Mediunidade e Nova Era

“(…) – Não importa que os aspectos da verdade recebam vários nomes, conforme a índole dos estudiosos.
Vale a sinceridade com que nos devotamos ao bem.
O laborioso esforço da Ciência é tão sagrado quanto o heroísmo da fé. A inteligência, com a balança e com a retorta, também vive para servir ao Senhor. Esmerilhando os fenômenos mediúnicos e catalogando-os, chegará ao registro das vibrações psíquicas, garantindo a dignidade da Religião na Era Nova.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 29.

A Mediunidade é de Todos

Não obstante nosso respeito à ciência humana, indagávamos intimamente por que motivo tanto embaraço verbalístico em sucessos comuns a todos, quando a simplificação seria bem mais interessante. 

(…)

Acalentava tais pensamentos, quando Áulus, observando-me, por certo, a crítica meditada, considerou:

A mediunidade, indubitavelmente, é patrimônio comum a todos, entretanto, cada homem e cada grupo de homens no mundo registram-lhe a evidência a seu modo. De nossa parte, é possível abordá-la com a simplicidade evangélica, baseados nos ensinamentos claros do Mestre, que esteve em contacto incessante com as potências invisíveis ao homem vulgar, curando obsidiados, levantando enfermos, conversando com os grandes instrutores materializados no Tabor, ouvindo os mensageiros celestiais em Getsemani e voltando Ele próprio a comunicar-se com os discípulos, depois da morte na cruz, entretanto, a ciência terrestre, por agora, não pode analisá-la sem o rigor da experimentação.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 29.

Socorro aos Enfermos

“– Venho com vocês até aqui, considerando as finalidades do socorro aos enfermos, porque, embora sejam muitas as tentativas de materialização de forças do nosso plano, na Terra, com raras exceções quase todas se desenvolvem sobre lastimáveis alicerces que primam por infelizes atitudes dos nossos irmãos encarnados. Só os doentes, por enquanto, no mundo, justificam a nosso ver o esforço dessa espécie, junto das raras experiências, essencialmente respeitáveis e dignas, realizadas pelo mundo científico, em beneficio da Humanidade.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 28.

Descompasso Humano

“Achei-me então como que empolgado por aquelas aberturas de pensamento, que assim me conduziam a uma perspectiva demasiado ampla para a expansão da consciência Complementou ainda Comt. Yusef:

“Não temos dúvida de que o humano já deu sensíveis e mui expressivos passos no campo científico. Em todas as oportunidades, porém, todos nós damos ênfase às tristes limitações em que se encerram, no que tange à densidade de sua vida emocional tão plena de deformações, angústias, ambições nada compatíveis com tal descortínio já tão amplo no campo do saber. Por isso, a nossa palavra aqui ainda é a do nosso Comt, nosso Chefe, quando afirma o ilusório desse progredir, sem a vivência do Universal, do Divino, que mora em toda a vida, da densidade da matéria do mundo de vocês, à alma, à essência do Espírito das Potestades Criadoras! Esse evoluir da mente científica separada da vista Cósmica abrangente, que vê Uno na multiplicidade infinita da forma e a síntese de todas elas e da vida revelam, naquele Uno, razão de todo existir, esse evoluir separado é falso, fugidio, conducente a dores, sofrimentos, a Ocasos Prematuros, que mal deixam vislumbrar a Alegria, a Beleza das Alvoradas!… O Mestre YASHAMIL, disse a você o que a vou repetir, encerrando minhas palavras: “Os caminhos das humanidades não são inexoravelmente de sofrimento, lutos e crimes. Novos rumos podem ser tomados em caminhos límpidos, plenos de compreensão, verdadeiro culto da Sabedoria, na plenificação do AMOR entre os seres”. Esta esperança deixo-a aqui em saudação a vocês, humanos!…”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág.136-137.

Propósito do Saber

“Dai, um dia, estamos certos, a ciência do humano surpreenderá e controlará os mesmos arcanos da realidade e dará os passos que nós já demos. Todavia sempre o “infinito”, o mais profundo, tudo em expressão ostensiva ou ainda não revelada no cosmos que investigamos, tudo atrai, estimula, promove e dignifica o nosso eterno e jamais sustado propósito de saber.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág.140.

