Arrependimentos…

(…) (Bronnie) Ware Passou muitos anos cuidando de gente que enfrentava a própria mortalidade. Quando perguntava as pessoas sobre seus arrependimentos, ou sobre algo que fariam diferente, descobriu temas similares em todas. Em ordem decrescente, os cinco mais comuns eram estes: gostaria de ter me deixado ser mais feliz – Demoraram muito a descobrir que a felicidade é uma escolha: gostaria de ter mantido contato com meus amigos – Falharam muito constantemente em dar-lhes o tempo e atenção que mereciam; gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos – frequentemente foi pesado demais lidar com bocas caladas e sentimentos presos, gostaria de não ter trabalhado tanto – causou muito remorso tempo demais gasto como ganhar a vida em vez de construí-lá.

Por mais duros que sejam estes arrependimentos, um outro ocupa o primeiro lugar: Gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse. Sonhos semirrealizados e esperanças não concretizadas: Esse foi o arrependimento número um expresso por quem estava prestes a morrer. Como Ware colocou: “A maioria das pessoas não honrou nem metade dos sonhos e teve de morrer sabendo que isso foi causado pelas escolhas que fizeram, ou que deixaram de fazer”.

Livro de Bronnie Ware citado por Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, pp. 189-190.

Publicado por

Juliano Pozati

Strengths coach, Escritor, Espiritualista e empreendedor. Membro do Conselho do The Institute for Exoconsciousness (EUA). Meio hippie, meio bruxo, meio doido. Pai do Lorenzo e fundador do Círculo. Bacharel em Marketing, expert em estratégia militar, licenciando em filosofia. Empreendedor inquieto pela própria natureza. Seu fluxo é a realização!

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