Tradições e Pioneirismo

Nos Estados Unidos, o primeiro Bruxo a “se reconhecer como tal” fui eu, Raymond Buckland. Naquela época, não havia covens nesse país. (…) Hoje, aquele que deseja ser Bruxo tem um vasto leque de tradições entre as quais escolher: gardneriana, celta, saxônica, alexandrina, druida, algard, nórdica, irlandesa, escocesa, siciliana, huna, etc.

(…) todos somos diferentes, Não é de se surpreender que não exista uma religião que sirva para todas as pessoas. Da mesma maneira, não existe um único tipo de Bruxaria que sirva para todos os Bruxos.

Buckland, Raymond. Livro completo de bruxaria de Raymond Buckland: tradição, rituais, crenças, história e prática. Editora Pensamento Cultrix, São Paulo, 2019, p. 44.

Diferentes

Os problemas surgem apenas quando um grupo se sene superior aos outros. É preciso que se reconheça que todos nós somos diferentes. Como afirmei várias vezes, existem muitos caminhos, mas todos levam ao mesmo lugar.

Buckland, Raymond. Livro completo de bruxaria de Raymond Buckland: tradição, rituais, crenças, história e prática. Editora Pensamento Cultrix, São Paulo, 2019, p. 26.

Religião de cada um

Assim como nenhuma religião é correta para todas as pessoas, não existe uma denominação da Bruxaria que seja correta para todos os Bruxos. E é assim que deve ser. Todos somos diferentes. Nossos antecedentes – étnicos e sociais – variam imensamente. Costuma-se dizer que existem muitos caminhos, mas todos levam ao mesmo lugar.

Buckland, Raymond. Livro completo de bruxaria de Raymond Buckland: tradição, rituais, crenças, história e prática. Editora Pensamento Cultrix, São Paulo, 2019, p. 20.

A virtude

A virtude não é senão o prelúdio pedagógico da percepção culminante, que ultrapassa todos os pares de opostos. A virtude subjuga o ego voltado para si e torna possível a convergência transpessoal (…)

Pois como declarou Heráclito (no Fragmento 46): “Os diferentes são reunidos, e das diferenças resulta a mais bela harmonia, e todas as coisas se manifestam pela oposição”.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 48.