Intelectualidade e Sabedoria

“A intelectualidade é um atributo do poder da razão, e a sabedoria é uma qualidade libertadora da alma. Quando a razão é purificada por meio de um tranquilo discernimento, ela se transforma em sabedoria.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 488.

Capítulo 26: As Beatitudes. O Sermão da Montanha, Parte I.

A Crença

“A  crença é um estágio inicial do progresso espiritual, necessário para admitir o conceito de Deus. Mas tal conceito tem de ser transformado em convicção, em experiência. A crença é o precursor da convicção; é preciso acreditar em algo a fim de se proceder a uma investigação imparcial. Se, porém, alguém se satisfaz apenas com a crença, esta se converte em dogma – estreiteza mental, um impedimento para a verdade e o progresso espiritual. O necessário é cultivar, no solo da crença, a safra da experiência direta e do contato com Deus. Tal conhecimento incontestável – e não a mera crença – é o que nos salva.

(…)

A verdadeira adoração de Cristo é a comunhão divina da percepção crística no templo sem paredes da consciência expandida.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 303-304.

Capítulo 13: O segundo nascimento do homem: o nascimento no Espírito – Diálogo com Nicodemos, parte I.

Expandir em Amor e Serviço

Aquele que se desvincula da felicidade e do bem-estar dos outros já se condenou ao isolar-se do Espírito que permeia todas as almas, pois quem não se expande em amor e serviço ao Deus presente nos outros desconsidera o poder redentor da conexão com a universalidade de Cristo. Todo ser humano recebeu o poder de fazer o bem; se ele deixa de utilizar tal atributo, seu nível de evolução espiritual não é muito superior ao egoísmo instintivo do animal.

(…) Expandir continuamente o círculo do amor significa sintonizar a consciência humana com o Filho unigênito.

Nota: “Um ser humano é parte de um todo, por nós denominado ‘o Universo’, uma parte limitada no tempo e no espaço. Ele percebe a si próprio, seus pensamentos e sentimentos, como algo separado do restante – uma espécie de ilusão óptica de sua consciência. Essa ilusão é como uma prisão para nós, restringindo-nos a nossos desejos pessoais e à afeição por algumas poucas pessoas que nos são mais próximas. Nossa tarefa deve ser a de libertar-nos dessa prisão, ampliando nosso círculo de compaixão para abranger todas as criaturas vivas e a totalidade da natureza em sua beleza.” Albert Einstein

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 301.

Capítulo 13: O segundo nascimento do homem: o nascimento no Espírito – Diálogo com Nicodemos, parte I.

Yoga

“Quando alguém se senta em silêncio, tranquilo, ele acalma parcialmente a força vital em seu fluxo para os nervos, libertando-a dos músculos; seu corpo está temporariamente relaxado. Mas sua paz é facilmente perturbada por qualquer ruído ou qualquer outra sensação que chegue até ele, porque a energia vital que continua a fluir para o exterior, através da via espiralada, mantém os sentidos em operação.

(…)

O iogue conhece a arte científica de se desconectar conscientemente dos nervos sensoriais, de modo que nenhuma perturbação externa proveniente da visão, da audição, do tato, do paladar ou do olfato possa ter acesso ao santuário interior de sua meditação impregnada de paz.

(…)

Um “filho do homem” prisioneiro do corpo não pode ascender à liberdade celestial apenas com palavras; ele tem de saber como desatar o nó espiralado da força de kundalini, na base da coluna vertebral, a fim de transcender o confinamento da prisão corporal.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 290-292

Capítulo 13: O segundo nascimento do homem: o nascimento no Espírito – Diálogo com Nicodemos, parte I.

Permita-me Discipliná-lo

“Meu guru, Sri Yukteswar, disse-me o seguinte quando me aceitou para treinamento: “Permita-me discipliná-lo; pois uma vontade livre não consiste em fazer coisas de acordo com os ditames de hábitos pré e pós-natais, ou conforme caprichos mentais, mas em agir de acordo com as sugestões da sabedoria e do livre-arbítrio. Ao sintonizar sua vontade com a minha, você encontrará liberdade.” Ao me colocar em sintonia com a vontade dele guiada por Deus e pela sabedoria, encontrei a liberdade.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 213.

