“No simbolismo alquímico, a serpente é identificada com o filius regius, ou seja, com o príncipe da estrela. A serpente é, como diz Jung, “a forma mais baixa e rudimentar” do rei no processo da renovação, “inicialmente um veneno mortífero, mas depois o próprio alexifármico [o antídoto]”.”
FRANZ, Marie-Louise von. Psicoterapia.São Paulo: Paulus, 2021, pág. 372.
OS ANTECEDENTES RELIGIOSOS DO PROBLEMA DO PUER AETERNUS
