Discípulo Simão

(…) por que Jesus chamou Simão (como também vários outros discípulos iletrados) para ser um instrutor quando este não havia recebido sequer uma formação rudimentar nos ensinamentos espirituais? Aqueles que se tornaram apóstolos certamente não foram escolhidos com base em credenciais acadêmicas. Jesus havia instruído Simão nos princípios do discipulado e do conhecimento de Deus em seu relacionamento numa encarnação anterior – algo que Simão, de imediato, não se recordava. Jesus podia ver as realizações espirituais de Simão nos registros astrais do cérebro desse discípulo; assim, baseando-se nessa certificação, ele reconheceu e escolheu Simão para ser o principal de seus missionários.

(…) A eloquência espiritual não é tanto uma questão de dicção, mas de magnetismo da alma, resultante de uma vida virtuosa e da comunhão interior meditativa com Deus.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 429.

Capítulo 23: Pescadores de Homens.

Registros de Nicodemos

“Estas são as coisas que, após a cruz e a paixão do Senhor, Nicodemos, registrou e entregou ao sumo sacerdote e ao restante dos judeus: E o mesmo Nicodemos os apresentou em letras hebraicas.”

Nascimento, Peterson do. O Evangelho Segundo Nicodemos (Coleção Apócrifos do Cristianismo Livro XI) – Versão Kindle, Posição 166.

Preâmbulo – Trechos Importantes

“Esta obra prende-se a algumas lembranças do contato que tivemos com Jesus de Nazaré, na Palestina, e de indagações que fizemos a alguns dos seus próprios discípulos naquela época, e a outros, aqui no Espaço.(…) pudemos revivê-los recorrendo aos arquivos ou “registros etéricos”, fruto das vibrações das ondas de luz, ao Éter ou “Akasha” dos orientais, que fotografa desde o vibrar de um átomo até a composição de uma galáxia*.

[*] “Conforme não mais ignoram os estudiosos e pensadores do Espiritismo, as poderosas sensibilidades etéricas, as ondas luminosas disseminadas pelo Universo, o fluido universal, enfim, sede da Criação, veículo da Vida, possui a prodigiosa capacidade de fotografar e arquivar em suas indescritíveis essências os acontecimentos desenrolados sob a luz do Sol, na Terra, ou pela vastidão do Infinito”. Trecho extraído da p. 56, da obra Dramas da Obsessão, de Yvonne A Pereira, editada pela Federação Espírita Brasileira.”

(…)

Não defendemos “tese” nem pretendemos firmar pontos doutrinários nos relatos sobre O Sublime Peregrino; tentamos apenas revelar-vos algumas atitudes e estados de espírito do Mestre Jesus, que se ajustam realmente à sua elevada contextura espiritual. (…) Em verdade, todos nós descobrimos, dia a dia, que ainda sabemos muito pouco sobre a natureza sideral de Jesus, e, possivelmente, só depois de alguns milênios poderemos conhecê-la em sua plenitude.

(…)

A tradição mitológica costuma sempre descrever o nascimento dos grandes iniciados ou avatares destinados a desempenharem relevantes missões sociais ou espirituais, como provindos de virgens e sob misterioso esponsalício estranho à ordem natural do sexo e da gestação Crisna, Lao-Tse, Zoroastro, Buda, Salivahana e outros instrutores espirituais nasceram de virgens e através de fenômenos ou processos extraterrenos.

(…)

A consumação do seu holocausto na cruz foi o coroamento messiânico e a confirmação inconfundível de toda sua doutrina recomendada à humanidade e sem derrogar as leis do mundo material, pois os seus próprios “milagres” nada tinham de sobrenaturais, mas podiam ser facilmente explicáveis pelas leis da física transcendental com relação aos fenômenos mediúnicos hoje conhecidos.

(…)

O Mestre mobilizava todos os recursos possíveis para evitar sua desencarnação prematura, cujo corpo de carne se ressentia do potencial elevado das vibrações emitidas pelo seu Espirito angélico. (…) O ritmo do metabolismo de sua vida espiritual ultrapassava o limite áurico de toda a humanidade terráquea, e os seus raciocínios transbordavam fora do tempo e do espaço, exaurindo-lhe o cérebro.

No seu hercúleo esforço para situar-se a contento, na carne, Jesus assemelhava-se a um raio de sol tentando acomodar-se numa vasilha de barro.

(…)

Malgrado o terrícola ainda não possuir sensibilidade moral apurada, em condições de avaliar o imenso sacrifício e abnegação despendidos por Jesus para descer aos charcos do vosso mundo, são bem menores as lutas, angustias e os tormentos do pecador, no sentido de purificar-se até subir as esferas da angelitude, ante o martírio do anjo que renuncia às venturas celestiais dos mundos divinos, para descer ao abismo pantanoso dos mundos materiais, como sucedeu a Jesus.

É bem mais fácil e cômodo despojarmo-nos dos trajes enlameados e tomarmos um banho refrescante, do que vestirmos roupas pesadas e descermos a um fosso de Todo repulsivo e infeccionado, onde se debatem criaturas necessitadas de nosso auxílio.”

