Presença Consoladora

“A aproximação e a presença consoladora do divino Mestre no mundo era motivo para que todos os corações experimentassem uma vida nova, ainda que ignorassem a fonte divina daquelas vibrações confortadoras. Em vista disso, o governo de Augusto decorreu em grande tranquilidade para Roma e para o resto das sociedades organizadas do planeta.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 106.

Maioridade Espiritual

“Começava a era definitiva da maioridade espiritual da humanidade terrestre, uma vez que Jesus, com a sua exemplificação divina, entregaria o código da fraternidade e do amor a todos os corações.

(…)

As próprias esferas mais próximas da Terra, que pela força das circunstâncias se acercam mais das controvérsias dos homens que do sincero aprendizado dos Espíritos estudiosos e desprendidos do orbe, refletem as opiniões contraditórias da humanidade, a respeito do Salvador de todas as criaturas.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 97-98.

Atraso Moral Terrestre

“Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré -históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do
seu infeliz orgulho.”

Nota pessoal: Sistema de Capela “reconforto com as víceras”.

(…)

“As grandes comunidades espirituais, diretoras do cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.”

Nota Pessoal: Exilados de Capela

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 27-28.

Os Apóstolos e os Essênios

“(…) Confraria dos Essênios. (…) Apenas João, o Evangelista, tinha acesso aos ritos internos, pois era iniciado, e fora ele o próprio profeta Samuel, que no passado havia organizado “Fraternidade dos Profetas”, na qual os Essênios também se inspiraram.

(…)

Na época de Jesus, entre os anciãos essênios estavam encarnados os profetas Ezequiel, Miquéias, Nehemias e Job, componentes do Conselho Supremo e todos sob a tutela do profeta Jeremias. Aliás, os anciãos essênios formavam o grupo de espíritos que desde os primórdios da Atlântida vinham elaborando os estatutos preliminares da efusão espiritual na Terra e o preparo da lavoura para as “sementes” abençoadas do Cristo-Jesus. (…)  Atualmente já estão se disseminando outra vez pela Terra, a fim de organizar elevada confraria de disciplina esotérica em operosa atividade no mundo profano para a revivescência do cristianismo nas suas bases milenárias. (…) quando viveu na Terra a majestosa personalidade de Antúlio, o profeta sublime, que em época tão recuada já fundara a “Fraternidade da Paz e do Amor”, cujos adeptos ficaram conhecidos pela tradição esotérica como os “Antulianos”. E Jesuelo, o notável discípulo atlântido, que lhe foi fiel até os últimos instantes invasão dos bárbaros e da destruição do “Templo da Paz e do Amor”, onde sucumbiu Antúlio, também retornou à Judeia para advento do Cristianismo, encarnado na figura de João, o Evangelista.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 304-305.

 

 

Diferença Entre os Essênios

“A Confraria dos Essênios teve o seu inicio no ano 150 a. C., no tempo dos Macabeus. Era uma espécie de associação moral e religiosa, lembrando algo das cooperativas agrícolas modernas, que além dos cuidados da indústria, do comércio ou da lavoura, devota-se à assistência social e à educação de seus componentes. Assim nasceram pequenas sociedades ou agremiações nas povoações da Judéia, que mais tarde estenderam seus ramos até a Fenícia, Índia e ao Egito.

(…)

(…) depois que os Essênios se consolidaram nessa forma associativa benfeitora, de segurança econômica e aprimoramento moral, naturalmente nasceu-lhes a ideia de uma instituição esotérica, a fim de se cultuar os valores do espírito imortal. (…) a dignidade, os objetivos superiores e o desinteresse dos Essênios, visando exclusivamente ao Bem, atraíram a atenção do Alto e em breve eram alvo da presença de entidades de boa estirpe espiritual, que passaram a orientá-los para seu maior progresso espiritual. Como a Confraria dos Essênios era uma verdadeira ressurreição da velha “Fraternidade dos Profetas”, fundada por Samuel, o Alto permitiu encarnações de alguns profetas tão tradicionais do Velho Testamento, em sua comunidade. Em breve, o padrão espiritual dos Essênios elevou-se ante a presença de espíritos de excelente estirpe sideral.

(…)

Aliás, o capítulo 7 de Mateus, em seus 29 versículos, é quase um resumo dos estatutos dos Essênios, elaborado para graduar as diversas fases da iniciação dos neófitos nos santuários maiores.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 289-293.

