Conte Uma História

Histórias podem estabelecer brilhante mente o contexto de uma palestra e fazer o público se interessar por um assunto.

Quando consegue unir humor, autodepreciação e insight na mesma história, você já tem um começo vitorioso.

As histórias com potencial para gerar a melhor sintonia são as relacionadas a você ou a pessoas próximas. Contados com verossimilhança, casos de fracasso, constrangimento, azar, perigo ou desastre são muitas vezes o momento em que os ouvintes passam da atenção convencional ao interesse profundo.

A recomendação básica aqui é: seja autêntico.”

ANDERSON, Chris, Ted Talks: O Guia Oficial do Ted para Falar em Público, Ed. Intrinseca, 2016, Pág. 65-66.

Capítulo 2 – Ferramentas da Palestra: Sintonia.

Observações para o Humor

“O melhor humor se baseia na observação de coisas que ocorrem à sua volta (…)

A plateia sabe o que é isso (…).

Timing é fundamental(…).

Muito importante: se você não é uma pessoa engraçada, não tente ser no palco.

Perigos (mesmo para quem é abençoado com o dom do humor):

1. Observações de mau gosto e linguagem ofensiva. Não use: você não está no palco de um clube qualquer.

2. Rimas humorísticas.

3. Jogos de palavras.

4. Sarcasmo.

5. Prolongar demais.

6. Qualquer tentativa de humor envolvendo religião, etnia, iden tidade de gênero, política. Membros dessas comunidades talve possam; gente de fora, de jeito nenhum.”

ANDERSON, Chris, Ted Talks: O Guia Oficial do Ted para Falar em Público, Ed. Intrinseca, 2016, Pág. 62.

Capítulo 2 – Ferramentas da Palestra: Sintonia.

Faça a Plateia Rir

Se Sophie Scott tiver razão, a finalidade evolutiva do riso é, até certo ponto, criar vínculos sociais. Quando você ri com alguém, os dois sentem que estão do mesmo lado. Isso é um instrumento fantástico para estabelecer conexão.

(…)O humor afasta a principal resistência a ouvir uma palestra.

Plateias que riem passam logo a gostar do orador. E ao gostar do oradores estarão muito mais dispostas a levar a sério o que é dito. O riso derruba as defesas, e de repente você tem a chance de se comunicar de verdade com o público.

(…) O riso diz: nós, como grupo, estamos ligados a este orador. Todos vão prestar mais atenção.

(…)

Há trinta anos, os palestrantes enchiam suas falas com piadas envolvendo gênero, raça e deficiências. Não faça isso! O mundo mudou. O humor é uma arte, e nem todo mundo a domina. O humor ineficaz é internet será um tiro no pé.”

ANDERSON, Chris, Ted Talks: O Guia Oficial do Ted para Falar em Público, Ed. Intrinseca, 2016, Pág. 60-61.

Capítulo 2 – Ferramentas da Palestra: Sintonia.

Fonte de Felicidade

“(…) eu quebrei a tensão com uma história apócrifa ligada a Madame De Gaulle, que chocou os convidados num jantar oferecido pelo embaixador britânico quando seu marido decidiu deixar a vida pública. A embaixatriz lhe perguntou qual era seu maior desejo nos anos vindouros, e ela, francesa, respondeu, em inglês: “A penis.” Eu disse que, na Inglaterra, também era isso o que desejávamos, mas diziamos a palavra da forma correta, que Madame de Gaulle não soubera pronunciar: “happiness”, “felicidade”, porém com ênfase no “a” e pronunciando o “h”. E, para mim, o TED tinha sido uma fonte de muita felicidade.”

ANDERSON, Chris, Ted Talks: O Guia Oficial do Ted para Falar em Público, Ed. Intrinseca, 2016,  Pág. 21.

Capítulo 1 – Fundamentos: Competência Comunicativa.

Grupos de Bruxaria

“O coven é um grupo pequeno, e seus membros são bem próximos. (…) Não basta que todos vocês tem interesse pela Antiga Religião. Vocês devem ser compatíveis e se sentiu totalmente confortáveis uns com os outros. Chegar a este ponto leva tempo e, por esse motivo, não se deve ter pressa se formar um coven. (…) No entanto, não encare com tanta seriedade essas questões a ponto de perder todo seu senso de humor. A religião é assunto sério, sem dúvida, mas os deuses sabem se divertir e os bruxos sempre sentir um prazer em praticar a sua Arte. Os rituais um coven não devem ser realizados levianamente, é claro, mas, se alguém cometer um erro (ou se sentar sobre uma vela!), Não tenha medo de assumir seu lado humano e cair na risada. Os rituais religiosos devem ser realizados por que você quer realizá-los e gosta de realizá-los, não porque você tem que realizá-los (podemos deixar isso para as outras crenças!).”

Buckland, Raymond. Livro completo de bruxaria de Raymond Buckland: tradição, rituais, crenças, história e prática. Editora Pensamento Cultrix, São Paulo, 2019, p. 148.

Humor e Sofisticação

“A sofisticação do humor da imagética infantil, quando modulada numa habilidosa versão mitológica da doutrina metafísica, emerge de maneira magnificente  num dos mais bem conhecidos dentre os grandes mitos do mundo oriental(…).”

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 167.

Daremos Boas Risadas.

Diário Espiritual de  30 de setembro de 2018

“Você fica animado não é? É tão longo o nosso caminho que um dia olharemos juntos para esse momento e daremos boas risadas.

Cada passo dado na direção do propósito é um passo firme que renova a fé, a capacidade criativa-criadora! A jornada é grande e vai transformar o terreno vazio num jardim inimaginável. Pode parecer distante, mas está às portas.

Grave para este mês a meditação guiada. Ao fim de outubro você marca o encontro de vibração, assim diminuímos o choque das egrégoras.”

General.