Frutos do Despertar Espiritual

“Os frutos do despertar espiritual são uma bênção não apenas para a nossa própria vida, mas para o mundo em geral. Este é o segundo significado de “um é o que semeia, e outro o que ceifa“: uma referência ao karma coletivo. Cada pessoa semeia boas ou más ações no solo de sua vida, e não é apeanas ela quem ceifa a colheira cármica dessas ações; ela faz com que também os outros colham os frutos.

As ações de cada indivíduo deixam marcas eletromagnéticas em seu cérebro, influenciando suas ações futuras; e elas também deixam marcas vibratórias no éter, que são registradas e exercem sua influência na mente dos outros.

(…)

Aquele que se torna um ser divino eleva automaticamente incontáveis pessoas no caminho espiritual. Quem se torna mau degrada os outros e os faz decair do plano espiritual ao ocasionar um efeito nocivo sobre suas fraquezas potenciais. Aquele que reforma a si mesmo reforma milhares; pois o que alguém semeia no éter, por meio das vibrações de seus pensamentos e de seu caráter, outros certamente colherão.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 357-359.

Capítulo 19: “Meu alimenteo é fazer a vontade Daquele que me enviou”, A Mulher de Samaria, parte III.

O Espírito Dá à Luz a Criação

“(…) cada uma é individualmente dotada por Deus com os poderes e as características que melhor servirão à sua missão divina e sustentarão o realismo ilusório do drama cósmico ao tornarem reais, em sentido relativo, as experiências por que passam ao representarem o seu papel como alma encarnada.”

(…)

A fim de manifestar a criação, o Espírito dá origem a uma vibração de dualidade, dividindo Seu Ser Unico no Criador inativo transcendente e na Sua Força Criadora ativa: o Deus-Pai e a Mãe-Natureza Cósmica. O Espírito e a Natureza, o sujeito e o objeto, o positivo e o negativo, a atração e a repulsão – é a dualidade que torna possível o surgimento do múltiplo a partir do Uno. Em Sua ativa Vibração Criadora que materializa a criação (Espírito Santo ou Maha-Prakriti), o Próprio Deus está subjetivamente presente em um reflexo imutável e inabalável, o Espírito Universal na criação: Kutastha Chaitanya, a Consciência Crística ou Consciência de Krishna. Essa Inteligência orientadora imanente – a consciência subjetiva ou alma do universo – possibilita a estruturação da Força Vibratória onipotente em miríades de manifestações objetivas; assim, no ventre da Mãe Natureza, o Espírito dá à luz a criação.

(…)

(…) em verdade, é o Espírito que Se tornou a criação, que todas as coisas são apenas uma gloriosa diversificação de Deus.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 314-316.

Capítulo 16: Alegrar-se com a voz do Esposo.

Substância Infinita

É a ilusão cósmica que transmite a ideia de substâncias e objetos fixos e diferenciados, com propriedades definidas e imutáveis. A força criadora universal, ou maya, evoca aparentes limitações no Ilimitado; ela faz com que a Substância Infinita, desprovida de vibrações, se apresente como coisa finita por meio da vibração, movimento e pro cesso de mudança. Em última análise, nada neste universo é finito, exceto os vários estágios de mudança por que passa a materialidade.

As ondas no oceano são finitas porque surgem temporariamente e então se dissipam – de novo temporariamente, até que surjam outra vez. Quando o oceano forma ondas, e as ondas desaparecem no seio do oceano, alguém consideraria que a água das ondas se perdeu? Não. Ela retornou à sua origem. O que desapareceu foi somente aquela específica forma ondulada que a água havia assumido.

(…)

O mesmo acontece com toda a matéria: vórtices de partículas e energias em metamorfose se unem e separam numa incessante dança vibratória de transformações, produzindo por algum tempo substân cias e objetos que têm a aparência de ser finitos, de estar separados de outros objetos, de ter princípio e fim. Entretanto, toda a matéria em sua essência subjacente é ilimitada e imutável: suas fases mutáveis são transitórias, mas o Poder que vibra em tais mudanças é permanente.

O pensamento é consciência humana em vibração. A consciência humana é uma porção delimitada da Consciência Divina em estado de vibração. No processo do pensamento, a consciência humana vibra.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 245-246.

