Ressureição é Revelação

“A ressurreição não tem nada desse caráter. É a verdade firme. É a revelação do que é, e a transformação das coisas, e uma transição para o frescor. Incorruptibilidade invade a corrupção. A luz desce sobre a escuridão, engolindo obscuridade.”

Nascimento, Peterson do. O Tratado Sobre a Ressureição (Coleção Apócrifos do
Cristianismo Livro XVII) – Versão Kindle, Posição 179.

As Partis Vivas do Interior se Elevarão

“As partes visíveis do corpo que estão mortas não serão salvas. Somente as partes vivas que existem no interior se elevarão. O que é a ressurreição? É a revelação daqueles que ressuscitaram. Se você se lembra de ler no evangelho que Elias apareceu e Moisés com ele, não suponha que a ressurreição seja uma ilusão. Não é ilusão. É verdade. É mais apropriado dizer que o mundo é uma ilusão, e não a ressurreição que é por causa de nosso Senhor, o Salvador, Jesus, o Cristo.

Nascimento, Peterson do. O Tratado Sobre a Ressureição (Coleção Apócrifos do
Cristianismo Livro XVII) – Versão Kindle, Posição 163.

Escolas Iniciáticas

“Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.

Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução da época não comportava.”

“Aqueles grandes mestres da Antiguidade foram, então, compelidos a recolher o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente reservado dos templos, mediante os mais terríveis compromissos dos iniciados nos seus mistérios. Os conhecimentos profundos ficaram circunscritos ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época, observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação.”

Nota Pessoal: A razão das escolas iniciáticas

“A própria Grécia, que aí buscou a alma de suas concepções cheias de poesia e de beleza, através da iniciativa dos seus filhos mais eminentes, no passado longínquo, não recebeu toda a verdade das ciências misteriosas.”

“Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado as
mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que a humanidade terrestre teria de realizar. Aí residem os mistérios iniciáticos e a essencial importância que lhes era atribuída no ambiente dos sábios daquele tempo.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. A Caminho da Luz. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 36.

Fotografias do Santo Sudário

“1°) Técnica – (…) Acrescentemos que, como era natural, estas fotografias não receberam retoque algum nem sofreram outro tratamento que o da revelação comum. Sem falar da consciência escrupulosa de meu amigo Enrie, o fato foi atestado, perante tabelião, por uma comissão de peritos em fotografia. (…)

2º) Resultados – (…) na chapa fotográfica, tudo que é imagem do corpo é nitidamente positivo, como costuma ficar a reprodução fotográfica comum sobre papel de cópia, quando se fotografou uma pessoa. Aqui se dá o contrário, já na própria chapa aparece o positivo, ao passo que a reprodução sobre papel de cópia é que nos fornecerá a imagem negativa (…) Logo, o corpo impresso no Santo Sudário é um negativo e tem todas as características de uma chapa fotográfica comum; todos os valores estão ali invertidos: o negro aparece branco, e o branco, negro. A única diferença é que o Sudário, imagem negativa, não apresenta sombra alguma projetada, como sempre se encontra em objetos normalmente fotografados.

(…)

(…) as impressões corporais são resultado de processo que, se for natural, como o julgamos, tem semelhança com o fenômeno fotográfico. As imagens sanguíneas, pelo contrário, foram feitas por contato direto, são decalques de coágulos, mas a isso ainda voltaremos.

3°) Conclusões- (Giuseppe Enrie)

a) A exatidão dos valores negativos da impressão é absoluta; as características desta imagem singular, que não foi feita por mão de homem, são exatas em todos os pontos, menos nas manchas de sangue.

b) A imagem está isenta do menor vestígio de tinta, de traços de pincel ou outros artifícios de desenhista ou de falsário.

c) O claro-escuro, distribuído em todas as partes, não tem traços nem pontilhados, mas sim esmaecimentos especiais e gradações insensíveis, que lembram os processos fotográficos.

d) As manchas de sangue, que são positivas sobre a imagem negativa do Redentor, estão, pelo contrário, nitidamente desenhadas e apresentam as características de impressão formadas por contato: oferecem por isso, em sua estrutura, irregularidades que evocam perfeitamente a natureza.

f) As partes correspondentes às sombras estão absolutamente isentas de impressão, porque deixam ver a tela intacta.

