Consciência Crística

Quando me achava no estado de Consciência Crística onipre sente, contemplei a ilusão satânica como uma força cósmica consciente, uma energia criadora semelhante ao relâmpago, que era repe lida da Consciência Cósmica celestial. Eis que vos dou o poder divino mediante o qual podereis derrotar Satanás e seus sequazes; ao superar des a ilusão, nada poderá de modo algum causar-vos dano. Por meio de minha Consciência Cósmica, eu vos darei o poder de vontade que vos permitirá controlar a força serpentina espiralada na base da co luna vertebral. A força vital criadora que flui ao exterior, em direção ao corpo, alimenta os desejos sexuais e os “escorpiões” dos torturantes e venenosos instintos malignos.

(…)

Conforme explicado em versículos anteriores, Satã era originalmente um arcanjo, uma força inteligente da criadora energia cósmica de Deus, dotada com poder para criar, em harmonia com a Inteligência Divina, perfeitas manifestações celestiais na criação material. Essa força emanou de Maha Prakriti, a Grande Natureza, o Espírito Santo, o aspecto criador primordial do Espírito. O poder ativador da Mãe da Criação é maya, a ilusão cósmica, que transforma o Espírito Único em miríades de manifestações. Oculta por trás de um tênue véu de maya, a natureza pura de Prakriti, Para-Prakriti, atua em harmonia com a Inteligência Crística, ou Kutastha, para criar as leis e forças divinas que ativam todas as manifestações dos domínios celestiais astral e causal. Um manto mais denso de ilusão cósmica se fez necessário a fim de originar as vibrações densas indispensáveis para produzir e sustentar uma criação material a partir dessa subjacente matriz astral-causal. Uma vez que essas vibrações densas da ilusão cósmica distorcem e eclipsam a verdadeira natureza da matéria, que é feita da consciência de Deus, esse poder criador que flui em direção ao exterior é identificado como a natureza impura de Prakriti: Apara-Prakriti. Esse é o aspecto que equivale a Satã, o qual é representado como um arcanjo que decaiu da graça divina, uma força criadora que não é dirigida pelas vibrações celestiais – uma força que se rebelou contra a consciência de Deus, obscurecendo a Divindade Inata, com o objetivo de preservar seu próprio reinado sobre a humanidade por meio do autoperpetuado mau uso do livre-arbítrio.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol II. Editora Self, 2017, pág. 257-259.

Capítulo 41: Conselhos de Jesus aos que pregan a palavra de Deus (Parte II).

Satisfação Temporária da Matéria

“Quem achar a sua vida” – aquele que fizer da felicidade material o objetivo de sua vida – “perdê-la-á” – quando a morte dissolver seu tênue vínculo com a existência material, forçosamente perderá qualquer satisfação temporária que tenha adquirido. “E quem perder a sua vida por amor de mim” – aquele que sacrificar os desejos de prazeres materiais com o propósito de purificar a consciência para estabelecer contato com a bem-aventurada Consciência Crística na meditação – “achá-la-á” – encontrará a felicidade perdurável da vida divina.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol II. Editora Self, 2017, pág. 253.

Capítulo 41: Conselhos de Jesus aos que pregan a palavra de Deus (Parte II).

Primeiro Milagre Em Público – O Vinho

“Jesus realizou seu primeiro milagre público não para sancionar a embriaguez pelo uso social do vinho, mas para demonstrar a seus discípulos que por trás de toda a diversidade da matéria está a única Substância Absoluta.

Para Jesus, o vinho não era vinho – era uma vibração específica de energia elétrica, manipulável pelo conhecimento de leis suprafísicas definidas. Toda a criação de Deus opera de acordo com a lei. Acontecimentos e processos por leis “naturais” já descobertas não são mais considerados milagrosos; mas quando a lei de causa e efeito opera de modo sutil demais para que o hmem possa discernir como algo acontece, ele então o denomina um milagre.

Jesus sabia que sustentando e controlando toda a matéria atômica está o poder único da Inteligência e Vontade Divinas, que unifica e equilibra a matéria – a qual pode ter sua origem retraçada à consciência caso seja dissolvida em seus elementos constituintes. Jesus compreendia a relação metafísica entre matéria e pensamento, e demonstrou que um tipo de matéria podia ser transformado em outro tipo – não apenas por meio de processos químicos, mas pelo poder da Mente Universal.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 242-243.

