Realização Superconsciente

“As palavras possuem eficácia dinâmica quando estão carregadas com a realização superconsciente. Tentar vender um objeto, uma ideia ou uma crença em que o promotor de vendas não acredita plenamente significa apenas pronunciar palavras que, por mais inteligentes que sejam, carecerão do brilho e do selo vibratório da convicção.

(…)

Ele não pregava como os escribas, com palavras vazias. Quando falava, suas palavras estavam repletas do Verbo, a Energia Cósmica, de Deus. Sua doutrina estava impregnada da convicção da experiência, oriunda de sua estatura crística e da Consciência Cósmica, vibrando com a autoridade da sabedoria divina.

Não é suficiente memorizar as palavras das escrituras ou receber um grau de Doutor em Teologia. É preciso digerir a verdade e então pregar com o poder e a convicção da alma.

A percepção direta da verdade proporciona experiência intuitiva, bem como visão e entendimento verdadeiros. Tal sabedoria confere poder; é a energia que aciona a Fábrica Cósmica, gerando o controle sobre todas as coisas. Esse poder proclama a autoridade absoluta da verdade infalível. Jesus não falava com fanatismo ou de modo mecânico como os escribas, mas com a autoridade de sua própria experiência de Deus e com o conhecimento de todos os mistérios divinos.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 432-433.

Capítulo 23: Pescadores de Homens.

Como Perguntar

“A pergunta mostra curiosidade genuína e é feita cuidadosamente; O foco das perguntas é predominantemente no futuro, por vezes no aqui e agora e raramente no passado; É curta, aberta e simples de entender, muitas vezes
parece genérica; Contém verbos de ação no infinitivo e o pronome “você”; Contém palavras no plural e advérbios de intensidade; Utiliza o linguajar e é dirigida a temas que interessam a quem responde; Ritmo, tom de voz e momento escolhido causam impacto no respondente; Contém valores e emoções que possam estar implicados no foco da conversa; Provoca o sujeito a refletir sobre suas capacidades para escolher um estado futuro; Refere quem o sujeito deseja ser; Implica o sujeito no estado atual; Há intensão em honrar um acordo
entre quem pergunta e quem responde (…)”

(…)

“A agenda da pergunta é de quem responde, e não de quem pergunta; O silêncio acontece em respeito a quem responde.”

GOLDEMBERG, Gilda. Perguntas Poderosas: Um guia prático para aprender a
perguntar e alcançar melhores resultados em coaching. Ed. Casa do Escritor – 2a Edição, 2019. Versão Kindle, posição 552 -567.

Perguntas e Respostas

“Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas do que pelas suas respostas.” Voltaire

(…)

“Pergunta é uma palavra derivada do verbo perguntar, que, por sua vez, provém do latim “percontari”. “Per” em latim significa “por”, e assim como “percapita”, significa “por cabeça”, “percontari”, significa “por contar”[i]. A pergunta é um pedido de informação, uma palavra ou frase que se espera que alguém responda ou, como “percontari” sugere, conte algo a respeito.”

(…)

“Indagação também vem do latim, “in dagatio onis”, e guarda relação com um ato íntimo de perguntar a si mesmo, com um ato investigativo.”

(…)

“Questão também vem do latim, “quaestĭo -ōnis”. A questão se relaciona a um ponto, um aspecto circunscrito que se presta a uma discussão.”

In GOLDEMBERG, Gilda. Perguntas Poderosas: Um guia prático para aprender a
perguntar e alcançar melhores resultados em coaching. Ed. Casa do Escritor – 2a Edição, 2019. Versão Kindle, posição 183-195.

Eu Sou a Voz, ou Som Cósmico

“Este é o significado de sua resposta: “Eu sou a voz, ou Som Cósmico, clamando ou vibrando no deserto do silêncio”. Deserto significa a consciência de um santo, onde não pode crescer a vegetação de novos desejos materiais. O santo se transforma em terreno árido no qual a presença de Deus possa florescer sem a resistência do desabrochar de intrusões materialistas.

(…) João respondeu que concedia o batismo físico com água, purificando a consciência com um arrependimento que traria uma influência espiritual temporária. E prosseguiu dizendo que o ser superior que ainda estava por vir mostraria às pessoas o caminho para a redenção pelo batismo no Espírito – proclamando que era papel de Jesus, com sua aura crística, batizar as almas com o fogo da sabedoria e o poder das sagradas emanações vibratórias do Espírito Santo.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 114.

Capítulo 6: O batismo de Jesus.

Gnosticismo

“(…) o pensamento de qualquer conexão entre os ensinamentos de Jesus e a Índia torna-se menos extravagante não apenas pelos pergaminhos das cavernas de Qumran (os chamados pergaminhos do Mar Morto), mas especialmente pelo novo achado de muitos livros cristãos gnósticos (em Nag Hammadi) no Egito. (…) A primeira parte (e várias outras partes) do Evangelho de João -‘No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (…)’ – é puro gnosticismo. O misticismo gnóstico chegara aos judeus, vindo do Oriente, da India, Pérsia e Babilônia; o gnosticismo tinha atraído os judeus durante o cativeiro deles na Babilônia, e eles o trouxeram consigo no retorno à sua terra.