 

Jesus e os Essênios

“Algumas obras esotéricas, principalmente da “Fraternidade Rosa-Cruz”, afirmam que o Mestre Jesus viveu entre os Essênios, os quais influíram bastante na sua obra cristã. No entanto, outras obras inclusive mediúnicas, asseguram que isso não aconteceu. Que dizeis a respeito?

RAMATIS: – Jesus, realmente, esteve em contato com os Essênios durante algum tempo e conheceu-lhes os costumes, as austeras virtudes, assim como teve oportunidade de apreciar-lhes as cerimônias singelas dos santuários menores, externos, e os ritos mais sugestivos do “Circulo Interno”. Muitos dos seus  gestos, práticas e atos do mundo profano deixavam perceber as características essênias de elevado teor espiritual, pois eles guardavam muita semelhança com os primeiros cristãos.

(…) jamais deixaria de procurar os Essênios e conhecer-lhes as ideias, pois os mesmos já ensinavam o amor a Deus e ao próximo, criam na imortalidade da alma e na reencarnação.

(…)

(…) Jesus jamais propalou a sua condição de membro honorário da Confraria dos Essênios, onde o sigilo era um voto de severa responsabilidade moral. Em consequência, salvo João Evangelista, que conhecia tal disposição do Mestre Jesus e dos seus contatos com os Essênios, ninguém mais pode identificá-lo a esse respeito.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 288-289.

 

Símbolo Oficial dos Rosacruzes

“A rosa foi colocada sobre a cruz como símbolo de crucificação, assim como a pomba, o Sol e a serpente. A rosa na cruz tornou-se o símbolo oficial dos Rosacruzes, mas foi também usada por vários ramos da Fraternidade e Grande Fraternidade Branca, antes de sua adoção oficial como emblema universal. O emblema dos primitivos Templários era uma rosa vermelha sobre uma cruz, adotado por eles por causa dos Essênios. Em alguns manuscritos místicos antigos a rosa chamada de Naurutsm, Nausir ou rosa de Isuren, de Tamul ou Sharon, ou ainda Rosa Aquática, Lírio, Padma, Pena, Lótus-crucificada nos céus para a salvação do homem. Jesus, o Cristo, foi chamado A Rosa, Rosa de Sharon, ou de Isuren. Em tudo isto vemos a relação entre o emblema Rosacruz e o misticismo cristão inicial.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 270.

Fatos Secretos

“Quando entraram, encontraram Jesus descansando tranquilamente, recobrando rapidamente as forças e a vitalidade. Uma hora depois, a tempestade havia serenado o suficiente para que os Essênios O escoltassem para fora do sepulcro.

Jesus havia usado todos os poderes do Seu ser, pela per feita harmonização com o Cósmico, para restaurar a força e a consciência em todas as partes de Seu corpo e em todas as Suas faculdades grandemente desenvolvidas. Por isto puderam os Essênios colocar Seu corpo sobre um potro e cobri-Lo com mantos pesados. Dirigiram o potro com sua preciosa carga através da chuva leve e pela densa escuridão até um local afastado, pertencente à Fraternidade, a pouca distância dos muros da cidade.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 247.

Jesus Não Estava Morto?

“A tempestade começou, retardando a remoção do corpo de Jesus por algumas horas, mas Ele recebeu alimento e bebida, e foram colocados suportes sob Seu corpo para evitar que os cravos que O torturavam rasgassem ainda mais a Sua carne. Os poucos fiéis notaram com grande ansiedade que uma sombria quietude e entorpecimento se mostravam no corpo de Jesus e que aos poucos Ele ia perdendo a consciência. Assim que foi possível, quando a tempestade amainou, foram trazidas tochas e o corpo foi examinado, revelando que Jesus não estava morto. O sangue que fluía das feridas era prova de que o corpo ainda tinha vida; a cruz foi imediatamente baixada e o corpo removido. O corpo foi levado para um jazigo de propriedade de José de Arimatéia, supostamente construído para uso de sua família. Como era um homem rico, o jazigo era elaborado e muito bem feito. O corpo foi colocado em um local especial do túmulo, previamente arrumado para este fim, e então terapeutas ligados à Fraternidade Essênia prestaram toda assistência possível no tratamento das feridas de Jesus.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 242.

Essênios Enviados à Galileia

“Por outro lado, existia uma organização de místicos com o nome de Essênios, a qual se dedicava a muitas formas de atividades humanitárias que incluíam hospitais, casas de Socorro e locais que dispensavam cuidados aos pobres e necessitados. O centro norte dos Essênios ficava na Galileia, entre os arianos, porque tinham sido mandados a esta localidade por sua organização no Egito, a Grande Fraternidade Branca.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 64.