Capítulo 9: Jesus encontra seus primeiros discípulos.

Pergunta Aberta e Pergunta Fechada

“De modo geral, a pergunta fechada obriga o respondente a selecionar uma alternativa numa lista de opções predeterminadas, enquanto a pergunta aberta oferece a liberdade de expressar o que quiser sobre o assunto que gerou a questão.”

(…)

“A pergunta aberta é, sem dúvida nenhuma, um convite para a reflexão. Mas também pode levar o interlocutor a contar tudo o que já sabe ou pensou sobre o tema, e às vezes isso significa que ele não está exatamente refletindo, mas sim produzindo uma narrativa.”

GOLDEMBERG, Gilda. Perguntas Poderosas: Um guia prático para aprender a
perguntar e alcançar melhores resultados em coaching. Ed. Casa do Escritor – 2a Edição, 2019. Versão Kindle, posição 257-288.

O Rei da Glória Prendeu Satanás

“Então o rei da glória, em sua majestade, pisou a morte, e prendeu Satanás, o príncipe, e o entregou ao poder do inferno, e trouxe Adão a ele para seu próprio brilho.”

(…)

“Pois eis que agora, este Jesus pelo brilho da sua majestade faz fugir todas as trevas da morte, e quebrou as profundezas das prisões, e libertou os prisioneiros e soltou os que estavam presos.”

(…)

“E o Senhor estendeu a mão e disse: Vinde a mim, todos os meus santos, que têm minha imagem e semelhança. Vós que pela árvore e pelo diabo e pela morte foram condenados, eis agora o diabo e a morte condenados pela árvore.”

(…)

“Mas o Senhor segurando a mão de Adão o entregou a Michael o arcanjo, e todos os santos seguiram Michael o arcanjo, e ele os trouxe todos para a glória e a beleza do paraíso.”

Nascimento, Peterson do. O Evangelho Segundo Nicodemos (Coleção Apócrifos do Cristianismo Livro XI) – Versão Kindle, Posição 760-812.

A Responsabilidade Por Suas Obras

“A vinda do Cristo ao cenáculo obscuro do planeta, trazendo a mensagem luminosa da verdade e do amor, assinalara o período da maioridade espiritual da humanidade. Essa maioridade implicava direitos que, por sua vez, se fariam acompanhar do agravo de responsabilidades e deveres para a solução de grandes problemas educativos do coração.”

(…)

“(…) não fora em vão que recomendara o crescimento do trigo e do joio nas mesmas leiras, somente a Ele competindo a separação, na época da ceifa. A limitada liberdade de ação dos indivíduos e das coletividades é integralmente
respeitada. Cada qual é responsável pelos seus atos, recebendo de conformidade com as suas obras.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 119 -121.

A Vontade é Patrimônio da Alma

Assim como o filho predileto em uma família terrena rogaria confiantemente a seu pai, Jesus suplica amorosamente ao Pai transcendental que Se oculta por trás das muralhas etéreas do céu: “Pai Celestial, uma vez que para Ti tudo é possível, por que não afastas de mim este cálice da crucificação?” Mas enquanto orava para ser poupado da tirânica atuação da Ilusão Cósmica, Jesus reconheceu as incitações da debilidade interior e de imediato acrescentou: “Entretanto, que não se faça minha vontade humana, temerosa de enfrentar esta provação; que se cumpra em minha vida Tua divina vontade guiada pela sabedoria.

(…) “Não se faça a minha vontade, mas a Tua“. Ele jamais aconselhou que os filhos de Deus renunciassem à independência de sua vontade (que é patrimônio da alma) (…) obras o pegue e use novamente. O exemplo de Jesus demonstrou, em vez disso, que o homem deve fazer uso de sua liberdade concedida por Deus para exercer conscientemente sua vontade ao procurar cumprir os desejos do Senhor na Terra. (…) “Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu“. Sintonizar a vontade humana (…) com a vontade de Deus significa habitar na liberdade e alegria de um paraíso interior enquanto se está ainda na Terra.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. III. Editora Self, 2017, pág. 363-364.

Capítulo 73: A agonia de Jesus no jardim de Getsêmani e sua prisão.