Filhos da Luz

“Ele estava dizendo que todos os devotos que “cressem na luz” – a luz crística nele presente – estariam em sintonia com ele e consequentemente com Deus, e chegariam a reconhecer-se como “filhos da luz“: reflexos individualizados do Esplendor Divino, em essência semelhantes a seu Pai, Deus.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. III. Editora Self, 2017, pág. 201.

Capítulo 66: “É chegada a hora em que o Filho do homem há de ser glorificado”.

Deuses no Mito

“De um certo ponto de vista, todas essas divindades existem (…) de outro, não são reais.(…) Todas essas divindades visualizadas não são senão símbolos que representam as várias coisas que ocorrem na Trilha”. (…) Os deuses e deusas devem ser entendidos, em consequência, como encarnações e guardiães do elixir do Ser Imperecível, mas não são, em si mesmos, o Último em seu estado essencial.”

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 169.

A Essência do Tempo

“Pois a essência do tempo é o fluxo, a dissolução do momentaneamente existente; e a essência da vida é o tempo. (…) O paradoxo da criação, do surgir das formas temporais a partir da eternidade, é o segredo germinal do pai. Ele jamais pode ser efetivamente explicado. (…) O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um momento, ascende a um vislumbre da fonte”.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 142.

O Corpo e o Ser

“Enquanto se apegar de alguma forma a esse corpo à feição de cadáver”, escreve o monge hindu Shankaracharya, “o homem é impuro e sofre com seus inimigos, tal como sofre no nascimento, na enfermidade e na morte; mas quando se concebe a si mesmo como [ser] puro, como a essência do Deus e do Imóvel, ele se liberta… Rejeita com energia essa limitação de um corpo inerte e corrupto por natureza. Esquece-o. Pois o que foi vomitado (como deves vomitar teu corpo) só pode causar desgosto quanto retorna à mente”.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 123.