Código Moral

” (…) Em primeiro lugar, Jesus diferencia Seu código de moralidade deixando claro aos Seus discípulos e alunos secretos que a moralidade consistia num dever para com Deus, e não um dever para com a comunidade. (…) a moralidade era um dever para com Deus, porque através dela se forma o elo entre o eu interior de um homem e seu Deus, e que o verdadeiro código moral não era um mero sistema público. Afirmava sempre que o código moral não tinha por finalidade o princípio de cooperação com o seu semelhante, ou ajudar seu irmão mundano, mas a salvação da sua própria alma.”

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 161.

A Cura Promete Bem-Estar

“O ponto é que a cura não nos promete que as coisas funcionarão da forma como queríamos inicialmente. Ela não nos promete que a velhice, doença e morte serão curadas. Não promete uma vida sem dor. Mas promete, sim, um bem-estar fundamental um bem-estar que se encontra dentro.”

MATTIS-NAMGYEL, Elizabeth. O Poder de uma Pergunta Aberta: o caminho do Buda para a liberdade. Teresópolis, RJ: Lúcida Letra,  2018. p. 95.

Falsa Promessa da Segurança

“Um desses pressupostos é o de que as coisas possuem qualidades inatas que podem nos fazer felizes e nos proteger da incerteza, da solidão e do medo. Se, enfim, tivéssemos mais poder e influência, seríamos felizes. Se estivéssemos em um relacionamento, não nos sentiríamos tão sozinhos. Se tivéssemos mais dinheiro e beleza, não nos sentiríamos tão inseguros. Individualmente, cada um de nós tende a buscar um estado confortável de autoengano. A sociedade oferece-nos a promessa da segurança: você precisa disso, você precisa daquilo; ei, olhe para cá; isto fará você maior, isto fará você menor; isto fará você mais jovem e mais viril.”

MATTIS-NAMGYEL, Elizabeth. O Poder de uma Pergunta Aberta: o caminho do Buda para a liberdade. Teresópolis, RJ: Lúcida Letra,  2018. p. 38.

Como Encontrar a Felicidade?

“O fato de que, em última análise, o mundo não nos dá garantias não é uma punição; é apenas como as coisas são. Mas para onde isso nos leva? Como podemos apreciar a vida – nossos relacionamentos, nossos corpos físicos, o Concerto n°5 em Mi bemol maior de Beethoven – sem nos agarrarmos a eles como algo que irá durar e continuará a nos dar prazer? Como podemos encontrar verdadeira felicidade interior sabendo que estamos sujeitos à incerteza, ao envelhecimento, à doença e à morte? O Buda não havia respondido a essas questões ainda quando renunciou o direito a seu reino.

MATTIS-NAMGYEL, Elizabeth. O Poder de uma Pergunta Aberta: o caminho do Buda para a liberdade. Teresópolis, RJ: Lúcida Letra,  2018. p. 40.

A Busca da felicidade no Externo

“Em seu texto O modo de vida do Bodisatva (The Way of the Bodhisattva), o renomado erudito indiano Shantideva fala de nossa tendência a procurar a felicidade fora de nós mesmos. Ele diz que, se as coisas tivessem quaisquer qualidades inerentes, então essas qualidades deveriam ser sempre evidentes não mudariam nunca. Por exemplo, se um travesseiro possuísse a qualidade inerente do conforto, ele traria conforto mesmo para uma mãe que tivesse acabado de perder seu único filho. Bastaria ela deitar sua cabeça sobre ele e tudo ficaria bem.

MATTIS-NAMGYEL, Elizabeth. O Poder de uma Pergunta Aberta: o caminho do Buda para a liberdade. Teresópolis, RJ: Lúcida Letra,  2018. p. 39.

Aguarde Outra Oportunidade!

“Na realidade, quando mais esperávamos o prosseguimento daquele processo de relacionamento, visando a um próximo ou imediato contato, ouvimos nitidamente, como de nosso mundo interno: “você está bem, mas tenha paciência! Aguarde outra oportunidade!

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 58.

Consciência Humana em expansão

Se, até agora, a Ciência tem sido conduzida pela experiência externa e pela razão, d’ora em diante, além desse processo, há que progredir e completar-se pela experiência interna, decorrente de percepções superiores, evidenciadas em níveis mais profundos do próprio ser, em cuja interioridade se encontra a consciência humana em contínuo enriquecimento e expansão.” – Y. A

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 17.

Auxílio em Doença Mental

“– Muitos companheiros matriculados no serviço de implantação da Nova Era, sob a égide do Espiritismo, vêm convertendo a teoria animista num travão injustificável a lhes congelarem preciosas oportunidades de realização do bem; portanto, não nos cabe adotar como justas as palavras “mistificação inconsciente ou subconsciente”, para batizar o fenômeno. Na realidade, a manifestação decorre dos próprios sentimentos de nossa amiga, arrojados ao pretérito, de onde recolhe as impressões deprimentes de que se vê possuída, externando-as no meio em que se encontra. E a pobrezinha efetua isso quase na posição de perfeita sonâmbula, porquanto se concentra totalmente nas recordações que já assinalamos, como se reunisse todas as energias da memória numa simples ferida, com inteira despreocupação das responsabilidades que a reencarnação atual lhe confere. Achamo-nos, por esse motivo, perante uma doente mental, requisitando-nos o maior carinho para que se recupere. Para sanar-lhe a inquietação, todavia, não nos bastam diagnósticos complicados ou meras definições técnicas no campo verbalista, se não houver o calor da assistência amiga.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 22.

Animismo

“– Sem dúvida, em tais momentos, é alguém que volta do pretérito a comunicar-se com o presente, porque ao influxo das recordações penosas de que se vê assaltada, centraliza todos os seus recursos mnemônicos tão-somente no ponto nevrálgico em que viciou o pensamento. Para o psiquiatra comum é apenas uma candidata à insulinoterapia ou ao electrochoque, entretanto, para nós, é uma enferma espiritual, uma consciência torturada, exigindo amparo moral e cultural para a renovação Intima, única base sólida que lhe assegurará o reajustamento definitivo.

(…)

– Mediunicamente falando, vemos aqui um processo de autêntico animismo. Nossa amiga supõe encarnar uma personalidade diferente, quando apenas exterioriza o mundo de si mesma…”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 22.

A Mediunidade a Serviço do Bem

“– Em todos os processos de nosso intercâmbio com os encarnados, desde a mediunidade torturada à mediunidade gloriosa, a prece é abençoada luz, assimilando correntes superiores de força mental que nos auxiliam no resgate ou na ascensão. 

(…)

– Como acontece a milhões de pessoas – disse o orientador –, ela detém consigo recursos medianímicos apreciáveis, que podem ser inclinados para o bem ou para o mal, competindo-lhe a obrigação de construir dentro de si mesma a fortaleza de conhecimento e vigilância, na qual possa desfrutar, em pensamento, as companhias espirituais que mais lhe convenham à felicidade.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 20.