Capítulo 11: Água em vinho: “Jesus principiou assim os seus sinais (…)”

Experiência do Poder Divino

“Exemplos extremos são citados não como um objetivo a ser almejado pelo homem comum ou mesmo pelo buscador de Deus, mas para demonstrar que, se tal controle notável do ser físico é possível, é também possível para uma pessoa com uma vida comum espiritualizar a tal ponto seu corpo que tenha a experiência do Poder Divino como a verdadeira fonte de sua vida e possa utilizar conscientemente esse Poder para ajudar a libertar-se do sofrimento físico e de outras aflitivas limitações mortais.

Por meio da meditação de Kriya Yoga, a consciência gradualmente passa da identificação com o corpo físico inapto e muitas vezes traiçoeiro, com seu apego ao alento e ao alimento, à percepção do corpo astral interior de vibrante energia vital em constante autorrenovação; e então, à nossa derradeira natureza como alma, imagem de Deus – a Bem-aventurança sempre-existente, sempre-consciente e sempre-nova.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 190.

Capítulo 8: A Tentação de Jesus no deserto.

Presença Consoladora

“A aproximação e a presença consoladora do divino Mestre no mundo era motivo para que todos os corações experimentassem uma vida nova, ainda que ignorassem a fonte divina daquelas vibrações confortadoras. Em vista disso, o governo de Augusto decorreu em grande tranquilidade para Roma e para o resto das sociedades organizadas do planeta.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 106.

Ishvara e Yeshua

O nome pelo qual Jesus é identificado nos manuscritos tibetanos é Isa (“Senhor”), expresso por Notovitch como Issa. Isa (Isha) ou, por extensão, Ishvara, define Deus como o Senhor Supremo ou Criador imanente em Sua criação e transcendente a ela. Este é o verdadeiro caráter da consciência universal de Cristo/ Krishna, Kutasha Chaitanya, encarnada em Jesus, Krishna e outras almas unidas a Deus, que desfrutam de unidade com a onipresença do Senhor. É minha convicção que o título Isa foi conferido a Jesus, por ocasião do seu nascimento, pelos Sábios da Índia que vieram honrar Sua vinda à Terra.

A história antiga relata que Jesus tornou-se versado em todosos Vedas e shastras. Mas ele discordou de alguns preceitos da ortodoxia brâmane. Denunciou abertamente suas práticas de intolerância de castas, muitos dos rituais sacerdotais e a ênfase na adoração de vários deuses em forma de ídolos em vez da reverência exclusiva ao Espírito Supremo único, a pura essência monoteísta do Hinduismo, que havia sido obscurecida por conceitos ritualistas externos.

Nota: (…) Maria e José receberam instruções de um anjo no sentido de que a criança divina deveria se chamar Yeshua, “salvador” (em grego, lêsous; em ingles, Jesus ” (…)  A palavra hebraica Yeshua é uma contração de Yehoshua, (Javé, o Criador) é salvação”. Entretanto, o idioma de uso diário para Jesus companheiros galileus não era o hebraico, mas o dialeto aramaico, no qua nome teria sido pronunciado “Eshu”. Assim. curiosamente nome profetizado para Jesus pelo anjo, e dado a ele por sua família, era notavelmente semelhante ao antigo nome sânscrito conferido pelos Sábios do Oriente. Além das semelhanças fonéticas, há uma unidade subjacente de significado das palavras Isha e Yeshua – os dois títulos concedidos àquele venerado por milhões como “Senhor e Salvador”. (Nota da Editora).”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 95-96.

Capítulo 5: Os anos desconhecidos da vida de Jesus – estadia na Índia.

Poderes de Jesus em Sua Infância

“(…) já em sua infância Jesus possuía grandes poderes, similares àqueles que ele havia manifestado em sua encarnação prévia como Eliseu, pressagiando os milagres do seu ministério de adulto, que demonstraram comando sobre a vida e a morte e sobre as leis naturais que não cedem em sua fixidez exceto por um comando divino.

(…)

À medida que o menino sai da infância, ele inicia o exercício mais consciente de seus poderes concedidos por Deus.

(…)

Vida e morte, matéria animada e inanimada, tudo era visto pelo menino Jesus como vibrações manipuláveis da consciência de Deus. Relata-se que ele moldou pardais a partir da lama retirada de poços depois de uma tempestade; e quando repreendido por ter praticado tal ação no sábado, ele deu vida aos pássaros e ordenou-lhes que voassem.

