“Assim, Erich Fromm escreve em Ter ou Ser: “Ter se refere às coisas […]. O ser refere-se a vivências […]”
A velha máxima do ter não mais se aplica: quanto mais eu tenho, mais eu sou. A nova máxima da vivência é: quanto mais eu vivencio, mais eu sou.
As memórias armazenadas nas coisas de repente não têm valor. Eles têm que dar lugar a novas vivências.”
HAN, Byung-Chul. Não coisas: Reviravoltas do mundo da vida. Ed. Vozes, 2021, Local 270-278.
Da posse à vivência