História e psicologia de um símbolo natural

“Todos estes sonhos terminavam numa imagem que se apresentava ao paciente como uma impressão visual repentina. Em vários sonhos, ele já percebera tais imagens ou visualizações fugazes, mas desta vez se tratava de uma experiência sumamente impressionante. Como ele mesmo diz: “Foi uma impressão da mais sublime harmonia”. Num caso como este não se trata, absolutamente, de saber qual é a nossa impressão ou o que nós pensamos a respeito. Interessa unicamente saber o que o sujeito sente em tal situação. É sua experiência, e se ela exerce influência essencial sobre seu estado, qualquer argumentação em contrário não tem sentido. Ao psicólogo não resta senão tomar conhecimento do fato e, desde que se sinta à altura da tarefa, poderá também tratar de compreender a razão pela qual a visão agiu sobre essa pessoa precisamente desse modo.”

JUNG, C.G. Psicologia e Religião.Psicologia e Religião Ocidental e Oriental ,OC. Editora Vozes. 2012. Pág.85.

III. História e psicologia de um símbolo natural

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