Deus na Paz do Silêncio e na Fraternidade

“Aqueles que conhecem Deus como Paz no templo interior do silêncio e que lá reverenciam esse Deus de Paz são, por meio desse relacionanamento de comunhão divina, Seus verdadeiros filhos.

(…)

A consciência de “filho de Deus” nos faz sentir amor por todas as criaturas. (…) O Pai não reconhece nenhuma denominação criada pelo homem; Ele ama a todos, e Seus filhos precisam aprender a viver nessa mesma consciência. Quando o homem restringe sua identidade à sua humana natureza étnica, isto dá origem a infortunios intermináveis e ao fantasma da guerra.

Os seres humanos receberam, potencialmente, ilimitado poder como prova de que são realmente os filhos de Deus. Em tecnologias como a da bomba atômica percebemos que, se o homem não utilizar corretamente seus poderes, ele se destruirá. (…) O poder do homem para promover a guerra está crescendo; assim precisa também crescer sua habilidade de promover a paz. A melhor forma de impedir a ameaça da guerra é a fraternidade – a percepção de que, como filhos de Deus, somos todos uma só família.

Todo aquele que incite a discórdia entre nações irmãs, à guisa de patriotismo, é um traidor de sua divina família.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 488-489.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.

Enfermidades e Poder Mental

“A doença consiste numa condição desarmônica que produz dor ou infelicidade num ser vivo, seja de modo imediato ou tardio. Os seres humanos estão sujeitos a três tipos de enfermidade: aquelas que afetam o corpo, as que afetam a mente e aquela que afeta a alma.

(…)

A dor física não traz sofrimento mental se a mente é poderosa; os mártires, com a mente fixa em sua devoção a Deus, mantiveram sua serenidade interior mesmo enquanto eram queimados vivos.

(…)

Jesus conhecia a relação causal entre a mente e o corpo e entre a alma e Deus. Desse modo, ele era capaz de controlar a estrutura atômica das células e harmonizar as perturbações psicológicas, restaurando assim qualquer corpo ou mente doentes.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 456-457.

Capítulo 25: A cura dos doentes.

Ciclos de Evolução e Decadência

“A raça humana passa por repetidos ciclos de evolução e decadência, que constam de quatro períodos, durante os quais as faculdades mentais e morais do homem se desenvolvem gradualmente desde as trevas da era materialista até a iluminação da era espiritual, para então, através de um longo declínio, voltar a cair no materialismo.”*

*Nota: As escrituras da India identificam estes quatro períodos como Kali Yuga (a era em que a humanidade percebe apenas os aspectos físicos mais densos da criação), Dwapara Yuga (quando o intelecto humano se desenvolve o suficiente para compreender e controlar as forças sutis atômicas e eletromagnéticas), Treta Yuga (a era mental, em que os poderes latentes da mente se desenvolvem de maneira extraordinária) e Satya Yuga (a era da iluminação espiritual, quando a humanidade como um todo vive em sintonia com Deus, com as Suas leis e com os Seus planos para a criação).

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol II. Editora Self, 2017, pág. 197.

Capítulo 39: “Nenhum profeta é bem recebido na sua pátria”

A Verdade é Uma Só

A verdade é uma só: a exata correspondência com a Realidade. As encarnações divinas não vêm trazer uma religião nova ou exclu sivista, mas restaurar a Religião Única da realização divina. Todos os grandes mestres, como ondas, banham-se no mesmo Mar Eterno e tornam-se Um com Ele. As mensagens externamente distintas dos profetas são parte da necessária relatividade que se adapta à diversi dade humana. É a estreiteza mental que cria a intolerância religiosa e as denominações separatistas, reduzindo a verdade a uma adoração ritualista e a um dogmatismo sectário; a forma é confundida com o espírito. A mensagem essencial de autêntico contato entre o homem e seu Criador é diluída pela ignorância. A humanidade bebe dessas águas poluídas e não compreende de modo algum por que sua sede espiritual permanece. Somente as águas puras podem saciar uma sede opressiva.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 267.

