Manter-se Financeiramente

“Não é um pecado que os ministros ou instrutores religiosos procurem manter-se financeiramente de modo que possam estar livres para desde que para tanto não explorem Deus nem seus seguidores. Sempre prosseguir servindo ao desenvolvimento da espiritualidade defendi que no mundo atual é apropriado utilizar métodos empresa riais no âmbito da religião, mas que é uma blasfêmia e um grave pecado espiritual utilizar a religião para fins comerciais ou negociar com o sagrado nome de Deus, ou ludibriar devotos sinceros para satisfazer ambições pessoais de ganho financeiro e hábitos luxuosos.

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É espiritualmente legítimo sustentar uma igreja ou organização religiosa mediante as contribuições voluntárias recebidas nos serviços e reuniões religiosas e com os fundos resultantes da venda de livros e de outros meios de difusão da verdade, desde que o dinheiro seja utilizado para propagar a causa espiritual e para o modesto sustento do instrutor toda a sua vida à disseminação da obra divina. Mas é condenável que que dedica tais fundos sejam desviados para o bolso de pseudoprofetas inescrupulosos e seus assistentes.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol II. Editora Self, 2017, páginas 223-237.

Capítulo 40: Conselhos de Jesus aos que pregan a palavra de Deus (Parte I).

Espírito Transcendente

“O elo entre o manifestado e o Não-manifestado é o Espírito Santo, a Vibração Sagrada de Om; e o modo de cruzar esta ponte é pela comunhão com essa Vibração do Espírito Santo. No êxtase espiritual, aquele que medita percebe a vibração individual de sua vida e de todas as vidas emanando do Espírito Santo cósmico, no qual está inerente a Inteligência Crística, refletida do Pai- a qual, por sua vez, eleva a consciência ao Espírito transcendente.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 341-342.

Capítulo 18: Adorar a Deus “Em Espíto e em verdade”. A Mulher de Samaria, Parte II.

O Evangelho Copta dos Egípcios

“O Evangelho Copta dos Egípcios ou Livro Sagrado do Grande Espírito Invisível é um dos textos que compõem a Biblioteca de Nag Hammadi.

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O texto encontrado em Nag Hammadi está escrito em Copta, provavelmente uma cópia de um original em Grego. Este texto Grego original, segundo Ron Cameron (1951), pela forma que foi composto data do primeiro século do cristianismo, quando circulavam tradições de ditos. Alguma coisa entre os anos 80 d.C e 150 d.C. A técnica de composição do texto, de expansão de ditados para breves diálogos, é análoga ao que é encontrado no Evangelho Segundo Tomé e no Diálogo do Salvador, tanto no assunto quanto na estrutura dos textos.”

Nascimento, Peterson do. Evangelho Copta dos Egípcios (Coleção Apócrifos do
Cristianismo Livro XVI) – Versão Kindle, Posição 40-43.

Condição dos Operários

“Entretanto, Leão XIII vem ao campo da luta com a encíclica Rerum Novarum, tentando conciliar o braço e o capital, apontando a cada qual os seus mais sagrados deveres. Se o efeito desse documento teve considerável importância para as classes mais cultas do velho e do novo Mundo, tanto não se deu com as classes mais desfavorecidas, fartas de palavras.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 193.

A Beleza Mística

“É muito natural que os Essênios tivessem adquirido não só uma personalidade magnética, mas também um corpo sadio, roupas limpas e hábitos salutares, mas também que tivessem desenvolvido auras tão belas que em muitas ocasiões se tornavam visíveis aos profanos, o que confundia principalmente os judeus, que desconheciam o desenvolvimento da natureza mística, muito embora suas tradições e sua religião contivessem muitas leis místicas maravilhosas que eles não aplicavam de maneira prática.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 34.