Paz e Amor.

Ramatis

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 11-15.

Materialização

“O que ressuma do registro deste acontecimento é que o eu espiritual que apareceu no meio deles cresceu em substância ou em qualidade visível diante de seus olhos como se uma nuvem mística se tornasse gradualmente mais densa e mais definida e tomasse afinal a forma objetiva de um corpo físico.”

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 180.

Jesus Escapou da Crucificação?

NOTA DO EDITOR:

“No Semanário Ilustrado da India (7 de julho de 1974), a seguinte legenda acompanhou a fotografia de um templo antigo: “O TUMULO DE JESUS”, Srinagar. Há oitenta e três anos, Mirza Ghulam Ahmad Qadiani declarou que Cristo não foi crucificado c ressuscitado na forma que os cristãos acreditam, nem subiu aos Céus onde continua a viver, como acreditam os muçulmanos. O “profeta” do Punjabi apoiou suas afirmações como a na pesquisa de velhos textos e na sua própria interpretação do Corão. Ele tentou provar que Cristo escapou da crucificação e foi para a Caxemira, onde morreu na idade de 120 anos. Nehru, em sua obra “Glimpses of World History” (Relances da História Mundial) escreve: “Em toda a Ásia Central, em Caxemira, Ladakh e até no Tibete e mais para o norte, continua a existir uma forte crença de que Jesus ou Isa por ali viajou Não é improvável que ele o tenha feito.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 244.

A Verdadeira História da Crucificação

“A verdadeira história da crucificação está registrada em vários escritos antigos (…) Os principais e mais completos relatos da história estão em três manuscritos de diferentes escribas, preservados em mosteiros do Tibete, do Egito e da Índia.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 223.

A Grande Fraternidade Branca

A Grande Fraternidade Branca, a que nos referimos tantas vezes nos capítulos anteriores, era uma organização não sectária formada primitivamente pelos ancestrais de Amenhotep IV, faraó do Egito, mais conhecido como Akhenaton na literatura filosófica. Não se sabe ao certo qual desses ancestrais foi o primeiro a proclamar a fundação da Fraternidade, mas sabemos que Tutmés III um grande número das regras e regulamentos relativos à conduta da Fraternidade, os quais continuaram em vigência por muitos séculos. Em um dos registros Rosacruzes verificamos que ao final de seu reinado como faraó do Egito, em 1447 a.C., havia trinta e nove mulheres formando o alto conselho da Fraternidade secreta. As reuniões do conselho eram realizadas em um dos salões do templo de Karnak, em Lúxor, onde Tutmés III havia erigido dois obeliscos com a gravação do renomado cartucho que se tornou o famoso selo da Fraternidade, usado ainda hoje no Egito e na América como selo oficial da organização chamada Ordem Rosacruz. As seguintes palavras foram escritas nos registros, por ocasião do estabelecimento desse cartucho como selo da organização, relativas ao seu uso: “Em testemunho do grande trabalho de nosso professor (Mestre) para que seja para sempre um símbolo de honra e lealdade.

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 175-176.

Viagem à Grécia e à Heliópolis

“A seguir José e os guias viajaram para a Grécia, onde Ele entrou em contato com alguns filósofos atenienses e ficou sob os cuidados pessoais de Apolônio, o qual mostrou a José os antigos registros das lendas gregas. (…) em poucos meses, Ele deixou as praias gregas dirigindo-se a Alexandria.

Ali Ele ficou pouco tempo, o suficiente para ser recebido por mensageiros especialmente enviados para saudá-Lo, e para visitar alguns santuários antigos. Logo em seguida, foi levado à cidade de Heliópolis (…).

Foi neste ponto da vida que José começou Suas iniciações preparatórias para admissão aos graus mais elevados da Grande Fraternidade Branca, de que tratarei no próximo capítulo, pois os detalhes merecem uma apresentação completa.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 170.

Viagem ao Tibete e à Persépolis

“Alguns registros antigos declaram que José, depois de completar o estudo dos ensinamentos budistas e das doutrinas hindus na Índia, viajou para Lassa, no Tibete. (…) Quando José estava pronto para partir de Jagannath, entretanto, Ele se dirigiu para a Pérsia, na cidade de Persépolis, onde haviam sido feitos preparativos relativos a estudos adicionais. Persépolis era uma das antigas cidades reais e morada dos eruditos Magos daquele país, conhecidos pelos nomes de Hor, Lun e Mer. Um desses Magos, já muito velho, fora um dos três Magos que haviam visitado o menino na ocasião de Seu nascimento na Gruta Essênia, levando-lhe presentes do mosteiro da Pérsia.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 167-168.

Instrução no Monte Carmelo

“Segundo os registros essênios, o jovem José completou Sua instrução oficial no início do outono do Seu décimo terceiro ano de vida. Apesar de Sua precocidade e mente brilhante, não Lhe foi permitido abreviar o período normal de estudo e preparação na Escola dos Profetas, no Carmelo. (…)”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p.162.