Jung não ajudava os pacientes

“Por esse motivo, é absolutamente fundamental não oferecermos ajuda; se o fizermos, o paciente não aprende nada e continua tão infantil e passivo quanto antes. Por outro lado, quando dolorosamente aprender suas lições na imaginação ativa, ele também aprenderá alguma coisa com relação à sua vida exterior. Jung não ajudava os pacientes, ainda que permanecessem “empacados” por semanas, insistindo em que continuassem a tentar, sozinhos, achar uma solução.

Deparei com um livro interessante de autoria de dois irmãos, Terence e Dennis. McKenna, chamado The invisible landscape. Esses dois corajosos jovens foram ao México e fizeram experiências em si mesmos com uma planta alucinógena recém-descoberta no local. De acordo com o relato deles, sofreram estados mentais esquizofrênicos que provocaram uma expansão dos seus horizontes espirituais. Infelizmente, não fornecem uma descrição precisa das experiências, apenas dicas a respeito de terem visitado outros planetas e recebido a ajuda de um ser invisível que frequentemente aparecia como um inseto gigantesco.”

FRANZ, Marie-Louise von. Psicoterapia.São Paulo: Paulus, 2021, pág. 210-211.

A imaginação ativa 

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