Ideias Incorporadas dos Espíritos Superiores

“O livro representa vigoroso ímã de força atrativa, plasmando as emoções e concepções de que nascem os grandes movimentos da humanidade, em todos os setores da Religião e da Ciência, da opinião e da técnica, do pensamento e do trabalho. Por esse dínamo de energia criadora, encontramos os mais adiantados serviços de telementação, porquanto, a imensas distâncias, no espaço e no tempo, incorporamos as ideias dos Espíritos superiores que passaram por nós, há séculos.”

Xavier, Francisco Cândido / Emmanuel. Pensamento e Vida. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 2016, p. 20.

Ignorância Versus Abuso

“– (…) Quando o erro procede da ignorância bem-intencionada, a Lei prevê recursos indispensáveis ao esclarecimento justo no espaço e no tempo, porquanto a genuína caridade, sob qualquer título, é sempre venerável. Entretanto, se o abuso é deliberado, não faltará corrigenda.

(…)

– Teotônio e Raimundo, tanto quanto alguns outros desencarnados da posição deles, e que aqui se aglomeram, realmente são mais vampirizados que vampirizadores.

(…)

– Cada serviço nobre recebe o salário que lhe diz respeito e cada aventura menos digna tem o preço que lhe corresponde.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 27.

A Energia dos Objetos

– Cada objeto, então – concluiu Hilário –, pode ser um mediador para entrarmos em relação com as pessoas que se interessam por ele e um registro de fatos da Natureza…

(…)

As almas e as coisas, cada qual na posição em que se situam, algo conservam do tempo e do espaço, que são eternos na memória da vida.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 26.

Intercomunicação Dimensional

Em qualquer local do espaço, é possível estabelecer-se intercomunicação dimensional, passagens como quiserem, desde que haja capacidade de atuar em um nível ou no outro, no sentido da subida ou descida, se assim podemos dizer, vibratório-dimensional. Ora, em um nível ou outro, tem-se um âmbito energético-material que deve ser suficientemente conhecido e manipulado. Como quer que seja a raiz do processo, da capacidade de fazer, chegando a esse resultado, se encontra na ciência hiperespacial. Para dar logo ao que estou dizendo um tom inegável de autenticidade, lembro a vocês, humanos, de início, o que já tem ocorrido à vista de cientistas terráqueos renomados, no que tange a materializações, luzes sem fonte de energia identificável e transportes de objetos através do espaço sem limite aparente e através de obstáculos densos, absolutamente materiais, fenômenos esses que vocês chamam parapsicológicos. Em princípio, os fenômenos do nosso interesse atual seriam rigorosamente os mesmos, todavia os diremos análogos. Acrescentam-se na verdade, é evidente, outras condições, outra ciência no fazer, outra técnica, outros fins, outra mensagem, agora de outras humanidades, de mundos mais ou menos distantes!.. Isso é o que estamos procurando fazer bem compreender. Sim, será o alvorecer e o evolver de uma nova e mais ampla realidade cósmica, talvez até nem suspeitada pela maioria absoluta do humano atual.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 134-135.

A Importância dos Estudos Parapsicológicos

Tudo se resume ao domínio do relacionamento preciso, científico e, a seguir, técnico, operante, entre espaço e hiperespaço. Você já transmitiu, em decorrência de seus próprios estudos chamados parapsicológicos, suas observações durante todo o tempo de dedicação a pesquisa que acabou nos sensibilizando e mais, e principalmente pela intuição que em você já é uma faculdade realmente em sensível desenvolvimento. Você já tem expressado pela palavra ou pela escrita, acentuamos, algo de grande importância sobre esse relacionamento espaço-hiperespaço. Aqui, iremos aprofundar bem mais o assunto até uma possível compreensão para vocês dos nossos fantásticos deslocamentos.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 134.

Não Localidade

“Está tudo coerente na sua explicação, partindo de que vocês, apesar de viverem no hiperespaço, são físicos! Entendi bem?

– “De fato, só não precisaríamos de qualquer veículo, se houvéssemos transposto esse físico ou hiperfisico e, normalmente, nos encontrássemos integral e puramente no âmbito mental do nosso Universo. Aí reúnem-se, em cósmico e divino amplexo, todas as existências e todos os sóis ou galáxias do “infinito” da manifestação do Supremo Poder

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 121.

O Conceito de Espaço-Tempo

“Vejam essa carta em que há indicação de globos e sistemas que podemos atingir rapidamente, sob rigoroso controle, assegurado pelo aparelho que você viu na oportunidade anterior. Quando em ação, os diferentes painéis até se embelezam em luz de um colorido muito variado e específico para cada indicação, modificando-se ela em espessura, intensidade e direção Exige mesmo o seu emprego uma alta especialização para a interpretação segura do que se passa e decisões do comando da nave, regulando tudo o que é necessário em tal tipo de navegação, em velocidade quase sempre muito superior à da luz. É desse modo que há um absoluto controle de tudo. Podemos assim vir ao mundo de vocês em alguns segundos ou minutos, segundo o conceitos que adotam, quanto à duração. Isso, porém, é muito relativo porque os conceitos de tempo dependem de estados ou níveis conscienciais, próprios do campo espacial ou hiperespacial em que se encontra o ser. É o nosso caso. Breves momentos de operação e nos encontramos a distâncias, para vocês, infinitas, isto é, inconcebíveis, pois atingimos a anos luz/seg!…”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág.116.

Chegaremos à Uma Só Verdade!

“Esse, aliás, será o caminho pelo qual, mais à frente, poderá o humano vir a compreender melhor e, talvez, com exatidão, como podemos nos deslocar por esses espaços sem fim, dominando com facilidade inconcebíveis distâncias, viajando de sistema a sistema nesta Galáxia, à qual também pertencemos, fora dela, de constelações a constelações e, até, de Galáxia a Galáxia. É que desaparece o espaço em termos da ciência e do viver humanos. Outros conceitos, outras realidades, outros campos energéticos, outras dimensões se abrirão o aparente “infinito” se resolverá em termos de relatividade, em que o Psicológico se identificará ao Cósmico e sobreviverá uma SÓ VERDADE.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 81.

Percepção Diferente de Deslocamento

“Na verdade, as localizações no espaço dão a vocês o sentido, a noção de distância, um conceito que afinal se afina apenas a um campo restrito da realidade, aquele em que vocês se preparam desde o próprio nascimento. Nós, porém, não sofremos esse condicionamento de percepção e vivência nesse campo. Achamo-nos integrados em ambientes diferentes, resultando que, vivendo outros conceitos e face a propriedades diferentes desse outro ambiente, temos facilidades de deslocamentos que, no espaço em que vocês se encontram, corresponderiam a percursos praticamente “infinitos”, em um quase infinitésimo do que vocês chamam-tempo.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 79.

Éteres mais Sutis

“Superéter ou superéteres, éteres mais sutis, capazes de interpenetrarem o éter espacial, ou o nosso espaço, constituiriam o Hiperespaço que, em última análise, seria apenas um todo mais sutil, um espaço mais sutil, mais “raffiné“, campo e ambiente dos fenômenos que a parapsicologia já aponta libertos do espaço e do tempo, segundo os vivemos e conceituamos.’

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 76.