Psicofonia consciente

“Embora senhoreie as forças de Eugênia, o hóspede enfermo do nosso plano permanece controlado por ela, a quem se imana pela corrente nervosa, por meio da qual estará a nossa irmã informada de todas as palavras que ele mentalize e pretenda dizer. Efetivamente apossa-se ele temporariamente do órgão vocal de nossa amiga, apropriando-se do seu mundo sensório, conseguindo enxergar, ouvir e raciocinar com algum equilíbrio, por intermédio das energias dela, mas Eugênia comanda, firme, as rédeas da própria vontade…

“O espírito em turvação é um alienado mental, requisitando auxílio.

“Se preciso for, nossa amiga poderá retomar o próprio corpo num átimo. acham-se ambos num consórcio momentâneo, em que o comunicante é ação, mas no qual a médium personifica a vontade.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 51-58.

 

Psicofonia consciente

“(…) localizaram os sofredor ao lado de dona Eugênia. O mentor da casa aproximou-se dela e aplicou-lhe forças magnéticas sobre o córtex cerebral, depois de arrojar vários feixes de raios luminosos sobre extensa região da glote.

“Notamos que Eugênia-alma afastou-se do corpo, mantendo-se junto dele a distância de alguns centímetros, enquanto visitante, amparado pelos amigos que o assistiam, sentava-se rente, inclinando-se sobre o equipamento mediúnico ao qual se justapunha, a maneira de alguém a debruçar-se numa janela.

” Observei que leves fios brilhantes ligavam a fronte de Eugênia, desligada do veículo físico, ao cérebro da entidade comunicante.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 51-58.