O Termo Mestre

” (…) o termo Mestre equivale ao modo apropriado de dirigir-se ao guru com o sufixo ji ou deva, que tem conotação de respeito: Guruji, Gurudeva, Mestre. A palavra mestre se reporta etimologicamente ao termo latino magnus, grande; e magnus corresponde ao termo sânscrito mahat (grande, importante, elevado, eminente: maharishi, um grande conhecedor de Deus).

Do berço à sepultura e até a ascensão no Espírito, a totalidade da civilização baseia-se na transmissão de conhecimento – daqueles que sabem aos que estão aprendendo.

(…)

O autodomínio é a cidadela da sabedoria.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 204 -205.

Capítulo 9: Jesus encontra seus primeiros discípulos.

Ascensão da Alma Humana

“Enquanto as penosas transições do século XX se anunciam ao tinido sinistro das armas, as forças espirituais se reúnem para as grandes reconstruções do porvir.

(…)

Vê-se, então, o fio inquebrantável que sustenta os séculos das experiências terrestres, reunindo-as, harmoniosamente, umas às outras, a fim de que constituam o tesouro imortal da alma humana em sua gloriosa ascensão para o Infinito.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 08-10.

Código de Princípios Morais do Universo

“O Evangelho, assim, não é o livro de um povo apenas, mas o Código de Princípios Morais do Universo, adaptável a todas as pátrias, a todas as comunidades, a todas as raças e a todas as criaturas, porque representa, acima de tudo, a carta de conduta para a ascensão da consciência à imortalidade, na revelação da qual Nosso Senhor Jesus Cristo empregou a mediunidade sublime como agente de luz eterna, exaltando a vida e aniquilando a morte, abolindo o mal e glorificando o bem, a fim de que as leis humanas se purifiquem e se engrandeçam, se santifiquem e se elevem para a integração com as Leis de Deus.”

Xavier, Francisco Cândido/ André Luiz. Mecanismos da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, Capítulo 26.

Jesus Intermediário do Cristo

“Jesus, como dissemos, não é o Cristo, mas a consciência angélica mais capacitada para recepcionar e cumprir a sua vontade em cada plano descendente do reino angélico até a Terra. Em sua missão sublime, Jesus foi a “janela viva” aberta para o mundo material, recebendo do Cristo as sugestões e inspirações elevadas para atender à salvação das almas, em educação na crosta terráquea. No entanto, Jesus também ascensiona ininterruptamente pela expansão ilimitada de sua Consciência e libertação definitiva das formas dos mundos planetários transitórios. É provável, portanto, que no próximo “Manvantara” ou “Grande Plano” ele também já se gradue na escala arcangélica; e então participará diretamente da criação dos mundos sob a inspiração do Arcanjo, do Logos ou do Cristo do vosso sistema solar.

É o Arcanjo, o Logos ou Cristo Planetário da Terra, cuja Luz e Essência Vital, em perfeita sintonia com a vontade e o plano de Deus, então alimenta a alma da humanidade terrícola. Os homens vivem embebidos de sua essência sublime e, por isso, sentem no âmago de suas almas uma direção que os orienta, incessantemente, para as melhores aquisições espirituais no mundo educativo da matéria. As criaturas mais sensíveis, os intuitivos e os inspirados, às vezes identificam essa “voz oculta” a lhes falar silenciosa eternamente nas belezas edênicas, que os aguardam após o desenlace do corpo carnal. Assim, o Logos, o Verbo ou o Cristo do planeta Terra, em determinado momento passou a atuar diretamente pelo seu intermediário Jesus, anjo corporificado na figura humana, transmitindo à humanidade a Luz redentora do Evangelho.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 70.

Sistema de segredo

“Não fosse o sistema de segredo, não existisse a organização secreta, não se submetesse a cuidadosa prova e experimentação cada um dos que têm sido guardiães dos grandes mistérios, e a Grande Luz que veio à terra nos primeiros trinta anos da Era Cristã teria desvanecido quando da Ascensão de Jesus- o Cristo, e hoje, os ensinamentos e práticas que Ele tornou magnificamente reais e universalmente aplicáveis às necessidades do homem se teriam perdido, a Humanidade teria recaído nos erros do passado e o mundo estaria hoje sem o mais tênue vislumbre daquela Grande Luz.”

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 37.

O Entendimento Como Meio de Equilíbrio

“Apequenar-se para ajudar, sem perder altura, é assegurar a melhoria de todos, acentuando a própria sublimação.

Entretanto, só o culto infatigável do entendimento pode garantir-nos o equilíbrio indispensável no serviço de autoburilamento em que devemos empenhar os nossos melhores sonhos, de vez que apenas o amor puro é capaz de criar em nossa mente a energia da luz divina, a expandir-se de nós em reflexos de protetora renovação.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. Pensamento e Vida. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 45.

Trabalho-Ação, Trabalho-Serviço

“Cativo, embora, às injunções do plano de obscura matéria em que transitoriamente respira, pode, porém, desde a Terra, fruir a ventura do serviço voluntário aos semelhantes todo aquele que descerre o espelho da própria alma aos reflexos da Esfera divina.

O trabalho-ação transforma o ambiente.

O trabalho serviço transforma o homem.

As tarefas remuneradas conquistam o agradecimento de quem lhes recebe o concurso, mas permanecem adstritas ao mundo, nas linhas da troca vulgar.

A prestação de concurso espontâneo, sem qualquer base de recompensa, desdobra a influência da Bondade celestial que a todos nos ampara sem pagamento.

A maneira que se nos alonga a ascensão, entendemos com mais clareza a necessidade de trabalhar por amor de servir.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. Pensamento e Vida. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 32.

Um Novo Mundo

Será, poderemos antever, um novo mundo que se criará pela mão do próprio humano, a vista PLENA DE VISÃO CÓSMICA dos seres já ascensionados, realizados do incessante progredir.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 129.

Aprendizado Individual

“Todavia, queremos deixar claro que não nos proporemos a indicar caminhos ou procedimentos para realizações internas, as quais irão sendo atingidas mediante passos seguros, que cada um há de dar nas lutas ascensionais das suas próprias experiências.

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 80.

Super-humanidade

“E pensamos: pois a vida não ascendeu dos abismos oceânicos, das cavernas mais profundas, da obscuridade das mais remotas e gigantescas florestas e pântanos insondáveis, à maravilhosa expressão física e psicológica do ser humano? Por que teria perdido a virtude de conduzir esse próprio homem mais à frente, a caminho de uma super-humanidade? Qual a lógica científica que justificaria marcar limites à ascensão humana, no sentido de poder tornar-se mais rico de capacidades, mais amplo de consciência, menos encerrado em suas paredes egoístas e, em consequência, plenamente aberto ao sem limite do evoluir, à glória de realizar-se na senhoria, já aí, do próprio universo?!… Que há, em tudo que ficou esplanado, de anticientífico, se a história da cultura humana, da caverna, da pedra lascada, até hoje, é um estímulo imenso e até uma segurança para essas mais caras esperanças de aperfeiçoamento desse ainda pobre porém essencialmente tão rico ser humano?”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 74.