Capítulo 11: Água em vinho: “Jesus principiou assim os seus sinais (…)”

Comunicação por Vibrações

“Depois de estar com Jesus por um dia juntamente com seu companheiro, André estava tão impregnado do magnetismo espiritual que emanava de Jesus que compreendeu quem Jesus era, reconhecendo-o como o Cristo. A Consciência Crística não pode ser inferida intelectualmente, mas tem de vir por meio da percepção intuitiva. Gurus enviados por Deus não têm de converter seu círculo interno de discípulos com sermões em praça pública; eles se comunicam sobretudo pela silenciosa emanação das vibrações de sua realização divina.

(…)

A totalidade de uma pessoa se expressa em seu magnetismo. Seu próprio ser, na verdade, tem origem no magnetismo – nos poderes ideativos criadores do corpo causal do homem, as ideias de Deus que compõem os corpos astral e físico e que conferem sustento à encarnação daquela alma. A Consciência Cósmica e a Energia Cósmica, penetrando pelo bulbo raquiano, dirigem-se aos centros sutis cerebrospinais de vida e consciência, e daí ao corpo físico, como correntes positivas e negativas, formando uma série de magnetos. Cada individuo se constitui de um feixe de tais magnetos, capaz de exercer atração conforme sua força magnética.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 206.

Capítulo 9: Jesus encontra seus primeiros discípulos.

O Vibrante Som de Om

“Pelo poder de expansão do Espírito Santo – que se ouve na meditação e se difunde em todas as direções -, a consciência se torna imersa (batizada) na corrente sagrada da Consciência Crística.

(…)

As inspiradoras vibrações do “Consolador” trazem profunda paz e alegria interior. A Vibração Criadora revigora a força vital individual no corpo, o que conduz à saúde e ao bem-estar, e pode ser direcionada conscientemente como poder curativo para aqueles que necessitam de ajuda divina. Sendo a fonte da criatividade inteligente, a vibração de Om inspira nossa iniciativa, talento e vontade.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 137.

Capítulo 6: O batismo de Jesus.

Espírito Santo

“No mundo cristão, poucos compreenderam a promessa de Jesus de que, depois que tivesse partido, ele enviaria o Espírito Santo. O Espírito Santo é o invisível e sagrado poder vibratório de Deus, que sustenta ativamente o universo: o Verbo ou Om [Aum], a Vibração Cósmica, o Grande Consolador, o Salvador de todas as tristezas. Na Vibração Cósmica do Espírito Santo está o Cristo onipresente, o Filho ou a Consciência de Deus imanente na criação. O método para entrar em contato com essa Vibração Cósmica, o Espírito Santo, vem sendo difundido pela primeira vez, em âmbito mundial, por meio das técnicas definidas de meditação da ciência de Kriya Yoga. Pela bênção da comunhão com o Espírito Santo, a taça da consciência humana se expande para receber o oceano da Consciência Crística.

Assim, Cristo surgirá uma segunda vez na consciência de todo praticante dedicado que alcance maestria sobre a técnica do contato com o Espírito Santo – o indescritivelmente bem-aventurado doador de consolo no Espírito. Aqueles que têm ouvidos espirituais para ouvir, que ouçam: a promessa de Jesus Cristo de enviar o Espírito Santo (…)”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. XXVII.

Parte: Introdução.

Despertar dos Mortos

“Jesus libertou-se de todas as vibrações obstrutivas da dúvida, afastando do seu ambiente aqueles cujos pensamentos estavam entregues ao testemunho da morte. Então, com o corpo carregado de energia cósmica dinâmica, Jesus tomou a mão da jovem morta com sua mão direita e fez com que nela vibrasse seu poder doador de vida, ordenando-lhe: “Menina, pela consciência divina e vibração cósmica que estão presentes em mim e em teu corpo morto, eu vibro e ordeno, com minha vontade cósmica, que te tornes consciente dessa energia cósmica doadora de vida e abandones teu sono da morte. Desperta!”

Por meio da Inteligência Crística que governa todas as forças e os seres astrais, e exercendo sua vontade universal, Jesus ordenou à alma da menina – que já se encontrava em um corpo astral – que retornasse a seu corpo físico, o qual ele havia recarregado com força vital proveniente da energia cósmica. A criança teve uma cura instantânea e ergueu-se de seu leito.

(…) então instruiu que se desse algo de comer à menina para que sua consciência se acostumasse novamente às sensações do corpo físico, após sua breve experiência como um ser astral no mundo astral de luz e energia vibratória. Quando os santos voltam de um profundo estado de êxtase, com frequência bebem água ou ingerem um alimento leve a fim de reavivar a consciência do corpo.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. II. Editora Self, 2017, pág. 186.