(…)

Não quero insistir sobre esta última conclusão. Peço ao leitor que contemple as imagens muito mais eloquentes do que a minha pena. Nesse rosto nitidamente semita, encontra-se, apesar das torturas e das chagas, uma tão serena majestade que dele ressalta uma impressão inexprimível.”

BARBET, Pierre. A Paixão de Cristo, segundo o cirurgião. São Paulo: Edições Loyola, 2014, pág. 34-37.

 

 

A Bíblia

“A Bíblia é um conjunto de antigos livros, que descreviam a vida e os costumes de vários povos. Mais tarde foram agrupados e atribuídos a uma só raça, conhecida por hebreia. Em verdade, é uma revelação religiosa. E os espiritualistas não podem nem devem desprezar a Bíblia, porquanto, apesar de apresentar incongruências e contradições com a moral do vosso século, representa um esforço máximo feito pelos Espíritos no passado, no sentido de se comprovar a glória, o poder e as intenções de Deus.

É óbvio que não se pode atribuir ao seu texto o caráter vertical de “Palavra de Deus”, porquanto as entidades espirituais que naquela época produziram as mensagens bíblicas tiveram que apresentar a revelação como provinda diretamente da “Voz de Jeová: Mas isto não quer dizer que proviesse realmente da mente de Deus. A mentalidade dos povos daquela época e o seu modo de vida exigiram que as revelações não ultrapassassem a sua capacidade de entendimento.

(…)

(…) há na Bíblia relatos escabrosos, que pecam contra (…) a ética judaica de ser o povo escolhido para o advento de Jesus (…)

RAMATIS: -Devemos compreender que a Moral tem aspectos relativos e, por isso, o que era moral no pretérito pode ser imoral no presente. Por esse motivo, não podeis ajuizar a vida de um povo de mais de dois mil anos, aferindo-lhe os valores morais mediante o critério do vosso século.(…) entre os antropófagos, é de boa moral devorar o guerreiro valente, enquanto que para vós isso é imoral e repugnante. No entanto, a moral moderna, que vos permite devorar o suíno, o boi ou o carneiro, é profundamente imoral para a humanidade superior, dos marcianos, que ficaria escandalizada se lhe oferecessem um rim no espeto ou uma costela de porco assada.

(…)

Jeová protegia as tribos de Israel contra outros povos e se deliciava com o “cheiro de sangue dos holocaustos”, mas hoje a religião abençoa canhões, cruzadores e aeronaves de guerra, misturando o Deus de Amor, de Jesus, com carnificinas piores que as descritas na Bíblia. Há dois ou três milênios, era razoável que um povo desprovido de cultura científica do vosso século, desconhecendo a eletricidade, o rádio, a televisão, a cinematografia e o intercâmbio aéreo a jato, ainda confundisse o seu instinto belicoso e a sua moral censurável com os preceitos divinos, mas atualmente é demasiada cegueira matar-se invocando o nome de Deus para proteger exércitos simpáticos abençoar armas criminosas, destinadas às guerras fratricidas. O povo judeu, quando compôs o seu livro sagrado – O Velho Testamento – como fundamento religioso de sua vida, mesclou-o de fatos condenáveis, mas assim o fez por excesso de Fé e de submissão ao Criador. No entanto, o homem do século XX pratica os mesmos desatinos e alardeia emancipação espiritual, com a agravante de já ter conhecido Jesus.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 169-172.