Capítulo 13: O segundo nascimento do homem: o nascimento no Espírito – Diálogo com Nicodemos, parte I.

O Espírito Santo ou Estado Crístico

“O Espírito Santo ou estado crístico, união com a presença de Deus na criação manifestada, é o estado habitual dos seres divinos se encarnam para servir e elevar a humanidade enredada na ilusão.

(…)

Somente o conhecimento – e não a mera assertiva sem realização – pode levar à emancipação final.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 146-149.

Capítulo 7: O papel de Sată na criação de Deus.

Filho de Deus Se Tornou Filho do Homem

“(…) o Filho de Deus se tornou Filho do Homem. Ele abraçou as duas qualidades, possuindo humanidade e divindade, para que pudesse, por ser Filho de Deus, vencer a morte e, por ser Filho do Homem, restaurar o pleroma.

(…)

No começo, Ele estava acima como uma semente da verdade, que foi antes do surgimento do cosmos. Na estrutura cósmica, muitos domínios e divindades surgiram.”

Nascimento, Peterson do. O Tratado Sobre a Ressureição (Coleção Apócrifos do
Cristianismo Livro XVII) – Versão Kindle, Posição 117 -118.

Nova Reunião de Potências Angélicas

“Espíritos abnegados e esclarecidos falam-nos de uma nova reunião da comunidade das potências angélicas do sistema solar, da qual é Jesus um dos membros divinos. Reunir-se-á, de novo, a sociedade celeste, pela terceira
vez, na atmosfera terrestre, desde que o Cristo recebeu a sagrada missão de abraçar e redimir a nossa humanidade, decidindo novamente sobre os destinos do nosso mundo. Que resultará desse conclave dos Anjos do Infinito? Deus o sabe.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 198.

Consolador da Humanidade

“O Brasil, em 1822, erguia igualmente o seu brado de emancipação com Pedro I, sendo digno de notar-se o esforço do plano invisível na manutenção da sua integridade territorial, quando toda a zona sul do continente se fracionava em pequenas repúblicas, atento à missão do povo brasileiro na civilização do porvir.”

(…)

“(…)Consolador da humanidade, segundo as promessas do Cristo, o Espiritismo vinha esclarecer os homens, preparando-lhes o coração para o perfeito aproveitamento de tantas riquezas do Céu.”

Nota Pessoal: Não sei se concordo. O Cristo planejaria um “consolador” que alcançaria em 1 século menos de 0,001% da humanidade? O conceito de “Consolador” ou de “Espiritismo” precisa ser revisto…

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 185-186.

A Responsabilidade Por Suas Obras

“A vinda do Cristo ao cenáculo obscuro do planeta, trazendo a mensagem luminosa da verdade e do amor, assinalara o período da maioridade espiritual da humanidade. Essa maioridade implicava direitos que, por sua vez, se fariam acompanhar do agravo de responsabilidades e deveres para a solução de grandes problemas educativos do coração.”

(…)

“(…) não fora em vão que recomendara o crescimento do trigo e do joio nas mesmas leiras, somente a Ele competindo a separação, na época da ceifa. A limitada liberdade de ação dos indivíduos e das coletividades é integralmente
respeitada. Cada qual é responsável pelos seus atos, recebendo de conformidade com as suas obras.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 119 -121.

Simplicidade do Evangelho

“É por essa razão que os Evangelhos constituem o livro da humanidade, por excelência. Sua simplicidade e singeleza transparecem na tradução de todas as línguas da Terra, prendendo a alma dos homens entre as luzes do Céu, ao encanto suave de suas narrativas (…)

(…)

(…) os mensageiros do Cristo presidem à redação dos textos definitivos, com vistas ao futuro, não somente junto aos Apóstolos e seus discípulos, mas igualmente junto aos núcleos das tradições.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 113-114.