O Vento Assopra Onde Quer

“Assim como a fonte do vento permanece oculta embora o vento se faça perceber pelo som, também a substância do Espírito está invisível, oculta além do alcance dos sentidos humanos; e as almas encarnadas que nascem do Espírito são o fenômeno visível. O vento invisível se dá a conhecer pelo som; o Espírito invisível se declara na presença de almas inteligentes.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 274.

Capítulo 13: O segundo nascimento do homem: o nascimento no Espírito – Diálogo com Nicodemos, parte I.

Eminente Criador

“Caso Deus Se revelasse como o Eminente Criador ou mundo como Autoridade Inquestionável, os seres humanos perderiam seu livre-arbítrio nesse mesmo instante; eles não poderiam deixar de ser impelidos à Sua glória manifestada. Se Ele exibisse Sua onipotência em grandiosos milagres, as multidões assombradas seriam atraídas compulsoriamente a Deus por esses fenômenos, em vez de optarem por Ele com o amor espontâneo de sua alma.

(…)

No momento propício, diante de pessoas que têm a possibilidade de despertar espiritualmente, Deus permite a Seus santos que manifestem feitos extraordinários; mas nunca para satisfazer a curiosidade vã.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 240-241.

Capítulo 11: Água em vinho: “Jesus principiou assim os seus sinais (…)”

Círculos Esotéricos

“Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus único e absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária, em virtude das suas experiências pregressas. Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a ideia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do homem e da natureza.”

(…)

“Dessa ideia de homenagear as forças invisíveis que controlam os fenômenos naturais, classificando-as para o espírito das massas, na categoria dos deuses, é que nasceu a mitologia da Grécia, ao perfume das árvores e ao som das flautas dos pastores, em contato permanente com a natureza.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 37.

Comunidade de Seres Angélicos

“Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos, do nosso sistema, existe uma comunidade de Espíritos puros e eleitos pelo Senhor supremo do universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias.

Essa comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos, ao que nos foi dado saber, apenas já se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos.

(…)

A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, (…) e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 13.

Hipótese de Modificação por Radiação – Imagem

“(!) Defensores dessa modificação sustentam que a imagem do Sudário pode ter sido formada por um intenso e extremamente breve (milissegundos) surto de energia radiante. Esse fenômeno é frequentemente referido como “flash fotólise”). Uma analogia foi feita entre a imagem do Sudário e as imagens formadas em pedras, estradas e laterais das construções de Hiroshima depois da explosão da bomba atômica. Isso é vividamente descrito por John Hershey em seu livro Hiroshima. (…) “o clarão da bomba havia descolorido o concreto e o deixado avermelhado […] tinha queimado outros tipos de material de construção… deixou marcas das sombras que tinham sido impressas por sua luz”. (…) Em um caso, uma sombra humana foi impressa nos degraus da entrada do Banco Sumitomo em Kamiyacho, a cerca de 250 metros do hipocentro. As pedras contendo as sombras estão preservadas no Museu Memorial da Bomba Atômica de Hiroshima.

(…)

Jean-Baptiste Rinaudo, um pesquisador de medicina nuclear em Montpellier, na França, argumenta que uma radiação de prótons liberada pelo corpo de alguma energia desconhecida iria produzir uma imagem superior superficial nas fibrilas que iria resultar em informação tridimensional. (…) Ele ainda indica que os nêutrons teriam causado o enriquecimento do carbono 14,o que provavelmente teria afetado a datação.

(…)

Portanto, somente as fibras da superfície da imagem apresentavam-se coloridas-enquanto as fibras queimadas apresentava-se totalmente colorida – enquanto a celulose nas fibras queimadas apresentava-se totalmente colorida, até no interior das fibras. Acerca deste fato, Ray Rogers relatou que a “natureza superficial da cor da imagem no topo da superfície das fibras individual é de importância crucial. Trata-se de um dos fatos que contestam que contestam qualquer tipo de penetração ou radiação energética a formação da imagem (Rogers, 3/7, e-mail ao Grupo Yahoo de ciências do Sudário). Rogers não descobriu nenhuma cor no interior das fibras, mas a cor estava presente na superfície destas, tanto nas partes internas quanto nas externas. Se tivesse havido radiação suficiente para produzir a cor, então as fibras teriam sido penetradas. É importante notar que qualquer tipo de radiação penetrante teria de colorir completamente a fibra: externamente, internamente e penetrando até interior, como foi observado nas fibras queimadas.”

ZUGIBE, M.D, Ph.D. Frederick T.  A Crucificação de Jesus: As Conclusões surpreendentes sobre a morte de Cristo na visão de um investigador criminal. São Paulo: MATRIX, 2008, pág. 351-357.

Doutrina Através das Parábolas

“Nas parábolas ele punha toda sua tática e inteligência, pois o mais insignificante fenômeno da Natureza transfundia-se na força de um símbolo cósmico. Os seus ensinamentos estão repletos de comparações singelas, mas sempre ligadas à vida em comum dos seres, que atravessaram os séculos e se transformaram em conceitos definitivos, constituindo-se num repositório de encantamento para a redenção humana.

