Raios vitais = Raios Ectoplásmicos

“O estudo da mediunidade repousa nos alicerces da mente com o seu prodigioso campo de radiações. A ciência dos raios imprimirá, em breve, grande renovação aos setores culturais do mundo. Aguardemos o porvir.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 19-26.

Pentecostes

“teto, paredes e objetos de uso corriqueiro revelavam-se formados de correntes de força, a emitirem baça claridade.

(…) “Detive-me na contemplação dos companheiros encarnados que agora apareciam mais estreitamente associados entre si, pelos vastos círculos radiantes que lhes nimbavam as cabeças de opalino esplendor. 

“Tive a impressão de fixar, em torno do apagado bloco de massa semiobscura a que se reduzira a mesa, uma coroa de luz solar, formada por dez pontos característicos, salientando-se no centro de cada um deles o semblante espiritual dos amigos em oração.

“Desse colar de focos dourados alongava-se extensa faixa de luz violeta, que parecia contida numa outra faixa de luz alaranjada, a espraiar-se em tonalidades diversas que, de momento, não pude identificar, uma vez que a minha atenção estava presa ao círculo dos rostos fulgurantes, visivelmente unidos entre si, a maneira de dez pequeninos sóis, imanados uns aos outros. Reparei que sobre cada um deles se ostentava uma auréola de raios quase verticais, fulgentes e móveis, quais se fossem diminutas antenas de ouro fumegante.

“Sobre essas coroas que se particularizavam, de companheiro companheiro, caíam do alto abundantes jorros de luminosidade estelar que, tocando as cabeças ali irmanadas, pareciam suaves correntes de força a se transformarem em pétalas microscópicas, que se acendiam e apagavam, em miríades de formas delicadas e caprichosas, gravitando, por momentos, ao redor do cérebro em que se produziam, quais satélites de vida breve em torno das fontes vitais que eles davam origens.

Custodiando a assembleia, permaneciam os mentores espirituais presentes, cada qual irradiando a luz que ele era própria.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 19-26.

Saber é o primeiro passo

A pujança de enxertos cotidianos reflete a transição das energias do inverno para o princípio da primavera, onde todos os brutos devem desabrochar, os galhos reflorescer, e as fragrâncias  impregnar de convite à vida todos os ambientes dos sítios naturais. Esta face do orbe ora se realinha com novas porções de energia e os ciclos vão se complementando e se balanceando numa quase eterna compensação.

Ainda assim, nascer requer coragem, força e empenho! Eis o desafio da consistência ao longo do tempo: tendo reconhecido o destino próximo, esquecer-se de rodar os próximos quilômetros até lá, giro à giro, metro por metro.

Saber é o primeiro passo. Mas jornadas não se fazem de um passo só. Avancemos sempre!

General

O ciclo do Movimento

Assim como em um organismo vivo, é o movimento da vida a energia que a tudo vivifica e dá sentido. Todo crescimento, todo fruto, toda interação. O ciclo do movimento é marcado pelo encontro das pessoas consigo mesmas, com a comunidade e com a causa que os uniu. Encontros que dão sentido. Projetos que fazem sentido.

O sentir pertencer e o sentir contribuir, ambos ressignificam o sentir a si mesmos. Eis o sentido dos próximos passos.

Devagar mas firme, se consolidam a partilha responsável do poder, onde cada um, naquilo que pode e naquilo que sabe, contribui para a evolução do outro. A doação final é apenas meio. O processo para se chegar até lá é o que traz o movimento à vida, agrega e verdadeiramente transforma.

Que cada um contribua com o mínimo, e juntos teremos muito à dispor e realizar. Que ninguém abrace o mundo todo por si mesmo, mas que o mundo todo aprenda a dar as mãos e juntos realizar.

Em nome do General,

Dos amigos do Círculo do lado de cá.

O poder do propósito

O propósito também ajuda quando as coisas não estão dando muito certo. Às vezes, a vida fica difícil, e não há como evitar isso. Aponte mais alto, viva por mais tempo, e você vai deparar com momentos complicados. Tudo bem. Todos passamos por isso. Conhecer as razões pelas quais você está fazendo algo oferece a inspiração e a motivação para dar um suor extra, necessário para perseverar quando as coisas não vão bem. Manter-se firme em algum tempo suficiente para que o sucesso apareça é uma demanda fundamental para alcançar resultados extraordinários.