(…)

“Se um homem desconsidera o aviso de não tocar um fio desencapado e é com isso eletrocutado, não é o fio desencapado, mas a insensatez do homem, o responsável por sua morte. A mesma verdade se aplica ao caso das crianças perversas que zombaram de Eliseu. Trata-se da história de toda oposição maléfica à vontade justa de Deus: o mal causa, por fim, sua própria destruição.” God Talks With Arjuna: The Bhagavad Gita.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 79-81.

Capítulo 4: A infância e a juventude de Jesus.

Poder Divino

(Mateus 21:18-22) (…)

No incidente da figueira desafortunada encontramos um desafiante contraste entre o humano e o divino, manifestando-se simultaneamente em um homem: a reação humana diante de um desapontamento, exteriorizando-se na forma de poder divino. (…) A vontade e a força vital presentes no corpo de Jesus, estando em sintonia com a Vontade Cósmica e a Vida Cósmica, simplesmente retiraram da figueira a vida e a vontade que até então a sustentavam. Assim como um engenheiro eletricista que tenha acesso a todos os interruptores do dínamo principal que controla as luzes de uma cidade pode conectar ou desconectar à vontade uma ou todas as lâmpadas, também Jesus, em sua unidade com o Engenheiro Eletricista Cósmico, podia acender a vida na extinta lâmpada do corpo inerte de Lázaro ou desconectar a vida que circulava na figueira.

(…)

A onipotência de Deus pertence ao homem contanto que ele abandone a ilusão e, por meio da meditação, eleve sua consciência do corpo até à união com o perfeito reflexo de Deus presente dentro de si. Segundo as escrituras hindus, aquele que conhece o Espírito torna-se o Espírito. Jesus demonstrou essa união com o Espírito pelo domínio sobre todas as coisas que resultava da sua unidade com o Espírito.

(…) Jesus falou do poder da fé – não da fé cega, mas da convicção perfeita que surge da realização divina e do comando pessoal de grandes leis metafísicas que têm o poder de mover montanhas e de conceder tudo o que se pede em oração.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. III. Editora Self, 2017, pág. 170-171.

Capítulo 64 : A entrada triunfal em Jerusalém.

O “Grande Plano”

“O Grande Plano, ou “Manvantara” da escolástica oriental, que os hindus também classificam de uma “pulsação” ou “respiração” completa de Brahma, ou de DEUS, é considerado o “tempo exato” em que o Espirito Divino “desce” até formar a matéria e depois a dissolve novamente, retornando à sua expressão anterior. Um Grande Plano abrange a gênese e o desaparecimento do Universo exterior e compreende 4.320.000.000 de anos do calendário terreno, dividido em duas fases de 2.160.000.000 anos, assim denominadas: o “Dia de Brahma”, quando Deus expira ou se processa a descida angélica até atingir a fase derradeira da matéria ou “energia condensada” a “Noite de Brahma”, quando Deus então aspira ou dissolve o Cosmo exterior constituído pelas formas. Assim, cada fase chamada o “Dia de Brahma” e a “Noite de Brahma” perfaz o tempo de 2.160.000.000 anos terrestres, somando ambas o total de 4.320.000.000 anos, em cujo tempo DEUS completa uma “Pulsação” ou “Respiração”, subentendidas pela mentalidade ocidental ocultista como um Grande Plano na Criação Eterna**.”

¨*Vide a obra Mensagens do Astral de Ramatís, cap. “Os Engenheiros Siderais e o Plano da Criação, no qual se esmiúça com bastante clareza o que se compreende por um “Grande Plano” ou “Respiração” de Brahma.

**Conforme os Vedas, “uma respiração ou pulsação macrocósmica de Brahma ou Deus, corresponde a uma respiração microcósmica do homem”. Os hindus também costumam definir por Manvantara um período de atividade planetária com suas sete raças.

*** Nota do Revisor:– Sob admirável coincidência, justamente quando revíamos as provas do presente capítulo, surpreendemo-nos pelo artigo “Universo em Expansão”, de Mendél Creitchinann, publicado no jornal O Estado do Paraná, de domingo, dia 17 de janeiro de 1965, cujo trecho de Interesse transcrevemos a seguir: “UNIVERSO EM EXPANSÃO – A solução de Friedman, matemático russo, das equações de Einstein acerca do universo, conduziu à possibilidade de um Universo em expansão ou contração. Como relatamos em capítulo anterior, esse matemático descobriu um engano na solução final das equações sobre o universo elaboradas por Einstein. Um dos tipos de Universo que as equações indicam é o que chama Gamow de pulsante.

