Pergunta é o Método Que Gera a Reflexão

“Para os filósofos, a pergunta é o método que gera a reflexão. Os pensadores elaboram basicamente dois tipos de pergunta: a epistemológica, que se refere à própria ciência, e a ontológica, que se refere ao ser. Por exemplo, “o que é a realidade?” é uma pergunta ontológica, enquanto uma típica pergunta epistemológica sobre o mesmo tema seria: “como saber se realidade existe?”

(…)

“(…) uma das funções da pergunta numa conversa de coaching é gerar aprendizados a partir da reflexão.”

GOLDEMBERG, Gilda. Perguntas Poderosas: Um guia prático para aprender a
perguntar e alcançar melhores resultados em coaching. Ed. Casa do Escritor – 2a Edição, 2019. Versão Kindle, posição 207-211.

Uma Nova Era

“Como os indivíduos, as coletividades também voltam ao mundo pelo caminho da reencarnação. É assim que vamos encontrar antigos fenícios na Espanha e em Portugal, entregando-se de novo às suas predileções pelo mar. Na antiga Lutécia, que se transformou na famosa Paris do Ocidente, vamos achar a alma ateniense nas suas elevadas indagações filosóficas e científicas, abrindo caminhos claros ao direito dos homens e dos povos. ”

(…)

“(…) quando a Idade Média estava prestes a extinguir-se, grandes assembleias espirituais se reúnem nas proximidades do planeta, orientando os movimentos renovadores que, em virtude das determinações do Cristo, deveriamencaminhar o mundo para uma nova era.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 157-159.

Evolução da Humanidade

“E a figura mais dolorosa, ali relacionada, que ainda hoje se oferece à visão do mundo moderno, é bem aquela da igreja transviada de Roma, simbolizada na besta vestida de púrpura e embriagada com o sangue dos santos.

Reza o Apocalipse que a besta poderia dizer grandezas e blasfêmias por 42 meses, acrescentando que o seu número era o 666 (Apocalipse, 13:5 e 18). Examinando-se a importância dos símbolos naquela época e seguindo
o rumo certo das interpretações, podemos tomar cada mês como sendo de 30 anos, em vez de 30 dias, obtendo, desse modo, um período de 1260 anos comuns, justamente o período compreendido entre 610 e 1870, da nossa era, quando o papado se consolidava, após o seu surgimento, com o imperador Focas, em 607, e o decreto da infalibilidade papal com Pio IX, em 1870, que assinalou a decadência e a ausência de autoridade do Vaticano, em face da evolução científica, filosófica e religiosa da humanidade.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 117.

Experiência no Campo Social

“Assim como a organização do homem físico exigira as mais amplas experiências da natureza, antes de se fixarem os seus caracteres biológicos definitivos, a lição de Jesus, que representa o roteiro seguro para a edificação do homem espiritual, deveria ser precedida pelas experiências mais vastas no campo social.”

“É por essa razão que observamos, nos cinco séculos anteriores à vinda do Cordeiro, uma aglomeração de númeras escolas políticas, religiosas e filosóficas dos mais diversos matizes, em todos os ambientes do mundo.”

“(…) o grande filósofo está aureolado pelas mais divinas claridades espirituais, no curso de todos os séculos planetários.”

Nota Pessoal: Emmanuel sobre Sócrates”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 82-85.

Enviados de Jesus ao Plano Material

“Krishna, Buda e outros grandes enviados de Jesus ao plano material, para exposição de suas verdades salvadoras, foram compreendidos pelo grande povo sobre cuja fronte derramou o Senhor, em todos os tempos, as claridades divinas do seu amor desvelado e compassivo.

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Nos bastidores da civilização, somos compelidos a reconhecer que a Índia foi a matriz de todas as filosofias e religiões da humanidade (…).”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 46-48.

