Comunicadores espirituais

Pozati, que alegria, depois do regresso a nossa pátria espiritual e reencontro com o querido Chico, é poder te visitar nesta manhã. Lhes transmito o recado da parte de nosso amigo e irmão mais velho: você e sua moçada tem feito muito bem! Mais do que jornalistas, designers e editores, vocês são comunicadores espirituais, que não se limitam a reportar fatos e impressões, mas comunicam aquilo que tem vivido e experimentado da verdade.

É uma alegria para mim, colaborar pontualmente com esse time, sempre a pedido do nosso amado Chico Xavier. 

Um abraço carinhoso do amigo e incentivador de todas as horas

Saulo Gomes

No sonho de hoje estávamos em viagem, na Rodovia do Café, eu, Gustavo Tanaka, Fernando Zerbeto (aluno do Círculo) e Cau Shitatori (amiga de faculdade).

Paramos num posto para nos refazer da viagem, no meio do caminho. Consegui para nós uma sala de estar reservada onde tínhamos altas conversas filosóficos enquanto a Cau ensinava ao Tanaka os efeitos vibracionais da técnica de StarLanguage. Ele ouvia e acomodava os conhecimentos profundamente. O sonho termina depois que havíamos consolidado os novos saberes e decidíamos voltar para a estrada.

Conexão entre Mundos

” (…)

– Temos aqui unidos tipos habituais de comunicação nas ocorrências de morte. Pela persistência com que se repetem, os cientistas do mundo são constrangidos a examiná-los. Alguns atribuem esses fatos a transmissões de ondas telepáticas, ao passo que outros neles encontraram os chamados “fenômenos de monição”. Isso tudo, porém, reduz-se na Doutrina do Espiritismo à verdade simples e pura da comunhão direta entre as almas imortais.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 21.

Correntes Mentais Harmônicas

“Lembre-se da radiofonia e da televisão, hoje realizações amplamente conhecidas no mundo. Um homem, de cidade a cidade, pode ouvir a mensagem de um companheiro e vê-lo ao mesmo tempo, desde que ambos estejam em perfeita sintonia, através do mesmo comprimento de onda. Celina conhece a sublimidade das forças que a envolvem e entrega-se, confiante, assimilando a corrente mental que a solicita. Irradiará o comunicado-lição, automaticamente, qual acontece na psicofonia sonambúlica, porque o amigo espiritual lhe encontra as células cerebrais e as energias nervosas quais teclas bem ajustadas de um piano harmonioso e dócil.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 115-123.

Comunicação Mediúnica

“Sobre a cabeça de Dona Celina apareceu brilhante feixe de luz. Desde esse instante, vimo-la extática, completamente desligada do corpo físico, cercada de azulíneas irradiações.”

(…) Nossa irmã Celina transmitirá a palavra de um benfeitor que, apesar de ausente daqui, sob o ponto de vista espacial, entrará em comunhão conosco através dos fluidos teledinâmicos que o ligam à mente da médium.

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 115-123.

Muito além do que se vê

(…) O verdadeiro ser não está nas formas, mas o sonhador.

Tal como no sonho, as imagens variam do sublime ao ridículo. Não é permitida a mente a permanência de suas avaliações normais; a mente insultada de modo contínuo e afastada da segurança que ele permite dizer que agora, finalmente, entendeu. A mitologia é derrotada quando a mente se mantém pegada, de forma solene, a suas imagens favoritas ou tradicionais, defendendo-as como se fossem elas mesmas a mensagem que comunicam. Essas imagens devem ser consideradas como meras sombras emanadas do plano que se acha além do penetrável, no domínio que os olhos, a fala, a mente ou mesmo a piedade não alcançam. Tal como ocorre no sonho, as trivialidades do mito são intensamente significativas.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 264.