Força de vontade

(…) A força de vontade não está sempre à nossa disposição.

(…) Todo mundo entende que recursos limitados devem ser manejados. No entanto, em geral falhamos em reconhecer que a força de vontade é um deles. Agimos como se nosso estoque de força de vontade não fosse acabar nunca. Como resultado, não há consideremos o recurso a ser controlado, como alimentação ou o sono. Isso nos coloca repetidamente em situações difíceis, visto que, quando mais precisamos nossa força de vontade, ela pode não estar lá.

(…) Quanto mais usamos a nossa mente, menos atenção temos.(…) O cérebro equivale a 1/50 de nossa massa corporal, mas consome, pasmem, 1/5 das calorias que queimamos para obter energia.

(…) Quando não pensamos na determinação como um recurso que esses vai, quando falamos em reserva-la para as coisas mais importantes, quando não há reabastecemos social está em baixa, estamos, provavelmente, nos coloca no caminho mais complicado em direção ao sucesso.

Então, como colocar a força de vontade para funcionar? Pense nela. Preste atenção a ela. Respeite. Torne prioritário fazer o que é mais importante quando sua força de vontade estiver no máximo. Em outras palavras, de-lhe a hora do dia que ela merece.

(…) Então, se quiser aproveitar o máximo do seu dia, faça o trabalho mais importante mais cedo, antes de gastar sua força de vontade.

Keller, Gary; Papasan, Jay. A única coisa. Novo Século Editora, Barueri, 2014, pp. 59-67

 

Ocasião, sentimento, limpeza

(…) alguns fatores essenciais da magia.

O primeiro deles é a ocasião em que a magia é realizada. (…) A magia construtiva (para o crescimento) é realizada, basicamente, durante o quarto crescente, e a magia para destruição é realizada durante o quarto minguante. A magia construtiva consiste em estimular coisas com amor, sucesso, a proteção, à saúde, a fertilidade. A magia destrutiva inclui feitiço de amarração, separação, eliminação, extermínio. Essas magias tem um elemento de magia simpática apenas com relação a época em que são realizadas.  (…)

O segundo fator essencial da magia é o sentimento. Você precisa realmente querer que aconteça aquilo pelo que você está trabalhando. Precisa querer com todo o seu ser. Investir cada infinita partícula de poder nesse desejo, nessa vontade de ver algo acontecer. (..) Esse forte “sentimento” é, com efeito, o “poder” acumulado usado na magia. Como auxiliares, ou propulsores do seu poder, podem ser usados um grande número de amplificadores. Um desses é o canto e outro é a rima. O cantar ritmado de um feitiço, com uma batida seca, regular, pode ajudar a intensificar seu sentimentos e, desta maneira, aumentar seu poder. (…)

A limpeza é o terceiro fator essencial da magia.  Quando praticar magia, é aconselhável estar com o corpo limpo. Interna e externamente. (…) Também prepare o corpo inteiro e hoje removendo as toxinas faça isso jejuando durante 24 horas, antes de realizar o trabalho mágico. Abstenha-se do álcool, da nicotina e da atividade sexual.

Buckland, Raymond. Livro completo de bruxaria de Raymond Buckland: tradição, rituais, crenças, história e prática. Editora Pensamento Cultrix, São Paulo, 2019, pp. 83-84.

A felicidade só pode ser encontrada dentro de nós

Sua felicidade depende de três coisas que estão todas sob seu poder: sua vontade, suas ideias a respeito do acontecimento em que está envolvido e o uso que você faz de suas ideias.

A autêntica felicidade é sempre independente de condições externas (…) Sua felicidade só pode ser encontrada interiormente. (…) Pare de aspirar ser outra coisa além do melhor de você mesmo. Porque isso está sob o seu controle.

Epicteto. A arte de viver/ Epicteto; uma nova interpretação de Sharon Lebell. Sextante, Rio de Janeiro, 2018, pp. 47-48

Feitiços e Encantamentos

O mais importante ingrediente para um feitiço é a emoção. Você precisa querer que alguma coisa aconteça. Precisa querer com todo o seu ser e, por meio desse desejo, você vai direcionar todo o seu poder para a magia.

Buckland, Raymond. Livro completo de bruxaria de Raymond Buckland: tradição, rituais, crenças, história e prática. Editora Pensamento Cultrix, São Paulo, 2019, p. 51