“Eu pretendo convencer você de uma coisa: por mais que sejam importantes hoje, as aptidões para falar em público se tornarão fundamentais no futuro.
Por causa de nossa conectividade cada vez maior, uma das mais antigas aptidões da humanidade vem sendo reinventada na era moderna. Estou convencido de que, no futuro, mais ainda do que hoje, aprender a apresentar ideias ao vivo a outras pessoas será uma qualificação absolutamente essencial (…)
(…)
E Ricky tinha outro traço de personalidade que indiretamente se mostraria fundamental para o sucesso do TED: a impaciência.
Ricky se aborrecia facilmente com apresentações longas. À medida que o TED crescia, ele passou a conceder um tempo cada vez mais curto aos oradores. E simplesmente subia no palco e interrompia aqueles que estourassem o limite. Também proscreveu as perguntas da plateia, alegando que seria mais interessante encaixar um novo palestrante do que escutar alguém disposto a promover seu negócio sob o pretexto de fazer uma pergunta.”
ANDERSON, Chris, Ted Talks: O Guia Oficial do Ted para Falar em Público, Ed. Intrinseca, 2016, Pág. 205-207.
Capítulo 5 – REFLEXÃO: O Renascimento da Palestra.