Intercomunicação Dimensional

Em qualquer local do espaço, é possível estabelecer-se intercomunicação dimensional, passagens como quiserem, desde que haja capacidade de atuar em um nível ou no outro, no sentido da subida ou descida, se assim podemos dizer, vibratório-dimensional. Ora, em um nível ou outro, tem-se um âmbito energético-material que deve ser suficientemente conhecido e manipulado. Como quer que seja a raiz do processo, da capacidade de fazer, chegando a esse resultado, se encontra na ciência hiperespacial. Para dar logo ao que estou dizendo um tom inegável de autenticidade, lembro a vocês, humanos, de início, o que já tem ocorrido à vista de cientistas terráqueos renomados, no que tange a materializações, luzes sem fonte de energia identificável e transportes de objetos através do espaço sem limite aparente e através de obstáculos densos, absolutamente materiais, fenômenos esses que vocês chamam parapsicológicos. Em princípio, os fenômenos do nosso interesse atual seriam rigorosamente os mesmos, todavia os diremos análogos. Acrescentam-se na verdade, é evidente, outras condições, outra ciência no fazer, outra técnica, outros fins, outra mensagem, agora de outras humanidades, de mundos mais ou menos distantes!.. Isso é o que estamos procurando fazer bem compreender. Sim, será o alvorecer e o evolver de uma nova e mais ampla realidade cósmica, talvez até nem suspeitada pela maioria absoluta do humano atual.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 134-135.

A Pesquisa no Campo da Hiperfísica

“Considerando as vinte e uma humanidades esse é ainda um estágio inferior, não obstante o avanço científico e técnico que já alcançaram. Todavia, em outros dos planetas do nosso sistema já seus habitantes conseguem preparar seus veículos de forma a operarem nessa outra dimensão, nelas imergindo por uma desmaterialização bem controlada. O segredo desse tipo de trabalho e de operação, visando a um relacionamento efetivo dimensional, ascendendo a um nível superior, reside em que já foram dominadas as condições de eterização da matéria densa, conservada forma e demais outras propriedades de nível mais elevado e as de adensa mento físico, palpável, segundo o critério de vocês, de matéria etérica, mantidas, outrossim, as formas em que se apresentam no hiperespaço, já tão considerado. Será que vocês, humanos, compreenderão e poderão aceitar que a ciência e a técnica do seu planeta caminham para isso? Só mesmo uma pequena minoria estará apta a valorizar tal perspectiva e por isso mesmo vanguardeará a pesquisa no campo dessa tônica hiperfísica!”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág.119.

O Universo é Uno

“(…)Disse que o Universo apesar do “Infinito” que é, e da infinita multiplicidade de aspectos de substância e de energia que apresenta, é Uno, o mesmo por toda parte. Daí a razão pela qual a aprendizagem, a ciência e a técnica por eles realizadas em seu sistema tão distante são válidas, absolutamente próprias, no âmbito de nosso sistema. Deu imediatamente a entender que, em ocasião oportuna, esse assunto seria esclarecido conforme eles desejam, visando a colaborar conosco, humanos.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 102.

Compreensão do Espaço-Tempo

O seu sistema solar de origem possuía, segundo afirmou vinte e um planetas, cada um cada sua humanidade já muito avançada em Ciência e Espiritualidade. E mais: que todos ali se representavam por equipes com tarefas próprias dentro do quadro da missão cósmica a que se propunham, em decorrência de decisões já há muito tomadas pelas Hierarquias Solares e Planetárias do seu Sistema. A pergunta de alguém sobre a localização dessa Superbase assim tão ligada a tarefas de auxílio ao ser humano, respondeu Y… não haver condições para tal resposta, pois, em termos de hiperespaço, do ambiente em que vivem e operam, não haveria sentido exato para o perto e o longe, o aqui e o ali, do espaço em que nós, humanos, nos encontramos, pois, simplesmente, deixam de existir…”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 95-96.

Novo Homem, Novas Percepções, Nova Ciência

“(…) com a utilização de novas faculdades, já em via de expressão atuante, esses novos sentidos utilizados como instrumentos do conhecimento, firmar-se-ia um novo e mais amplo contexto científico, em que uma ciência bem mais avançada – a que chamamos esotérico-espiritual – apresentará meios e critérios seguros para estudar, analisar, conceituar e compreender o que vimos chamando HIPERESPAÇO e HIPERTEMPO.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 87.