Sabor é saber. Saborear é viver

Estamos animados meu filho, e segundo a nossa observação as tarefas tem sido desempenhadas a contento. Os desafios cotidianos trazem tempero especial com sabores próprios que realçam o preparo existencial de cada um. Isoladamente podem parecer mais ou menos exóticos, indispostos ao paladar. Mas a justa combinação, diluída no tempo certo, faz de cada um ingrediente essencial a compor o sabor que nos leva ao prazer.

Assim é a vida, com suas combinações mais ou menos excêntricas. A situação mais diversa sempre a porta seu gosto especial. Sabor é saber, e saborear é viver, livre, de boa e no fluxo. Com leveza característica mas sem nunca perder o foco. Leveza é indicativo de serenidade; serenidade de evolução.

Avancemos sempre, pois a primavera apenas se insinua nossos horizontes. É hora de retornar e partilhar o elixir alcançado nas cavernas profundas do inverno.

General

A boa vida é a vida com serenidade interior

O indício mais seguro de uma vida superior é a serenidade. O progresso moral resulta do fato de você se ver livre do tumulto interior. Você deixa de se impacientar com cada coisa que acontece.

Epicteto. A arte de viver/ Epicteto; uma nova interpretação de Sharon Lebell. Sextante, Rio de Janeiro, 2018, p. 39.

Nossas expectativas

AS circunstâncias não ocorrem para atender às nossas expectativas. Os fatos acontecem como têm que acontecer. As pessoas comportam-se de acordo com o que são. Acolha as coisas que de fato conseguir.

(…) Quando algo acontece, a única coisa que está em seu poder é a sua atitude com relação ao fato. Suas alternativas são a aceitação ou o ressentimento.

Epicteto. A arte de viver/ Epicteto; uma nova interpretação de Sharon Lebell. Sextante, Rio de Janeiro, 2018, p. 27.

Prece da Serenidade

A Prece da Serenidade, que sintetiza o movimento de recuperação – “Concedei-me a serenidade para acertar as coisas que eu não posso mudar, a coragem para mudar o que posso e a sabedoria para reconhecer a diferença” (…)

Epicteto. A arte de viver/ Epicteto; uma nova interpretação de Sharon Lebell. Sextante, Rio de Janeiro, 2018, p. 15.