“Os deuses substitutos conferem uma ausência de liberdade — a possessão. Assim, em última análise, temos de decidir a que senhor queremos servir, a esses deuses substitutos ou a Deus como ele se revela dentro de nós, se quisermos fazer um sincero esforço para avançar em direção ao autoconhecimento. “A única maneira pela qual Deus já falou ao homem é através da psique, e a psique o entende e nós o vivenciamos como algo psíquico. Qualquer pessoa que chame isso de psicologismo está negando o olho que contempla o sol.”
Nota* Jung CW 11, par. 142ss.
FRANZ, Marie-Louise von. Psicoterapia.São Paulo: Paulus, 2021, pág. 228.
A dimensão religiosa da análise