Admite este modelo que, quando o universo atingisse uma certa expansão máxima permissível, começaria a contrair-se. A contração avançaria até que matéria tivesse sido comprimida até uma densidade máxima, possivelmente a do material nuclear atômico, que é uma centena de milhões de vezes mais denso que água. Que começaria então novamente a expandir-se, e assim por diante através do ciclo até o infinito.

Hosanas, pois, aos velhos mestres do Oriente, que há mais de 4.000 anos vêm ensinando o “Universo Pulsante através dos Manvantaras, da Grande Respiração ou Pulsação de Brahma, ou Deus, cuja diástole e sístole cósmicas correspondem exatamente à concepção de um Universo em expansão e contração, da nova teoria científica dos astrônomos modernos. Pouco a pouco desvendam-se os símbolos da escolástica hindu, e graças à cooperação da própria ciência acadêmica, ergue-se o “Véu de Isis e surge o ensinamento ocultista oriental em todo o seu preciosismo e exatidão cientifica.

(…)

“(…) desde os velhos iniciados dos Vedas e dos instrutores da dinastia de Rama, esse tempo de expansão, que é justamente quando Deus cria e depois dissolve o Universo exterior, é conhecido por “Manvantara”, e significa um período de atividade e não de repouso, podendo ser concebido no Ocidente como um “Grande Plano” ou “Respiração” completa do Criador, dividida na diástole e sístole cósmica.”

(…)

O Universo é a sucessão consecutiva de “Manvantaras” ou “Grandes Planos”, a se substituírem uns aos outros, nos quais formam-se também as consciências individuais, que nascidas absolutamente ignorantes e lança das na corrente evolutiva das cadeias planetárias, elas despertam, crescem, expandem-se, absorvem o “bem” e o “mal” relativos às faixas ou zonas onde estacionam e depois, conscientes do seu próprio destino, atingem o grau de angelitude. Deste modo, os espíritos angélicos, como consciências participantes do Grande Plano, passam então a orientar e “guiar” aqueles seus irmãos, almas “infantis” que vão surgir no próximo Grande Plano ou “Manvantara” vindouro. Esta é a Lei Eterna e Justa; os “maiores” ensinam os menores” a conquistarem também sua própria Ventura Imortal.

A consciência espiritual do homem, à medida que cresce esfericamente, funde os limites do tempo e do espaço para atuar noutras dimensões indescritíveis; abrange, então, cada vez mais, a magnificência real do Universo em si mesma, e se transforma em Mago a criar outras consciências menores em sua própria Consciência Sideral. *Nota pessoal ao parágrafo: A chegada e epifanias da pirâmide.

A criatura humana, que vive adstrita ao simbolismo de tempo e espaço, precisa de ponto de apoio para firmar sua mente e compreender algo da criação cósmica e da existência de Deus. Os Grandes Iniciados têm amenizado essa dificuldade compondo diagramas especiais e graduado as diversas fases da descida do Espirito até a expressão matéria, como no caso dos “Manvantaras” ou Grandes Planos, em que avaliam os ritmos criadores mais importantes para auxiliar o entendimento do homem e fazê-lo sentir o processo inteligente de sua própria vida. É uma redução acessível ao pensamento humano, embora muito aquém da Realidade Cósmica, mas é a expressão gráfica mais fiel possível. Os hermetistas, hinduístas, taoístas, iogues, teosofistas, rosa-cruzes e esoteristas têm norteado os seus estudos com êxito sob esses gráficos inspirados pelos Mentores Siderais desde a extinta Atlântida.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 53-55.

Beberei Convosco no Reino de Meu Pai

“Apóstolos e Jesus eram os dirigentes de uma escola secreta e divina de preparação, o que se reuniram em local especialmente escolhido para sede do ato culminante de transferência do poder e autoridade sagrados Dele próprio para os doze Apóstolos. Esta transferência de poder e autoridade está, para nós, da maneira mais bela expressa por Mateus, Capítulo 26, Versículo 29, onde recorda o que disse Jesus: “… até o dia em que o beberei, novo, convosco, no reino de meu Pai“. Aquela taça de vinho seria a última, pois não mais beberiam juntos até que o Reino de Deus fosse estabelecido.”

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 109.