Viva o Vazio!

“(…) Não podemos escrever um livro sem uma folha de papel vazia, quando nossa agenda está vazia podemos fazer qualquer coisa que queiramos. Viva o vazio! Vacuidade significa possibilidade. Vacuidade permite que haja mais espaço -na verdade, que haja espaço ilimitado para que as coisas surjam. Mas não apenas permite que elas surjam; a vacuidade descreve sua própria natureza. Entender a natureza da vacuidade significa conhecer a natureza da ausência de fronteiras das coisas. Vacuidade é só outra maneira de dizer que podemos conhecer as coisas sem objetificá-las. Paradoxalmente, não podemos sequer falar em ter uma experiência plena sem vacuidade. Pense nisso.”

MATTIS-NAMGYEL, Elizabeth. O Poder de uma Pergunta Aberta: o caminho do Buda para a liberdade. Teresópolis, RJ: Lúcida Letra,  2018. p. 84.

O Espaço Não Faz – Ele Permite

O espaço, por natureza, permite que os objetos venham a ser, a funcionar, a expandir, a contrair, a se mover e a desaparecer sem interferência. O espaço não faz – ele permite! Ele nunca cria objetos e nunca os destrói, que é outra forma de dizer o espaço não elabora sobre ou rejeita aquilo que se move através dele. O espaço não depende de nada, ainda que tudo dependa da complacente natureza do espaço. Por esta razão, o mais prolífico escritor e mestre de meditação da linhagem Nyingma, Kunchyen Longchenpa’, falou sobre o espaço como uma metáfora universal para a mente que encontra o estado do Caminho do Meio.”

MATTIS-NAMGYEL, Elizabeth. O Poder de uma Pergunta Aberta: o caminho do Buda para a liberdade. Teresópolis, RJ: Lúcida Letra,  2018. p. 74.

Vórtices Dimensionais

“Na verdade, não obstante ser qualquer o ponto de nossa imersão no espaço ou emersão dele para a nossa condição, há em relativa profusão, localizáveis por nossos aparelhos de navegação especializados, como o que você vê (olhei e vi algo muito simples, com um mostrador cheio de sinais e indicações para mim indecifráveis), vórtices dimensionais, verdadeiros “chacras” hiperespaciais, através dos quais suavemente se dá a passagem de dimensão. Isso corresponde a um refinamento progressivo da matéria e concomitante sutilização energética, evolução que, tecnicamente, vai se processando nos objetos ou veículos físicos dos seres que ascendem dimensionalmente. Dar-se-á o inverso, quando da descida ao espaço de vocês”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág.135.

A Importância dos Estudos Parapsicológicos

Tudo se resume ao domínio do relacionamento preciso, científico e, a seguir, técnico, operante, entre espaço e hiperespaço. Você já transmitiu, em decorrência de seus próprios estudos chamados parapsicológicos, suas observações durante todo o tempo de dedicação a pesquisa que acabou nos sensibilizando e mais, e principalmente pela intuição que em você já é uma faculdade realmente em sensível desenvolvimento. Você já tem expressado pela palavra ou pela escrita, acentuamos, algo de grande importância sobre esse relacionamento espaço-hiperespaço. Aqui, iremos aprofundar bem mais o assunto até uma possível compreensão para vocês dos nossos fantásticos deslocamentos.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 134.

O Conceito de Espaço-Tempo

“Vejam essa carta em que há indicação de globos e sistemas que podemos atingir rapidamente, sob rigoroso controle, assegurado pelo aparelho que você viu na oportunidade anterior. Quando em ação, os diferentes painéis até se embelezam em luz de um colorido muito variado e específico para cada indicação, modificando-se ela em espessura, intensidade e direção Exige mesmo o seu emprego uma alta especialização para a interpretação segura do que se passa e decisões do comando da nave, regulando tudo o que é necessário em tal tipo de navegação, em velocidade quase sempre muito superior à da luz. É desse modo que há um absoluto controle de tudo. Podemos assim vir ao mundo de vocês em alguns segundos ou minutos, segundo o conceitos que adotam, quanto à duração. Isso, porém, é muito relativo porque os conceitos de tempo dependem de estados ou níveis conscienciais, próprios do campo espacial ou hiperespacial em que se encontra o ser. É o nosso caso. Breves momentos de operação e nos encontramos a distâncias, para vocês, infinitas, isto é, inconcebíveis, pois atingimos a anos luz/seg!…”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág.116.

Chegaremos à Uma Só Verdade!

“Esse, aliás, será o caminho pelo qual, mais à frente, poderá o humano vir a compreender melhor e, talvez, com exatidão, como podemos nos deslocar por esses espaços sem fim, dominando com facilidade inconcebíveis distâncias, viajando de sistema a sistema nesta Galáxia, à qual também pertencemos, fora dela, de constelações a constelações e, até, de Galáxia a Galáxia. É que desaparece o espaço em termos da ciência e do viver humanos. Outros conceitos, outras realidades, outros campos energéticos, outras dimensões se abrirão o aparente “infinito” se resolverá em termos de relatividade, em que o Psicológico se identificará ao Cósmico e sobreviverá uma SÓ VERDADE.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 81.

Novo Homem

“´É que tudo indica o homem poder possuir, desenvolver e cultivar percepções, faculdades e poderes desse nível, realmente “coisas” contundentes, agressivas, em relação aos conceitos científicos atuais, decorrentes da sua focalização consciencial no espaço tridimensional mais denso, mais pobre de possibilidades ou mesmo sem possibilidades, no sentido impeditivo da compreensão da subversão aparente ou real dos conceitos de massa, inércia, tempo, velocidade, etc…”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 76.

A Perspectiva da Sutileza

“A nós se nos afigura válida conclusão ou hipótese, imposição dos fatos, admitir-se àquela onda um “substratum’ de substância ou de matéria de nível mais sutil, quintessenciado, que chamaríamos etérico, abrindo-nos a perspectiva de uma sutileza, digamos assim além da matéria comum do nosso espaço, segundo o conceituamos e em que lidamos com as características e propriedades da matéria, conforme a conhecemos.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 75-76.