Capítulo 38: “A tua fé te salvou” A tempestade, a doença, os demônios e a morte curvam-se diante da vontade de Jesus.

Forças da Natureza

Cala-te, aquieta-te.” Tão logo Jesus emitiu vibrações de paz –
consciência onipresente e a vontade onipotente de Deus que tinha dentro de si -, as forças da natureza, guiadas por Deus, seguiram imediatamente seu exemplo e se aquietaram,  imersasem vibrações de calma.

Todas as forças da natureza estão sujeitas ao poder que Deus conferiu à alma do homem.

(…) é evidente que a harmonia da natureza, o ciclo das estações, a precisão matemática da ordem planetária e o sustento da vida revelam a direção de uma lei inteligente e de um plano cósmico divino.

(…) sendo um mestre – não na imaginação, mas na percepção de sua unidade com o Espírito -, Jesus podia invocar a vontade de Deus manifestada em sua própria vontade a fim de controlar a violência da tempestade e a fúria das ondas.”

(…)

Quer um mestre ore por uma resposta específica de Deus, ou. em divina sintonia, deseje que se produza determinado efeito, ele ativa o poder de manifestação da vibração criadora de Deus. Muito antes de a ciência ocidental reconhecer a essência vibratória da matéria, os rishis da antiga Índia afirmavam que toda a gama de manifestações da natureza é uma objetivação de Om, o Som Primordial ou Verbo Vibratório. Eles demonstraram que todos os fenômenos naturais podem ser controlados ao manipular-se a vibração por meio de certos mantras ou cantos.

(…)

O homem foi feito para ser o senhor da natureza, e as forcas da natureza, por sua vez, trabalham unidas para servi-lo. O ser humano invalida seu domínio quando governa seu ambiente terreno de modo errôneo e egoísta. Ele guia a natureza – embora de maneira geral inconscientemente -, não apenas por meio de suas ações, mas também pela vibração de seus pensamentos.

(…)

Nas esferas celestiais do mundo astral é comum controlar a atmosfera e o estado de ser de uma pessoa. (Os seres astrais de níveis inferiores não possuem tal controle.) Nas regiões superiores, eles podem manipular as forças e imagens luminosas vitatrônicas de acordo com sua vontade.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. II. Editora Self, 2017, pág. 175-177.

Capítulo 38: “A tua fé te salvou” A tempestade, a doença, os demônios e a morte curvam-se diante da vontade de Jesus.

O Senhor da Vinha e a Consciência Crística

Em uma parábola simples que encerra verdades metafísicas, Jesus relata como, no princípio de um incomensurável ciclo da criação universal, o “Pai de Família” Cósmico criou esta Terra como uma fértil vinha em que Seus filhos humanos – as almas, um reflexo de Seu próprio e único Ser – destinavam-se a trabalhar como “lavradores” a fim de cultivar os frutos da libertadora sabedoria e com eles deleitar-se. O Senhor cercou a vinha terrena com a aura de Suas vibrações divinas, cavou na consciência humana um lagar de intuição e edificou ali uma torre de visão espiritual. Depois disso entregou essa vinha aos cuidados de Seus lavradores – as almas encarnadas – e “ausentou-se para longe“, ou seja, ocultou-Se no plano transcendente da Consciência Cósmica pela duração daquele ciclo da criação.

Chegando o tempo dos frutos” – quando Deus esperava que os lavradores das videiras da sabedoria a quem arrendara a frutífera vinha colhessem a safra de muitas experiências belas –, Ele enviou Seus profetas para coletar desses lavradores uma parte de sua colheita de amor e gratidão fertilizada pela sabedoria. Mas as pessoas da Terra, cuja prístina consciência espiritual se havia degradado sob a influência da ilusão, recusaram-se a aceitar os mensageiros de Deus e os rejeitaram com violência. Muitos outros profetas enviados à Terra foram igualmente caluniados e assassinados. Um deles veio na forma de João Batista e também foi tratado de modo vergonhoso.