A Simplicidade dos Ensinamentos

“(…) empolga-nos reconhecer que a mesma doutrina, cujas bases Jesus assentou na rudeza e simplicidade de um Pedro, na sublimação de Madalena e na sinceridade do publicano Mateus, mais tarde, gerou um Agostinho, discípulo apaixonado de Platão e cuja eloquência, ao expor a Teologia Cristã, abalou Roma e Cartago; ou ainda, o maior filósofo da Igreja, como é Tomás de Aquino, um dos maiores gênios da Idade Média na propaganda do Catolicismo. Mas prevendo também o perigo do intelecto desgarrar-se em demasia e depois formalizar o Evangelho acima do coração humano, aristocratizando em excesso o clero responsável pela ideia cristã, o Alto recorre então ao mesmo espírito que fora o apóstolo João e o faz renascer, na Terra, para viver a figura admirável de pobreza e renúncia de Francisco de Assis. Assim, o calor cordial do sentimento purificado e a abdicação aos bens transitórios do mundo, vívidos pelo frade Francisco de Assis, reativaram novamente a força coesiva e poderosa que cimentou as bases do Cristianismo nas atividades singelas de pescadores, camponeses, publicanos e gente de mau viver. Na comunidade da própria Igreja Católica, transformada em museu de granito e mármore, cultuando as quinquilharias de ouro e prata entre a púrpura e o veludo dos sacerdotes, o Alto situou Francisco de Assis, convidando todos os eclesiásticos à volta do Cristo-Jesus da simplicidade, da renúncia e do amor.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 183.

Apresentação do Livro por Mansour Challita

“Este estado emocional e espiritual e a natureza do papel que Jesus desempenhou na vida de Gibran, explicam o tipo do livro. Não é um estudo histórico nem um trabalho de exegese filosófica ou teológica. É uma evocação poética e humana do Mestre, na qual Gibran pinta de Jesus a imagem que dele carrega no coração e que havia esboçado nos seus primeiros livros, mas agora modificada e enriquecida à luz de sua evolução e amadurecimento.

Gibran vê em Jesus o homem mais sublime que já visitou este planeta, um ser de sabedoria e força ilimitadas, um poeta supremo, uma figura única em seu poder, o irmão, o guia, o ideal de todos nós em nosso anseio pela grandeza e a perfeição.

Desta figura única, superior às maiores figuras da História, Gibran havia dado fragmentos e uma visão parcial nos seus escritos anteriores. Agora, sua ambição é consagrar lhe um livro inteiro, capaz de transmitir toda a sua beleza e elevação, e torná-la tão viva e fascinante quanto a que ele próprio vê e sente.”

GIBRAN, Gibran Khalil.  Jesus, o Filho do Homem. Tradução: Mansour Challita. Associação Cultural Internacional Gibran, 1973, pág. 20.

Viagens Para Fins de Conhecimento

“Mas no tempo de que estamos tratando, entretanto, era considerado absolutamente necessário que o interessado em religião ou filosofia se deslocasse para a sede das antigas religiões, onde poderia ter acesso a cópias das versões autênticas de cada religião, a oportunidade de viver na região e, no contato com as pessoas, familiarizar-se com os rituais, ritos e práticas de seus dogmas. Muitos grandes Avatares do passado tinham viajado a lugares distantes com este fim, e foi desta forma que o conhecimento dos vários ensinamentos antigos se disseminou por todas as partes.”

O jovem José foi entregue aos cuidados de dois Magos, que vieram ao Carmelo com o propósito de acompanhar o jovem à sua primeira escola e local de experiências longe de casa. Os registros nos dizem que José teve permissão para passar cerca de uma semana com Seus pais na Galileia, enquanto os Magos faziam seus preparativos c conferenciavam com os oficiais da escola do Carmelo. Eles também instruíam os pais de José a respeito do que deveriam esperar e o que deveriam fazer durante Sua ausência.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 163.

Verdadeira Universidade

“Não ficamos aí, porém. Projetamos criar um Centro Universitário, com faculdades e institutos que propiciem, de futuro, a constituição de uma verdadeira Universidade em cujo seio se encontre a “ASSOCIAÇÃO UNIVERSAL MÓRYA”, podendo esta oferecer aqueles educandos, além de ambiente para pesquisas científicas avançadas, ainda não de todo patrocinadas pelas academias ou universidades, posicionamento filosófico eminentemente universalista, com a possibilidade, ainda, do aluno caminhar rumo à culminância de sua educação espiritual como criatura humana. Poderá realizar-se cristicamente, isto é, no seu Cristo Interno, no CRISTO MÍSTICO, no Cristo Cósmico, Divino, vivendo então esse sentido da ETERNA E IMENSA GRANDEZA ESPIRITUAL DO SER HUMANO.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pp. 9-10.

Século de Transição

“Uma verdadeira renascença das filosofias e das ciências se verificará no transcurso destes anos, a fim de que o século XX seja devidamente esclarecido, como elemento de ligação entre a civilização em vias de desaparecer e a civilização do futuro. (…)”

Xavier, Francisco Cândido / Humberto de Campos. Brasil: Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1938, p. 126.