(…)

Só mesmo a força criadora de um Anjo e o sentimento excelso de um Santo, conjugados à sabedoria cósmica de um Sábio, seriam capazes de modelar preceitos eternos sob a argila das palavras mais insignificantes.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 230-231.

 

A Ressurreição

“Com efeito, a figura impressa no Sudário continua a levantar, como vimos, uma série de interrogações verdadeiramente enigmáticas: Como se gravaram umas imagens fotográficas dezoito séculos antes de se inventar a fotografia? Como é que essa impressão se realizou em negativo? Como é que tem imagens tridimensionais per feitas? Por que o linho, que tem impressa a figura de um cadáver, não apresenta a menor mancha de decomposição cadavérica? Por que toda a imagem está gravada de uma maneira tão uniforme, quando o lógico era que estivessem mais vincadas as marcas do dorso? Por que as manchas de sangue se imprimiram de forma diferente da dos traços do corpo?

(…)

Efetivamente, suponhamos que o Sudário é de algum modo indício e testemunho da Ressurreição, e que houve algum tipo de irradiação associada a esse fenômeno. Neste caso, teríamos as seguintes respostas:

a imagem gravou-se fotograficamente pela radiação emitida no momento da ressurreição;

– essa impressão gravou-se em negativo por que assim são as imagens gravadas por irradiação;

– não existe mancha de decomposição cadavérica porque a Ressurreição se deu antes da putrefação cadavérica;

a imagem está gravada uniformemente porque a Ressurreição se deu mediante levitação e, nessas circunstâncias, tanto as marcas do dorso como as da frente marcam a figura por igual, pois o peso não conta;

ficaram as manchas de sangue porque, estando fora do corpo, as crostas sanguíneas não ressuscitaram, ao contrário do corpo.

Mais importante é que justamente esta hipótese explicaria o fato de se ter encontrado mais C-14 na amostra do que o que se deveria esperar de um tecido do século I, pois, como vale a pena lembrar, o C-14 forma-se a partir do C-13, e do nitrogênio por efeito de radiações. Ora bem, este fato sugere que a proporção de C-14 encontrada, mais que uma prova que desabone a autenticidade, poderá ser o ponto de partida para uma nova série de pesquisas que permitam compreender melhor os efeitos físico-químicos da Ressureição. (…)

Conta o Prof. Barbet que, quando estava prestes a entregar à tipografia a primeira edição do seu opúsculo sobre as pesquisas em torno do Sudário, quis conhecer a opinião de um homem de ciência, competente e livre de toda a parcialidade, e procurou o seu amigo Hovelacque, professor de Anatomia na École Pratique de Paris. Hovelacque era homem de reconhecida honestidade cientifica, mas agnóstico. Pegou o opúsculo e começou a lê-lo. No fim, fechou o livrinho, ficou em silêncio e, passados uns mi nutos, exclamou; «Mais alors, mon vieux…, Je sus Christ a ressuscite!…» (Mas então, meu amigo, Jesus Cristo ressuscitou!)

É evidente que a ciência não se mete a falar de ressurreição, mas induz a pensar que o cadá ver, num instante infinitesimal, desapareceu; não fala de corpo glorioso, mas dá a entender que esse corpo ficou subitamente dotado de uma carga fantástica de energia, deixou de pesar e abandonou a mortalha sem deformá-la, como objeto que passa através dos corpos.”

ESPINOSA, Jaime. O Santo Sudário. São Paulo: Quadrante, 2017, pág. 74-76.

Mediunidade e Nova Era

“(…) – Não importa que os aspectos da verdade recebam vários nomes, conforme a índole dos estudiosos.
Vale a sinceridade com que nos devotamos ao bem.
O laborioso esforço da Ciência é tão sagrado quanto o heroísmo da fé. A inteligência, com a balança e com a retorta, também vive para servir ao Senhor. Esmerilhando os fenômenos mediúnicos e catalogando-os, chegará ao registro das vibrações psíquicas, garantindo a dignidade da Religião na Era Nova.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 29.

Mediunidade e Paranormalidade

Tudo isso sem necessidade de recurso a complicações terminológicas

✔ Assimilação de
correntes mentais

✔ Psicofonia

✔ Possessão

✔ Desdobramento

✔ Clarividência

✔ Clariaudiência

✔ Forças curativas,

✔ Telepatia

✔ Psicometria e a materialização

✔ Poder da prece

✔ Fixação mental

✔ Emersão do subconsciente

✔ Licantropia

✔ Obsessão

✔ Fascinação

✔ Lei de causa e efeito

✔ Desdobramento no leito de morte

✔ Energias viciadas

Xavier, Francisco Cândido/ André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 29.

Para encontrar o bem e assimilar-lhe a luz, não basta admitir-lhe a existência. É indispensável buscá-lo com perseverança e fervor.

Ninguém pode duvidar da eletricidade, mas para que a lâmpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a força, desde a aparelhagem da usina distante até o recesso de nossa casa.

A fotografia é hoje fenômeno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execução do retrato, é preciso que a emulsão gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.

A voz humana, através da radiofonia, é transmitida de um continente a outro, com absoluta fidelidade; todavia, não prescinde do remoinho eletrônico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondulações.

Não podemos, desse modo, plasmar realização alguma sem atitude positiva de confiança.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. Pensamento e Vida. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 27.