Saúde Mental

“Convém saber, antes de tudo, qual é a natureza do padrão científico preferido pela ciência médica do mundo para aferir qualquer enfermidade atribuída ao menino Jesus. A verdade é que nas tabelas da patogenia sideral, as enfermidades mais graves são justamente a vaidade, avareza, ira, crueldade, luxuria, hipocrisia, o orgulho, ciúme e os vícios que aniquilam o corpo carnal como o fumo, o álcool, os entorpecentes ou a glutonice carnívora. Desde que os sábios terrenos passem a considerar a hipersensibilidade, o amor, a renúncia espiritual próprias do menino Jesus como incursos nas tabelas patológicas do mundo, é evidente que também terão de classificar o seu oposto, isto é, a “consciência satanizada” como um padrão da verdadeira saúde do homem. A melancolia, a tristeza, o desassossego e aparentes contradições do menino Jesus não eram efeitos próprios de um caráter mórbido ou censurável, mas uma consequência natural do desajuste do seu espírito angélico, cuja vida era profundamente mental e o fazia sentir-se exilado no ambiente rude da matéria. (…) Não é demonstração de enfermidade a aflição das pombas debatendo-se no pântano viscoso, só porque ali os crocodilos se mostram eufóricos e tranquilos.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 136-137.

 

Essênios Enviados à Galileia

“Por outro lado, existia uma organização de místicos com o nome de Essênios, a qual se dedicava a muitas formas de atividades humanitárias que incluíam hospitais, casas de Socorro e locais que dispensavam cuidados aos pobres e necessitados. O centro norte dos Essênios ficava na Galileia, entre os arianos, porque tinham sido mandados a esta localidade por sua organização no Egito, a Grande Fraternidade Branca.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 64.

Os Essênios e as Práticas Humanitárias

“Os registros Rosacruzes dizem claramente que a palavra original pretendia descrever uma fraternidade secreta e que, embora a maioria de seus membros se tornassem médicos e curadores, a organização era devotada a muitas outras práticas humanitárias além da arte de curar, e que nem todos os seus membros eram médicos.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 23-24.

Gênios Superiores

“– (…) que será licito cultivar tão-somente o convívio com os gênios superiores da Espiritualidade (…).

(…)

– Isso é comodismo sob o rótulo de cultura. Não podemos negar que a obsessão seja moléstia da mente, contudo, poderá a Medicina curar alguém à força de usar o esquecimento do dever que lhe cabe? Os gênios realmente superiores da Espiritualidade jamais abandonam os sofredores e os pequeninos. À maneira do Sol que clareia o palácio e a furna, com o mesmo silencioso devotamento auxiliam a todos, em nome da Providência.

– (…) não suportam qualquer manifestação primitivista no terreno mediúnico.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 29.