Mediunidade e Nova Era

“(…) – Não importa que os aspectos da verdade recebam vários nomes, conforme a índole dos estudiosos.
Vale a sinceridade com que nos devotamos ao bem.
O laborioso esforço da Ciência é tão sagrado quanto o heroísmo da fé. A inteligência, com a balança e com a retorta, também vive para servir ao Senhor. Esmerilhando os fenômenos mediúnicos e catalogando-os, chegará ao registro das vibrações psíquicas, garantindo a dignidade da Religião na Era Nova.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 29.

Mediunidade e Paranormalidade

Tudo isso sem necessidade de recurso a complicações terminológicas

✔ Assimilação de
correntes mentais

✔ Psicofonia

✔ Possessão

✔ Desdobramento

✔ Clarividência

✔ Clariaudiência

✔ Forças curativas,

✔ Telepatia

✔ Psicometria e a materialização

✔ Poder da prece

✔ Fixação mental

✔ Emersão do subconsciente

✔ Licantropia

✔ Obsessão

✔ Fascinação

✔ Lei de causa e efeito

✔ Desdobramento no leito de morte

✔ Energias viciadas

Xavier, Francisco Cândido/ André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 29.

Para encontrar o bem e assimilar-lhe a luz, não basta admitir-lhe a existência. É indispensável buscá-lo com perseverança e fervor.

Ninguém pode duvidar da eletricidade, mas para que a lâmpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a força, desde a aparelhagem da usina distante até o recesso de nossa casa.

A fotografia é hoje fenômeno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execução do retrato, é preciso que a emulsão gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.

A voz humana, através da radiofonia, é transmitida de um continente a outro, com absoluta fidelidade; todavia, não prescinde do remoinho eletrônico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondulações.

Não podemos, desse modo, plasmar realização alguma sem atitude positiva de confiança.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. Pensamento e Vida. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 27.

Forma Plástica

“Infinitamente plástico, dá forma parcial ou total às entidades que se fazem visíveis aos olhos dos companheiros terrestres ou diante da objetiva fotográfica, dá consistência aos fios, bastonetes e outros tipos de formações, visíveis ou invisíveis nos fenômenos de levitação, e substancializa as imagens criadas pela imaginação do médium ou dos companheiros que o assistem mentalmente afinados com ele. Exige-nos, pois, muito cuidado para não sofrer o domínio de Inteligências sombrias, de vez que manejado por entidades ainda cativas de paixões deprimentes poderia gerar clamorosas perturbações.

(…)

– Isso dá a entender que nas forças geradoras extravasadas do médium e dos cooperadores de nossa esfera poderemos surpreender igualmente os princípios fundamentais da genética humana, em figurações que a ciência terrena ainda não conhece…”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 28.

Intercomunicação Dimensional

Em qualquer local do espaço, é possível estabelecer-se intercomunicação dimensional, passagens como quiserem, desde que haja capacidade de atuar em um nível ou no outro, no sentido da subida ou descida, se assim podemos dizer, vibratório-dimensional. Ora, em um nível ou outro, tem-se um âmbito energético-material que deve ser suficientemente conhecido e manipulado. Como quer que seja a raiz do processo, da capacidade de fazer, chegando a esse resultado, se encontra na ciência hiperespacial. Para dar logo ao que estou dizendo um tom inegável de autenticidade, lembro a vocês, humanos, de início, o que já tem ocorrido à vista de cientistas terráqueos renomados, no que tange a materializações, luzes sem fonte de energia identificável e transportes de objetos através do espaço sem limite aparente e através de obstáculos densos, absolutamente materiais, fenômenos esses que vocês chamam parapsicológicos. Em princípio, os fenômenos do nosso interesse atual seriam rigorosamente os mesmos, todavia os diremos análogos. Acrescentam-se na verdade, é evidente, outras condições, outra ciência no fazer, outra técnica, outros fins, outra mensagem, agora de outras humanidades, de mundos mais ou menos distantes!.. Isso é o que estamos procurando fazer bem compreender. Sim, será o alvorecer e o evolver de uma nova e mais ampla realidade cósmica, talvez até nem suspeitada pela maioria absoluta do humano atual.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 134-135.

Uma Experiência Fascinante

“(…)Era realmente um grande momento para mim, diante de tão fascinante experiência. Apesar, entretanto, de assim perceber, tive naquele instante a sensação de imensa distância que nos separava. Era como que um estranho fenômeno telepático-visual, na realidade, indescritível!…”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág.117.

Ambiente Hiperespacial da Parapsicologia

“Conjugando essas noções calcadas, supomos, em sensatas e objetivas considerações, pelo menos como hipótese válida de trabalho, poderíamos supor outros níveis de substância etérica formando o ambiente hiperespacial em que, repetimos, a maior parte, senão a totalidade da fenomenologia parapsicológica se passaria. Assim se faria o modelo dessa concepção”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 76.

Como Chegar até Nós?

“Por-se-ia assim o problema: como chegar até nós? Como aceitarmos essa possibilidade, se a Física Relativista, que abarca e domina os fenômenos do Macrocosmos, isto é, do MUNDO em ponto grande, legislando, pontificando com referência a problemas de relação de massa à velocidade, de movimento, de energia à velocidade da luz etc… afirma categoricamente, em consequência de suas fórmulas básicas comprovadas e unanimemente aceitas, que a velocidade da luz levaria a massa de um corpo ao infinito… Vir mesmo de Alfa de Centauro, e já com a absurda, impossível velocidade de luz, mesmo assim, teríamos 4 (quatro) anos e alguns meses de viagem.

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 72-73.

Natureza do Hiperespaço

“Sendo assim, havemos de convir que o fenômeno parapsicológico, implicando em expressão de energia de natureza ainda não cientificamente conhecida e em novas percepções do ser humano, revelando faculdades de seu potencial interno, na realidade ainda não de todo revelado, nem por isso é menos efetivo, sensível, objetivo. Há que pensar-se pois em que meio, em que ambiente, em que “substratum” da realidade –  até agora apenas suspeitado, praticamente ainda oculto à ciência humana – se passa essa fenomenologia, atuam as suas causas, constituindo-se aquele “substratum” na razão substancial e energética de sua própria manifestação.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 72.

O Hiperespaço Físico Sutil Coexistência dos Éteres

DA NATUREZA DO HIPERESPAÇO

“Aqui relembraremos de passagem alguns pontos, para nos atermos a algumas considerações sobre a composição ou natureza física do hiperespaço.

O eminente Prof. Joseph Bank Rhine há muito acentuou o caráter extrafísico do fenômeno parapsicológico, em consequência de exaustivas experiências feitas no Laboratório de Parapsicologia da Universidade de Duke (USA) e também conduzidas em outros institutos universitários da América e da Europa. Essa conclusão, conforme indicou o notável professor, verdadeiro missionário das pesquisas desse campo, se impôs em virtude de haver ficado provado que o fenômeno parapsicológico independe do espaço e do tempo. Ora, essa dependência caracteriza o domínio da Física cujos fenômenos se afirma passarem-se na tridimensão espacial em que nos encontramos e na monodimensão de tempo, em que toda a nossa vida flui. Isto significa que esses fenômenos físicos pertencem ao domínio do continuo espaço-tempo tetradimensional de Minkowski, aceito e justificado pela genial concepção relativista de Albert Einstein.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 71.