Por último, o Senhor da vinha resolveu enviar às pessoas ingratas e cruéis da Terra Seu reflexo único em toda a criação vibratória – O Filho ou Consciência Crística – manifestado na forma de um avatar. Deus esperava que tais pessoas ingratas demonstrassem reconhecimento a Ele, reverenciando Seu filho. Entretanto, elas estavam embriagadas com a ilusão. Em sua perversidade, desejaram desfrutar as bênçãos da Terra sem a interferência dos preceitos orientadores de Deus ou de Seus emissários. Apesar da evidência de que esse filho era “o herdeiro“, um autêntico representante de Deus em quem a consciência divina estava plenamente manifestada, eles o mataram com a expectativa de “apoderar-se de sua herança, ou seja, de governar a Terra de acordo com seus próprios desejos, em vez de fazê-lo segundo os princípios da retidão.

É evidente que nesse caso Jesus se referia a si próprio, profetizando sua crucificação – o ponto culminante do mau tratamento que havia recebido dessas pessoas egotistas que ocupavam cargos de autoridade – e também o inevitável resultado de tais atos: o Senhor da vinha da Terra, por meio da Lei Cósmica, puniria os responsáveis pelo mal causado a Seu filho e daria a vinha a outros arrendatários que tentariam cultivar os frutos da sabedoria e oferecê-los em agra decida adoração. (…) “entenderam que falava deles“.

Outros lavradores” – aqueles que entregariam ao Senhor Vinha “os frutos a seu tempo” – é uma referência às gerações futuras de devotos que reverenciariam a vida exemplar de Jesus e seus ensinamentos. Por meio da devoção à Consciência Crística manifestada nesse filho divino, eles colheriam de seu trabalho na vinha da Terra uma profusa safra de sabedoria divina: a percepção do reino divino presente dentro deles – uma região de tão abundante bem-aventurança que eles voluntariamente devolveriam ao Senhor, na forma de louvor e adoração, os frutos que haveriam de colher.

Jesus prosseguiu, profetizando que a Consciência Crística – rejeitada por aqueles que haviam edificado sua própria civilização – seria a pedra angular utilizada na construção do templo de uma vida celestial sobre a Terra.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. III. Editora Self, 2017, pág. 182-183.

Capítulo 65 : Jesus ensina pela última vez no templo de Jerusalém.

Acordo Prévio de Manifestação

“(…) a manifestação de Jesus no vosso orbe se efetuou de acordo com um plano minucioso delineado antecipadamente pela Engenharia Sideral, no qual foram previstas as principais etapas de sua descida e as decorrências de sua vida física, no tocante à arregimentação de seus apóstolos e outros discípulos.*

* Nota: “Todas as reencarnações, mesmo a dos indivíduos inferiores, são objeto de um planejamento detalhado por parte administradores espirituais?” Resposta: Há renascimentos quase que automáticos principalmente se a criatura permanece fronteiriça a animalidade, entendendo-se que quanto mais importante o encargo do espírito por a corporificar-se, junto da Humanidade, mais dilatado e complexo o planejamento da reencarnação”. Extraído da Agenda Espirita 1964.

(…)

(…) à medida que ele se desenvolvia no comando do seu corpo carnal, também aumentava, paralelamente, a sua personalidade espiritual.

(…)

Desde a formação do planeta Terra, os sociólogos Siderais previram no esquema evolutivo do orbe, e no tempo exato, a “descida” de todos os instrutores espirituais, destinados a participar dos grandes eventos da sua humanidade. Mas no desenvolvimento desse plano educativo e redentor, eles marcaram a época da conjunção de Saturno, Júpiter e Marte, no signo de Pisces, para a cobertura vibratória da descida do maior de todos os avatares como foi Jesus. Então o acasalamento no campo etérico dos três astros ofereceu na tela celeste um “tom vibratório ou suavidade astralina, que predispunha os próprios homens à expectativa de “algo” sublime e esperançoso. O excelso esponsalício de Jesus com a Terra, nessa mesma época, e a efusão etérica, astralina e mental das humanidades mais avançadas desses planetas espargiam uma vibração espiritual de natureza pacífica, de terna emoção e misteriosa ansiedade sobre os homens.

(…)

O fato de Jesus tornar-se mais tangível, emergindo em Espirito à periferia da Terra e ainda catalisando com o seu infinito Amor e delicado fluido cósmico que aflorava pela via interna do orbe, produzia uma vibração harmoniosa e incomum no coração dos homens**

**Nota: “Como se o mundo pressentisse uma abençoada renovação de valores no tempo, em breve, todas as legiões se entregavam, sem resistência, ao filho do soberano assassinado. O grande império do mundo, como que influenciado por um conjunto de forças estranhas, descansava numa onda de harmonias e de júbilo, depois de guerras seculares a tenebrosas.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 33-35.