“Para que não subestimemos o gnosticismo pelo fato de seus termos, símbolos e vocabulário diferirem muito dos nossos, deve-se esclarecer que o gnosticismo representou o cristianismo egípcio durante os duzentos anos em que os líderes da nova fé elaboraram sua teologia. Ele foi gradualmente banido pelo cristianismo católico ortodoxo, e seus livros foram queimados. Do mesmo modo, o essenismo era a forma original do cristianismo palestino. (…) Em Qumran e em Chenoboskion [Nag Hammadi], ficaram escondidas durante séculos as grandes bibliotecas dessas formas primitivas do cristianismo, que agora, de modo tão súbito e dramático, nos foram restituídas. O essenismo e o gnosticismo eram muito semelhantes: se restar dúvida, leia-se o Evangelho canônico de João, especialmente o primeiro capítulo, onde se encontram o essenismo e o gnosticismo, mesclados e sublimados no cristianismo que nos é mais familiar. ”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 95.

Capítulo 5: Os anos desconhecidos da vida de Jesus – estadia na Índia.

Palavras de Sabedoria Através de Jesus

Porque eu não tenho falado de mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de dizer e sobre o que hei de falar“: quando a Consciência Crística pronunciava palavras de sabedoria por intermédio de Jesus era porque a Consciência Cósmica, de onde emanam todas as coisas, fazia vibrar Seus desejos como um grande mandamento concernente ao que devia ser dito ao mundo através dos lábios de Jesus, em forma de discursos e parábolas para as multidões e de máximas e conselhos com explicações mais profundas para os discípulos.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. III. Editora Self, 2017, pág. 205.

Capítulo 66: “É chegada a hora em que o Filho do homem há de ser glorificado”.

Jesus Intermediário do Cristo

“Jesus, como dissemos, não é o Cristo, mas a consciência angélica mais capacitada para recepcionar e cumprir a sua vontade em cada plano descendente do reino angélico até a Terra. Em sua missão sublime, Jesus foi a “janela viva” aberta para o mundo material, recebendo do Cristo as sugestões e inspirações elevadas para atender à salvação das almas, em educação na crosta terráquea. No entanto, Jesus também ascensiona ininterruptamente pela expansão ilimitada de sua Consciência e libertação definitiva das formas dos mundos planetários transitórios. É provável, portanto, que no próximo “Manvantara” ou “Grande Plano” ele também já se gradue na escala arcangélica; e então participará diretamente da criação dos mundos sob a inspiração do Arcanjo, do Logos ou do Cristo do vosso sistema solar.

É o Arcanjo, o Logos ou Cristo Planetário da Terra, cuja Luz e Essência Vital, em perfeita sintonia com a vontade e o plano de Deus, então alimenta a alma da humanidade terrícola. Os homens vivem embebidos de sua essência sublime e, por isso, sentem no âmago de suas almas uma direção que os orienta, incessantemente, para as melhores aquisições espirituais no mundo educativo da matéria. As criaturas mais sensíveis, os intuitivos e os inspirados, às vezes identificam essa “voz oculta” a lhes falar silenciosa eternamente nas belezas edênicas, que os aguardam após o desenlace do corpo carnal. Assim, o Logos, o Verbo ou o Cristo do planeta Terra, em determinado momento passou a atuar diretamente pelo seu intermediário Jesus, anjo corporificado na figura humana, transmitindo à humanidade a Luz redentora do Evangelho.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 70.

O Poder do Verbo

“– Todavia, para colaborar em favor desses irmãos em desespero, será suficiente o concurso verbalista?

Não lhes estendemos simplesmente palavras, mas acima de tudo o nosso sentimento. Toda frase articulada com amor é uma projeção de nós mesmos. Portanto, se é incontestável a nossa impossibilidade de oferecer-lhes a libertação prematura, estamos doando, em favor deles, a nossa boa-vontade, através do verbo nascido de nossos corações, igualmente necessitados de plena redenção com o Cristo.

(…)

– Analisando o pretérito, ao qual todos nos ligamos, através de lembranças amargas, somos enfermos em assistência recíproca. Não seria lícito guardarmos a pretensão de lavrar sentenças definitivas pró ou contra ninguém, porque, na posição em que ainda nos achamos, todos possuímos contas maiores ou menores por liquidar.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 23.

Impedimento ao Conselho Fraterno

“(…) Não faltavam quadros impressionantes de Espíritos perseguidores, que procuravam hipnotizar as próprias vitimas, precipitando-as no sono provocado, para que não tomassem conhecimento das mensagens transformadoras, ali veiculadas pelo verbo construtivo. (…)”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 16.

O Amigo Iniciado

Diário Espiritual de 09 de janeiro de 2019

“A voz de um é sempre a voz de muitos, segundo o princípio da associação mental por afinidade de ideal. Que a nossa presença te lembre sempre de que urge o momento da emancipação espiritual da raça humana na Terra e nada além disto é mais importante neste limiar da transição que tomará o palco a partir deste ano!

Deixar que o pulso do TODO flua em ti e nos irmãos da comunidade que temos reunido em Círculo é fundamental.

Fala! Fala sempre! Dê-nos voz! Empreste-nos o teu falar, e a nossa cooperação nunca te faltará!”

O amigo iniciado