 

Caminho Para a Vida Eterna

“Assim como um grande clarão dispersa as trevas, também as declarações espantosas, mas simples, de Jesus revelavam os fundamentos das leis de Deus. “Ama teu próximo; torna-te criança; faze aos outros o que queres que te façam; abandona as glórias e os tentações do mundo; busca o Reino dos Céus dentro de ti; ergue teus pensamentos a Deus em oração o comunhão”, e outras regras facilmente compreendidas, constituíam o verdadeiro Caminho para a Vida Eterna.”

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 193.

O Termo Mistério

“(…) quando o termo mistério é usado no Novo Testamento e nas Escrituras e textos sagrados do Seu tempo e tempos posteriores, não se refere a algo estranho e incompreensível, mas a uma revelação secreta, a algo que, embora uma grande verdade, foi ocultado e ainda é passível de compreensão somente pelos iniciados, pelos preparados e qualificados, e que talvez tenham sido remidos, purificados e tocados pelo Espírito Santo para receber as joias das verdades especiais.”

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 174-175.

Os Discípulos Iniciados

“Os mistérios de que falava Jesus a Seus discípulos, e que estes procuraram com Ele aprender, para torná-los manifestos, com o propósito de os utilizar nos trabalhos missionários que desenvolviam, oram revelações sobrenaturais ou transcendentais o operações da lei que somente os iniciados ou os discípulos mais adiantados podiam compreender e aplicar. Veremos, nos capítulos subsequentes, que estes discípulos de Jesus – os cento e vinte que compunham Sua escola secreta eram iniciados, pois cumpriram o necessário à iniciação e possuíam meios secretos de se identificarem, tais como senhas, sinais e símbolos. Eles eram os mais íntimos dos milhares de seguidores de Jesus, aqueles que se haviam entregue por inteiro ao desenvolvimento e defesa do Seu trabalho, e cada um dos quais recebera uma missão especial (…)”

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 79.

Mistérios do Reino dos Céus

“Porque a vós outros é dado conhecer os mistérios do Reino dos Céus; a vós foram revelados os mistérios; falamos a sabedoria de Deus, misteriosa; e somos administradores dos mistérios de Deus e conhecemos todos os mistérios; e nos tendo revelado os mistérios; e sendo da irmandade dos mistérios, tornamos conhecidos os mistérios dos Evangelhos, mistérios que se mantiveram ocultos desde a origem; guardando o mistério da fé na pureza” etc. Estas frases, e muitas outras de igual significação, encontram-se em: Mateus 13:11, Marcos 4:11, Lucas 8:10; Romanos 11:25, 16:25, I Coríntios 2:7, 4:1, 13:2, 14:2, 15:51; Efésios, 1:9, 3:3, 3:4, 3:9, 5:32; Colossenses 1:26, 1:27, 2:2, 4:3, II Tessalonicenses 2:7, I Timóteo 3:9, 3:16, Revelação 1:20, 10:7, 17:5, 17:7.

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 77.

Princípios Místicos

“(…) as doutrinas secretas e os mistérios que Jesus veio à terra revelar e transmitir constituíam um dom transcendental de Deus, passado aos Apóstolos escolhidos, que deveriam considerar-se guardiães destas coisas, e não simples recipientes de uma bênção. Eles deviam, como guardiães dessas verdades e mistérios, divulgá-los e aplicá-los, dispensando-se de conservá-los dentro de si como uma possessão pessoal legitima.

Vemos nesta ideia um dos primeiros princípios místicos, mantidos como lei e como prática fundamentais pelos devotos seguidores de várias irmandades e organizações místicas de hoje. A rara sabedoria divina, que chega ao místico sincero através de revelações ou pelo estudo de antigos manuscritos constantes dos arquivos da sua irmandade, não deve ser tida, pelos que a ela têm acesso, como um poder intelectual ou como dons que sobrelevam seu valor pessoal, para servi-lo egoistamente no domínio da vida. (…) ele se transformará num instrumento, como um servo que trabalha nas vinhas da Humanidade, de Deus e da Consciência universal divina.”

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 74-75.