“O preconceito, muito difundido, contra os sonhos é apenas um dos sintomas da subestima muito mais grave da alma humana em geral. Ao magnífico desenvolvimento científico e técnico de nossa época, correspondeu uma assustadora carência de sabedoria e de introspecção.
(…)
Nossas próprias formas de cortesia ainda revelam uma atitude “religiosa” em relação a possíveis perigos psíquicos: ao darmos um “bom-dia”, procuramos conciliar de modo mágico as graças do destino. É uma falta de delicadeza conservar a mão metida no bolso ou atrás das costas, quando cumprimentamos alguém. Quando se pretende ser particularmente atencioso, cumprimenta-se a pessoa com ambas as mãos.”
JUNG, C.G. Psicologia e Religião.Psicologia e Religião Ocidental e Oriental ,OC. Editora Vozes. 2012. Pág.29-30.
I. A Autonomia do insconsciente
