Índia

Os anos desconhecidos da vida de Jesus – estadia na Índia

Antigos registros de um mosteiro tibetano;

Viagem de Jesus à Índia, o berço da religião;

Ciclos de progresso e decadência na manifestação exterior da religião;

Todas as crônicas sobre a vida de Jesus foram tingidas pela perspectiva cultural de seus autores;

Os ensinamentos do Jesus oriental foram demasiadamente ocidentalizados;

Cristianismo oriental e ocidental: os ensinamentos internos e externos;

A verdade é a religião definitiva: afiliação sectária tem pouco significado;

Jesus conhecia seu destino divino e foi para a Índia a fim de prerar-se para cumpri-lo (…) pois a India especializou-se na religião desde tempos imemoriais.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 89.

Capítulo 5: Os anos desconhecidos da vida de Jesus – estadia na Índia.

O Itinerário do Lençol

“Um documento conservado na biblioteca real de Copenhague, datado de 1204, permite-nos talvez remontar a uma data anterior à tomada de Constantinopla. Contém o relato de um cava leiro cruzado, Robert de Clari, que diz: «Houve um mosteiro, que se chamava de Santa Maria de Blachernes, onde estava o lençol com que Nosso Senhor foi sepultado, o qual, todas as sextas-feiras, era exposto e permitia ver a figura de Nosso Senhor. Ninguém jamais, nem grego nem francês, soube o que aconteceu ao lençol quando a cidade foi tomada»?.

Diversos historiadores expõem hipóteses sobre o itinerário do Sudário antes de Constantinopla. Uma dessas hipóteses leva-nos à chamada Mortalha de Edessa.”

ESPINOSA, Jaime. O Santo Sudário. São Paulo: Quadrante, 2017, pág. 09.

A Verdadeira História da Crucificação

“A verdadeira história da crucificação está registrada em vários escritos antigos (…) Os principais e mais completos relatos da história estão em três manuscritos de diferentes escribas, preservados em mosteiros do Tibete, do Egito e da Índia.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 223.

Contato dos Mestres por Processos Mentais

“Quando Jesus estava preparado para entrar no curso superior do mosteiro da Fraternidade em Heliópolis, descobriu que a primeira condição era que passasse três meses em meditação, preces e estudos, na quietude de Seu próprio lar, pois durante esse período muitos mestres eminentes da Fraternidade entrariam em contato com Ele no sentido Cósmico ou psíquico, através de processos mentais.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 180.

Transferência dos Arquivos de Monte Carmelo

“Cerca de quatrocentos anos após o início do período cristão, o mosteiro e a escola do Monte Carmelo foram abandonados, deixando de ser o principal centro educativo da Grande Fraternidade Branca; a esplêndida biblioteca e seus milhares de manuscritos e registros foram transferidos para o mosteiro secreto no Tibete, onde continuam a ser preservados e onde é a maior de todas as escolas de misticismo e literatura sagrada.’

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 138.

Arquivos de Monte Carmelo

“Com o passar dos anos, a frequência à escola e ao mosteiro no Monte Carmelo tornou-se tão grande que surgiu uma comunidade, composta de estudantes, os quais adotaram uma forma própria de se vestir e permaneciam vida inteira dentro dos limites do mosteiro, a não ser nos períodos em que viajavam a outras terras como missionários. Foi naquele local que muitos antigos manuscritos foram traduzidos e ilustrados em pergaminho e enviados para os vários arquivos da Grande Fraternidade Branca em todo o mundo. Uma biblioteca maravilhosa foi mantida em Carmelo por muitos séculos. Alguns membros dessa comunidade estiveram presentes por ocasião do primeiro sermão de São Pedro no Pentecostes e construíram uma capela em honra do evento. (…)”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p.138.

O Monte Carmelo e a Grande Fraternidade

“(…) Também sabemos, por referências encontradas em vários registros, que muitos grandes mestres da Grande Fraternidade Branca passaram uma parte de suas vidas nesta montanha, em seu templo ou mosteiro.

O próprio Pitágoras passou algum tempo ali; na história de sua vida, o retiro do Monte Carmelo é descrito como “sagrado acima de todas as montanhas e proibido ao acesso do vulgo”. (…). Os estudiosos da história Rosacruz sabem que Tutmés III foi um dos grandes fundadores das antigas escolas de mistério egípcias e um líder do movimento que se transformou na Grande Fraternidade Branca.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 136.