(…) Quando se pergunta: “Qual é a única coisa que posso fazer na minha vida que faria mais sentido para mim e para o mundo, de modo que, ao fazer ela, o restante se torne mais fácil ou desnecessário?” , Você usar o poder da única coisa para trazer propósito a sua vida..

Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, p. 130

Fluxo de capital e pensamento

E aqui vai a condição primária para o sucesso, o grande segredo: concentre sua energia, seu pensamento e seu capital exclusivamente no negócio que você está engajado. Tendo escolhido uma linha, descida lutar para reproduzir essa linha, para ser o melhor nela, adote cada melhoramento, tenha o melhor maquinário e saiba o máximo sobre ela. As firmas que falham são as que espalham o seu capital, o que significa espalhar também a sua mente. Investem nisso, naquilo, ou em outro, aqui, lá, em todo lugar. O ditado “não coloque todos os ovos numa única sexta” está errado. Eu digo: “coloque todos os ovos numa única sexta; depois fica de olho nela”. Olha o redor e ficar atento; homens que fazem isso não costumam fracassar. É fácil cuidar de uma cesta e carregá-la. É carregando sextas demais que muitos ovos são quebrados neste país.

Andrew Carnegie citado por Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, p. 96.

Força de vontade

(…) A força de vontade não está sempre à nossa disposição.

(…) Todo mundo entende que recursos limitados devem ser manejados. No entanto, em geral falhamos em reconhecer que a força de vontade é um deles. Agimos como se nosso estoque de força de vontade não fosse acabar nunca. Como resultado, não há consideremos o recurso a ser controlado, como alimentação ou o sono. Isso nos coloca repetidamente em situações difíceis, visto que, quando mais precisamos nossa força de vontade, ela pode não estar lá.

(…) Quanto mais usamos a nossa mente, menos atenção temos.(…) O cérebro equivale a 1/50 de nossa massa corporal, mas consome, pasmem, 1/5 das calorias que queimamos para obter energia.

(…) Quando não pensamos na determinação como um recurso que esses vai, quando falamos em reserva-la para as coisas mais importantes, quando não há reabastecemos social está em baixa, estamos, provavelmente, nos coloca no caminho mais complicado em direção ao sucesso.

Então, como colocar a força de vontade para funcionar? Pense nela. Preste atenção a ela. Respeite. Torne prioritário fazer o que é mais importante quando sua força de vontade estiver no máximo. Em outras palavras, de-lhe a hora do dia que ela merece.

(…) Então, se quiser aproveitar o máximo do seu dia, faça o trabalho mais importante mais cedo, antes de gastar sua força de vontade.

Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, pp. 59-67

 

Covendom

O Covendom tradicionalmente se estende por uma légua, ou cerca de cinco quilômetros, em todas as direções a partir do covenstead. Oi tradição, esta é a área onde moram os bruxos que formam o coven. Dizia-se que um covendom não podia se misturar com outro, logo nenhum covenstead deveria estar a menos de dez quilômetros do outro. Hoje em dia, essas velhas fronteiras são raramente obedecidas.

Buckland, Raymond. Livro completo de bruxaria de Raymond Buckland: tradição, rituais, crenças, história e prática. Editora Pensamento Cultrix, São Paulo, 2019, p.

O Todo além

(…) tanto o Pai como Filho são aniquilados – como personalidades-máscaras colocadas no inomeado. Pois assim como os produtos em reais de um sonho derivam da energia vital do sonhador, representando apenas fluidas divisões E complexidade de uma única força, assim também todas as formas de todos os mundos, quer terrestres ou divinos, refletem a forma universal de um único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.

Essa fonte de vida constitui o núcleo do endivido, e este a encontrará dentro de si mesmo – se puder retirar as camadas que a recobrem.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 178.

Imortalidade

A busca da imortalidade física procede de uma incompreensão do ensinamento tradicional. (…) Conhecer a eternidade é iluminar-se; não reconhecer a eternidade produz a desordem e o mal. (…) A bênção concedida ao fiel sempre segue a própria estatura deste, assim como a natureza do desejo que o domina: a bênção é tão-somente um símbolo da energia da vida adaptado às exigências de um caso específico.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, pp. 175-177