma lista de tarefas e volte ao que deveria estar fazendo. Em outras palavras, engane sua mente. Depois tire a folha do caminho e da sua cabeça até que chegue a hora de fazer essas coisas.

Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, p. 156.

Propósito e prioridade

Viva com propósito e saber aonde quer chegar. Viva com prioridade saberá o que fazer para chegar lá.

(…) O poder do propósito em mudar nossas vidas é tanto maior quanto for o poder da prioridade com que nos conectamos a ele. Propósito sempre ore idade não tem poder algum.

Na verdade, a palavra deve vir no singular, não no plural: prioridade. Ela tem sua origem no século XIV, do latim pior, “primeiro”. Se algo era o mais importante, era uma prioridade. Curiosamente, a prioridade permaneceu sem plural até meados do século XX, quando o mundo aparentemente a rebaixou para significar algo que tem importância, surgindo, então, o plural “prioridades”.

Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, p. 133

O poder do propósito

O propósito também ajuda quando as coisas não estão dando muito certo. Às vezes, a vida fica difícil, e não há como evitar isso. Aponte mais alto, viva por mais tempo, e você vai deparar com momentos complicados. Tudo bem. Todos passamos por isso. Conhecer as razões pelas quais você está fazendo algo oferece a inspiração e a motivação para dar um suor extra, necessário para perseverar quando as coisas não vão bem. Manter-se firme em algum tempo suficiente para que o sucesso apareça é uma demanda fundamental para alcançar resultados extraordinários.

(…) Quando se pergunta: “Qual é a única coisa que posso fazer na minha vida que faria mais sentido para mim e para o mundo, de modo que, ao fazer ela, o restante se torne mais fácil ou desnecessário?” , Você usar o poder da única coisa para trazer propósito a sua vida..

Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, p. 130